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O Que Pensam de Mim? Devo Me Preocupar?

O Que Pensam de Mim? Devo Me Preocupar?

Você tem o costume de se preocupar com o que as outras pessoas pensam a seu respeito? Se sim, saiba que, ao se ocupar com esse tipo de pensamento, está correndo o risco de deixar de valorizar o que realmente importa, que são os seus próprios sonhos, sentimentos e objetivos. No artigo de hoje, te faço um convite para refletir e começar a substituir o questionamento “o que pensam de mim?” por “o que eu penso de mim?”. Continue acompanhando e entenda melhor a diferença entre essas duas formas de pensar.

O Que Pensam de Mim? – A Importância de Se Libertar Dessa Preocupação

Todos nós estamos a todo o momento formando opiniões a respeito das pessoas com as quais convivemos. Nesse sentido, é natural gostar mais de uns, menos de outros, pois sentir afinidade é algo natural, que não há como forçar. Então, se isso acontece dentro de você em relação aos outros, nada mais normal do que acontecer, também, de maneira contrária, certo? Por mais que seja incômodo perceber que não é bem quisto por alguém, é preciso ter em mente que o mesmo acontece contigo também.

Por conta disso, não faz sentido desperdiçar o seu tempo e as suas energias se preocupando com a opinião de fulano e ciclano. Afinal, se começar a agir considerando os gostos alheios, ignorando os seus valores, estará se anulando completamente e isso não é nem um pouco saudável. Além disso, enquanto as pressões externas forem mais fortes que os seus desejos pessoais, a sua felicidade estará adormecida, pois, para ser feliz, é necessário que saiba se ouvir e seguir os seus próprios caminhos.

É importante deixar claro que, quando falo em deixar de se importar com o que pensam a seu respeito, não me refiro a sair por aí agindo de modo inadequado, sem nenhum tipo de preocupação. Contudo, o foco deve estar sempre nos seus valores e não nas opiniões alheias, ou seja, você deve buscar ser bom e honesto porque acredita que isso é o certo e não para agradar terceiros ou ser aceito.

Sinais de Que Você Se Preocupa Demais Com o Que os Outros Pensam

A melhor maneira de perceber se você está se preocupando demais com as opiniões alheias é fazendo uma autoanálise. Para te ajudar nisso, considere os pontos a seguir.

  • Sente-se inseguro para dizer o que pensa;
  • Está a todo o momento acreditando que alguém está chateado contigo, quando na realidade nada aconteceu;
  • Frequentemente faz coisas que não gostaria e depois se arrepende;
  • Costuma fazer sempre o que outras pessoas sugerem, mesmo que não concorde;
  • Evita encontrar certas pessoas com medo de que elas desaprovem algo em você.

Muitos levam um verdadeiro choque ao se darem conta de que, sim, têm uma grande preocupação com a opinião alheia, pois estão tão acostumados a agirem dessa forma que acabam entrando no modo automático. Por isso, é sempre importante confrontar as próprias atitudes, para identificar pontos que podem ser melhorados.

Como Parar de Se Preocupar Com o Que Pensam Sobre Você

Agora que você já sabe que não deve se preocupar com o que pensam sobre você, confira dicas que irão te ajudar a desapegar desse tipo de ideia e se concentrar em seguir a sua essência e os seus valores.

1 – Saiba o Que Você Pensa a Seu Respeito

Imagino que conviva diariamente com uma série de pessoas, incluindo amigos, familiares, colegas de trabalho, vizinhos, entre outras. Já parou para pensar no quanto seria complicado se esforçar para agradar todas elas? Afinal, cada indivíduo tem uma visão diferente da vida. Além de ser humanamente impossível agradar a todos, olhar apenas para fora e deixar de enxergar a sua essência faz com que desagrade a si mesmo. Por isso, concentre-se nos seus pensamentos e valores, pois eles irão te guiar para o caminho da felicidade.

2 – Entenda Que a Opinião do Outro Pertence a Ele

Se uma pessoa desaprova uma atitude sua, essa opinião pertence exclusivamente a ela e não a você. Concentre-se apenas nas coisas que você pode controlar, que são as suas ideias e opiniões, e desapegue-se de tudo que não tem o poder de mudar. Ao se tornar consciente em relação a isso, deixará de se preocupar com as opiniões alheias a seu respeito para focar nas coisas que realmente importam. Caso surjam comentários, lembre-se da citação de Freud que diz “quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo”.

3 – Nem Tudo Se Refere a Você

Muitas das pessoas que se preocupam demais com o que pensam sobre elas têm uma ideia um tanto quanto distorcida da realidade, acreditando que os outros estão a todo o momento pensando e fazendo comentários a seu respeito. A verdade é que, por mais que exista gente que faz isso, são grandes as chances de essa ideia ser exagerada. Portanto, sempre que esse pensamento surgir, lembre-se que nem tudo se refere a você e todos têm inúmeras outras preocupações em suas vidas.

4 – Questione os Seus Pensamentos

Uma pessoa sente vontade de fazer algo, pensa que poderão criticá-la por isso e, então, desiste. Se identificou com essa sequência de ações? Se sim, experimente se questionar sempre que isso acontecer, para que adote uma visão mais racional e realista. Por mais que possam desaprovar sua atitude, o que mais pode acontecer contigo caso siga em frente e ignore as opiniões alheias? Provavelmente, irá se sentir muito bem por ter realizado um desejo seu, apenas isso.

5 – Desapegue-se da Perfeição

Por fim, saiba desapegar da necessidade de perfeição, simplesmente porque ela não existe. Busque, sim, fazer o melhor que puder, mas sempre considerando o que você pensa e acredita ser o melhor para si. Então, evite exigir demais de si, trate-se com o mesmo carinho e respeito com o qual trata uma pessoa especial, afinal é isso que você é e quanto mais se amar, melhores serão os resultados das suas ações.

Espero que tenha gostado do artigo e que tenha entendido que aquilo que os outros pensam a seu respeito não muda quem você é. Portanto, reconheça seus pontos fortes, confie em si mesmo, peça perdão quando errar e importe-se com o que você pensa a respeito do que faz.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-que-pensam-de-mim-devo-me-preocupar/

Aplicação das Metáforas Segundo o Modelo de Robert Dilts

Aplicação das Metáforas Segundo o Modelo de Robert Dilts

As metáforas têm um papel muito importante e, por vezes, decisivo no processo de cura. Segundo a abordagem de Robert Dilts (nascido em 1955), escritor e consultor em Programação Neurolinguística (PNL) é preciso unir os estados de problemas com os estados de recursos, criando a metáfora incorporada. A fórmula do estudioso é: Metáfora do Problema + Metáfora de Recurso = Metáfora do Resultado Desejado. Para saber mais sobre o assunto é só continuar lendo o artigo!

Como encontrar a cura

Do mesmo modo como nos processos de Coaching ou nas sessões de Hipnoterapia Ericksoniana, o método de Robert Dilts defende que cada pessoa possui os próprios recursos/respostas/meios para conseguir vencer suas limitações, ressignificar as emoções negativas e ir além. Entretanto, é necessário eliminar os fatores que bloqueiam seus avanços, de modo que isso permita ao indivíduo acessar o melhor que habita nele e estar livre e empoderado para conquistar suas realizações e sonhos.

Passo a Passo do Modelo Dilts

Conheça agora mesmo quais são as etapas do modelo Dilts:

  1. Identificar o problema a ser tratado;
  2. Desenvolver a Metáfora Incorporada Associada;
  3. Identificar o momento que anterior à Metáfora do Problema;
  4. Desenvolver a Metáfora de Recursos;
  5. Fazer a interação entre a Metáfora de Recursos e a Metáfora do Problema;
  6. Verificar os resultados obtidos.

Como aplicar o recurso das metáforas em cada fase

Para que você compreenda com profundidade qual foi a estrutura do pensamento de Dilts, coloquei aqui quais são as principais ações de cada degrau desse processo. Confira!

primeiro passo para que a aplicação das metáforas incorporadas tenham o efeito desejado é identificar quais são os padrões de comportamento e emoções que estão influenciando negativamente. Estes elementos podem se refletir no dia a dia por meio da identidade ou da personalidade do indivíduo.

Para o segundo degrau é hora de conhecer a Metáfora do Problema, entendendo de que forma o corpo manifesta e enxerga estas emoções externamente. O indutor pode perguntar à pessoa, por exemplo: “De que tamanho é a sua mágoa?”, “Como o que ela se parece? É algo sólido, duro, pesado?”. Se a pessoa responder que se parece com uma parede está feita a metáfora. É com ela que se deve trabalhar até obter a ressignificação.

passo 3 indica como o ser humano se comporta antes de vivenciar seu estado de problema. Aqui, é necessário ser cuidadoso para não chegar a pontos específicos que desencadeiam emoções negativas e/ou traumáticas. Para isso, experimente dizer, por exemplo: “Você pode se lembrar do tempo antes da parede quando se sentia satisfeito (ou com suas expectativas correspondidas)? Qual era sua idade nesta época?”. Neste caso, a idade representa o momento em que havia recursos. Este pode usado como o ego jovem, um referencial positivo.

Para desenvolver a Metáfora de Recursos do passo 4, é possível utilizar o ego jovem por meio da idade dita pelo paciente como também conhecer os sentimentos e sensações que o período oferece. Se, por exemplo, a idade foi 7 anos, é possível captar os recursos do seguinte modo: “Antes da parede, o 7 gostava de correr no quintal e brincar de carrinho.”.

Em seguida, na etapa 5, é hora de convidar a Metáfora do Problema e a Metáfora de Recursos para trabalharem em conjunto. Pergunte: “Para onde o 7 poderia ir no seu Carrinho? O que o Carrinho gostaria de fazer com a parede? Depois, o que acontece?”. As perguntas devem prosseguir até que se encontre a solução necessária para vencer a mágoa. O que se espera neste caso é que a parede se transforme num novo caminho, já que ao atravessá-la o indivíduo consegue vencer a situação que o impedia de avançar em sua vida.

A etapa final, a fase 6, consiste em verificar se os resultados esperados foram obtidos e se a pessoa realmente conseguiu ressignificar a Metáfora do Problema e dar um novo sentido às suas experiências passadas. Para isso é essencial fazer uma viagem interna, estudar sua mente para identificar e tratar todos os focos e resquícios de eventos negativos que interferem negativamente nos resultados.

Todo esse processo mostra o poder das metáforas, provando como elas ajudam o ser humano a rever comportamentos e modificar padrões nocivos que dificultam relações interpessoais, a comunicação, as realizações pessoais e as profissionais e até a felicidade. Conheça o Poder das Metáforas!

O poder do coaching

Uma das formas de mergulhar a fundo no assunto das metáforas é participando de sessões de coaching. Esse poderoso método usado em todo o mundo é uma forma de transformar a sua vida de forma positiva e permanente.

A formação Practitioner em Programação Neurolinguística (PNL) do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) é uma excelente forma de desenvolver sua capacidade de criar metáforas e usá-las a seu favor. O curso, baseado na ciência de mesmo nome, ensina por meio de aulas teóricas e práticas sobre o poder da ressignificação, metáforas, cura de fobias e, é claro, conceitos mais profundos a respeito da programação neurolinguística e da reestruturação em 6 passos.

Além disso, você ainda obtém sapiência sobre linguagem não verbal, autoconhecimento, alinhamento de níveis neurológicos, inteligência emocional, estrutura do pensamento, modelo TOTS para objetivos e meta-objetivos, processos de ancoragem, integração dos hemisférios cerebrais e canais representacionais.

Com todo esse conhecimento em mãos, você será capaz de desenvolver diversos pontos que farão de você uma pessoa melhor tanto em âmbito profissional quanto pessoal. Vou citar apenas alguns para você conferir:

  • Flexibilidade comportamental.
  • Capacidade de transformar sonhos em realidade por meios de planos de ação.
  • Gestão assertiva do tempo e da quantidade de tarefas.
  • Desenvolvimento da criatividade.
  • Eliminação de bloqueios mentais.
  • Administração de emoções sabotadoras.
  • Habilidade em gerar comprometimento da equipe.
  • Criação e aplicação da comunicação persuasiva.
  • Condução efetiva de conflitos.

Vá além

Que tal ultrapassar os limites que você acredita que existem? É exatamente isso que o coaching proporciona. E se você quiser aprender ainda mais depois de completar o curso de PNL, veja outras formações incríveis do IBC. Conheça o treinamento chamado Psicologia Positiva!

O curso é uma fonte de sapiência baseada na ciência de nome homônimo. Desenvolvida no final do século XX, o estudo busca por maneiras de despertar e sustentar a felicidade verdadeira. De acordo com os pesquisadores, existem ações internas e externas que influenciam diretamente na construção das emoções positivas que se conectam diretamente com o lado pessoal e profissional de um ser humano.

Durante as 150 horas de aulas teóricas e práticas, você aprende de maneira mais densa a respeito da psicologia positiva e das aplicações possíveis. Muito mais do que isso, você passa a entender a importância dos eventos psicológicos; o que é o Quociente de Positividade; quais são os 5 elementos do bem-estar (Modelo PERMA); quais são os principais conceitos do engajamento e fluidez; como criar e sustentar relacionamentos construtivos; identificação dos seus verdadeiros propósitos e como colocá-los em um plano de ação; quais são os fatores determinantes da motivação intrínseca; a relação entre a felicidade e as conexões sociais; como identificar forças e virtudes; o que é o mecanismo da comparação social; como gerar empatia; como criar intervenções positivas; e muitos outros pontos fundamentais para o seu desenvolvimento em todos os campos da vida.

Hora de começar!

Comece seu processo de transformação agora mesmo. Lembre-se de que o primeiro passo é sempre o seu. Depois, pode contar com o IBC para lhe ajudar a trilhar o melhor caminho para o seu progresso. Curtiu esse conteúdo? Então, poste nas suas redes sociais para mostrar aos seus amigos.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/aplicacao-das-metaforas-segundo-o-modelo-de-robert-dilts/

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