Como modificar e incorporar novas crenças em nossa mente?

Como modificar e incorporar novas crenças em nossa mente?

A crença é apenas um dos pontos a incorporar em nossa mente, temos outros a considerar, a saber: espiritual, afiliação, identidade, crenças, capacidades, comportamentos e ambientes; que são os níveis neurológicos de aprendizagem e mudanças. Explicando melhor, nos ambientes que frequentamos a todo o momento temos determinados comportamentos. Isto porque existe capacidade para tal comportamento. Acreditamos que aquilo é correto (crença), de acordo com o que achamos que somos (identidade), a que grupos pertencemos (afiliação) e que alguma entidade espiritual ou um Ser Maior nos ajuda (Legado, Espiritualidade).

Crenças – O que são?

Crenças são nossas verdades individuais, é tudo aquilo que acreditamos como verdadeiro que se torna real para nossa mente. Holisticamente falando, modificar uma crença significa ter uma percepção sistêmica de todo processo evolutivo. Lembrando que todo conhecimento do mundo não nos servirá de nada se não acreditarmos nele. Precisamos pensar sistemicamente.

Em primeiro lugar precisamos acreditar que uma entidade espiritual, um Ser Maior ou uma Consciência (Benevolência  Universal) está além de nós, nos ajuda e nos dirige. Em seguida, temos que saber quem somos e qual a nossa missão nessa vida, no que acreditamos e se temos capacidade para determinados comportamentos nos diversos ambientes que frequentamos e com quem quer que estejamos.

O Sistema de Crenças

Acreditar em algo maior talvez seja a criação de nossa crença mais poderosa. Como cérebro é associativo e respeita nosso sistema de crenças, sonhos, valores e significados, a crença em ALGO MAIOR ameniza nossas dúvidas de quem nós somos e nos potencializa em direção a essa dimensão Maior.

A figura da Pirâmide do Processo Evolutivo sintetiza como o Coaching se relaciona com os níveis neurológicos e se beneficia deles, convertendo-se em ferramenta poderosa para o desenvolvimento humano em cada um de seus níveis. Assim como na vida, a pirâmide evolui subindo do nível mais superficial ao mais profundo, do nível mais simples ao mais complexo, alcançando no final o mais alto nível, que seria o “céu” ou “universo”.

A base da aglutinação de todas as visões e perspectivas de diferentes correntes da psicologia, filosofia, neurociências, antropologia, teologia, administração de empresas, e demais ciências, está em ampliar a base cognitiva do maravilhoso processo de evolução do ser humano.

São sete perspectivas que transcendem uma base apenas racional do processo evolutivo. Um convite para uma reflexão, interpretação e sentimento em níveis mais profundos do maravilhoso processo de evolução da Vida!

Como modificar e incorporar uma nova crença em nossa mente, então? Tendo uma visão sistêmica do processo evolutivo e vivendo esses conceitos talvez seja uma poderosa forma de incorporar uma crença em nossa mente!

Conheça os 7 Níveis do Processo Evolutivo

1º Ambiente (Contexto, Superficialidade, Limites e Oportunidades):

2º Comportamento (Ação e Reação. Está relacionado com o impacto que o meio externo impacta em nossa percepção interna):

3º Capacidades e Habilidades (Direção, Norte, Estratégia, Rumo a seguir):

4º Crenças e Valores (Permissão, Motivação, Mudança de Percepção):

5º Identidade (Missão de Vida, Meus Papéis no Universo, Meu Mapa de Mundo, Senso de Significado do Eu):

6º Afiliação (Pertencimento, Aglutinação, Sistemas onde faço parte):

7º Legado e Espiritualidade (Propósito, Senso de Significado de Vida, Pensamento e Visão Sistêmica, Algo Maior, Conexão como Divino e Sagrado).

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/como-modificar-e-incorporar-uma-nova-crenca-em-nossa-mente/

Como alcançar o equilibrio (Vídeo Completo)

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Diferença entre Incentivo e Motivação no Trabalho

Diferença entre Incentivo e Motivação no Trabalho

Você sabe o que significa incentivo e motivação? Como isso se dá no ambiente de trabalho e como estes dois elementos atuam no dia a dia do colaborador? Pois bem, para compreender melhor é importante entender quais são suas diferenças, semelhanças, bem como os benefícios de cada um.

Segundo o dicionário dos significados, dar incentivo é fazer despertar o interesse, ânimo, incitar, encorajar e estimular a pessoa a fazer algo. Motivar por sua vez, é apresentar motivos pelos quais alguém deve ter determinados comportamentos para atingir certos objetivos.

Em resumo, quando eu incentivo um colaborador, eu estou empoderando aquele profissional a acreditar em suas habilidades e que é capaz de realizar suas tarefas. Já quando eu motivo, eu confiro significado ao que ele está fazendo, mostrando como sua contribuição é importante para a empresa e como o seu trabalho ajuda a gerar grandes resultados. Entendeu a diferença?

Incentivo e Motivação no Trabalho – Como Unir os Dois?

Muitos líderes e empresas acreditam que dinheiro e prêmios são os melhores mecanismos para dar um incentivo ou motivar seus colaboradores a atingirem suas metas.  Entretanto, você não quer que seus profissionais trabalhem apenas pelo dinheiro, este pode ser um caminho sem volta, pois sempre será necessário aumentar os valores das recompensas para que se movam.

Muitas vezes, o melhor incentivo é aquele que vem do reconhecimento por uma tarefa bem executada, pela solução apresentada para resolver certo problema, pela proatividade de se antecipar e fazer o que era certo ou mesmo por meio de um feedback positivo. Portanto, não precisa necessariamente ser um retorno material, pois o ser humano gosta e necessita de reconhecimento para manter-se motivado e isso se faz mais com ações diárias.

Como Incentivar e Motivar?

Quando, por exemplo, o líder percebe que o colaborador está inseguro para fazer uma tarefa, uma boa forma de incentivá-lo é mostrando que ele não precisa ter medo, que é capacitado e possuiu sim, as habilidades para executá-la muito bem. Para motivar, mostre porque você o escolheu para aquele trabalho (foco, experiência, comprometimento, agilidade…) reforçando seu papel e a sua importância na construção dos sucessos.

Outro fator essencial como incentivo e motivação são os bons exemplos do gestor. Quanto mais congruentes são as suas ações com aquilo que ele prega no dia a dia para seus liderados, mais motivada à equipe fica para seguir aquela liderança, aderir as suas ideias, respeitar suas ordens, permanecer engajada e sentir-se realmente incentivada a ir além.

Por isso, faça do ato de incentivar e motivar sua equipe um aliado do sucesso do seu negócio. Conheça bem seus profissionais, entenda a forma como sua equipe gosta de ser incentivada e motivada, busque ser uma referência positivas para ela e também desenvolver estratégias assertivas, realmente condizentes com o que seus colaboradores esperam de você e da empresa.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/diferenca-entre-incentivo-e-motivacao-no-trabalho/

Preguiça e Procrastinação – Diferenças e Características!

Preguiça e Procrastinação – Diferenças e Características!

Você sabe qual a diferença entre preguiça e procrastinação? Começo fazendo estas perguntas por que muitas pessoas confundem estes comportamentos, mas saibam que os dois conceitos são bem diferentes. Para esclarecer estas diferenças, eu vou apresentar neste artigo as características de cada uma e mostrar como lidar com elas assertivamente. Continue lendo e confira!

O que é procrastinação?

A procrastinação é o ato de adiar constantemente a realização de algo, que pode ser uma tarefa, responsabilidade ou compromisso pessoal ou profissional.

Um artigo sobre o assunto publicado no jornal Psychological Science, derivado de uma pesquisa da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, mostra que a procrastinação e a impulsividade são traços genéticos que estão conectados.

A impulsividade, por exemplo, pode ter sido essencial para que os indivíduos do passado pudessem sobreviver em meio às adversidades. Já a procrastinação faz parte de uma história mais recente da humanidade. Esse estudo não tem a intenção de justificar o ato de procrastinar. Ser genético, não significa que você deve alimentar essa característica em você.

Como identificar no dia a dia

A mente do procrastinador funciona mais ou menos assim: porque fazer hoje o que eu posso deixar para amanhã ou depois? Na maior parte dos casos, a postergação está diretamente relacionada à problemas de ansiedade, baixa autoestima, estresse,comportamentos autodestrutivos, dificuldades de concentração, bloqueios de criatividade, emoções e sentimentos sabotadores. Enfim, como você pode perceber, está ligada a tudo que desconcentra e desconecta a pessoa dos seus objetivos em curto, médio ou longo prazo.

No dia a dia, um profissional pode encontrar vários motivos para procrastinar a realização das suas tarefas no trabalho. Quer exemplos? Confira:

  • Imagine que um procrastinador recebeu uma tarefa que julga muito fácil de fazer, então ele deixa para mais tarde, afinal vai conseguir concluir rapidamente ou se estresse. O problema começa quando a lista de atividades “muito fáceis” começa a ficar grande demais.
  • Outro exemplo interessante é quando o procrastinador não consegue realizar uma entrega, pois acredita que o trabalho está muito acima da sua capacidade intelectual ou habilidade técnica. Então, ele fica desmotivado e sem ânimo para trabalhar.

Qual é o impacto desse tipo de atitude

Como reflexo da procrastinação, a pessoa acaba fazendo outras coisas para ocupar o tempo em que deveria estar cumprindo suas responsabilidades, demandas e compromissos, digamos, oficiais, e deixando tudo isso para a última hora.

E sabe o que acontece quando alguém adia constantemente o que deveria fazer? Os sentimentos como o estresse e a sensação de culpa por não ter feito suas tarefas antes ficam ainda maiores.

Com o tempo, isso se tornar uma grande perda de produtividade e atraso nas entregas. A perda de prazos e compromissos ainda pode afetar os seus resultados e relações interpessoais, mas também o trabalho dos seus colegas, gestores e da empresa. Muito ruim, né gente?

O que é preguiça?

Diferente da procrastinação, em que a pessoa adia o que ela tem que fazer, mas faz, a preguiça opta por não fazer nada. Uma pessoa preguiçosa escolhe ficar o dia inteiro ocioso, vendo a vida passar e fazendo apenas o que deseja desde que isso não dê muito trabalho também.

Uma pesquisa da pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, mostra que a preguiça também pode ter relação com a genética. Mas, isso também não é motivo para que você entre no clube da preguiça.

Quem tem muita preguiça mostra que não tem nenhum compromisso e responsabilidade com seu desenvolvimento pessoal e profissional e muito menos com o desenvolvimento positivo do seu marketing pessoal. Além disso, suas atitudes preguiçosas ainda podem afetar quem está sua volta, pois os outros terão que resolver os problemas.

Portanto, ter um preguicinha de vez em quando, aquela de final de semana ou que temos depois de muito trabalho, é uma coisa, mas ter indisposição todos os dias não é normal. É sinal de que a pessoa está precisando de motivação, de metas e objetivos, de um sentido, um propósito de vida que lhe faça levantar todos os dias e ir à busca dos seus sonhos.

Entendeu agora a diferença entre preguiça e procrastinação?

3 dicas para lidar com a procrastinação

Se você também tem o hábito de procrastinar, quero deixar três super dicas para ajudar você a vencer esses fatores sabotadores e ter muito mais disposição, foco e comprometimento para a conquista dos seus resultados extraordinários. Conheça agora mesmo:

  1. Identifique a fonte do problema: o primeiro passo para vencer o inimigo é conhecê-lo muito bem. Para isso, busque identificar quais são as fontes de sua procrastinação. Será desmotivação, baixa autoestima, falta de tarefas desafiadoras, estresse, excesso de compromissos, repetição de comportamentos ou falta de objetivos? Assim que tiver esta resposta será muito mais fácil lidar com o problema e definir estratégias para vencer seu hábito de adiar as coisas.
  2. Invista em autogerenciamento: organize-se e gerencie suas demandas e compromissos em uma agenda ou aplicativo e coloque lembretes com os prazos de entrega. Quando receber uma demanda no trabalho, seja ela simples ou mais complexa, ao invés de deixar para começar amanhã, você já pode focar em iniciá-la logo no mesmo dia. Isso ajuda a evitar que você invente desculpas para não fazer seu trabalho. Este autogerenciamento também vale para evitar atrasos e para que consiga reprogramar sua mente a mudar e agir diferente. Experimente!
  3. Tenha metas e objetivos: quando a gente tem metas e objetivos bem definidos, ou seja, quando sabemos o que realizar em nossa carreira ou vida pessoal, a nossa motivação interior vai lá ao topo e não tem procrastinação ou falta de foco que nos impeça de realizar os nossos sonhos. Por isso, que tal definir suas metas profissionais e seus objetivos pessoais para os próximos meses e trabalhar com toda sua dedicação e comprometimento para realizá-los? Visualize o quanto vai ser maravilhoso quando você conseguir aquela sonhada promoção no trabalho, comprar sua casa ou carro, emagrecer ou ainda fazer aquela viagem dos seus sonhos!

Se quiser, pode usar essas dicas para quando a preguiça estiver te consumindo também.  Aproveite estas recomendações, elimine a procrastinação ou a preguiça da sua vida pessoal e profissional e conquiste os resultados extraordinários que você merece!

Até a próxima!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/preguica-e-procrastinacao-entenda-as-diferencas-e-caracteristicas/

Brainspotting – Terapias Baseadas no Funcionamento Cerebral

Brainspotting – Terapias Baseadas no Funcionamento Cerebral

Criado por David Grand, o Brainspotting é um método de tratamento poderoso e focado que funciona identificando, processando e liberando as principais fontes neurofisiológicas de dor emocional e física, como é o caso de lembranças traumáticas, por exemplo. Se baseia no brainspot, que é a relação existente entre o movimento que uma pessoa faz com os olhos e o acesso a memórias no cérebro.

Para que entenda isso na prática, responda a seguinte pergunta: qual era o nome da sua primeira professora? Perceba que, para se lembrar, é muito provável que tenha feito movimentos com os olhos, pois se trata de uma ação comum a qualquer ser humano que deseje acessar alguma memória em seu cérebro. E foi baseado nesse fato que Grand desenvolveu essa técnica tão inovadora que já ajudou e ajuda inúmeras pessoas a superarem problemas e a viverem de forma mais equilibrada e feliz.

Este é realmente um assunto bastante interessante e que vale a pena saber mais a respeito. Então, continue fazendo a leitura deste artigo e confira maiores informações.

Como o Brainspotting Funciona?

Segundo o criador do método, David Grand, a direção em que as pessoas olham pode afetar o modo como elas se sentem. Durante o tratamento, os terapeutas ajudam os indivíduos a posicionarem seus olhos de uma forma que lhes permita identificar as fontes de emoções negativas. Então, com o auxílio de um ponteiro, guiam lentamente os olhos através de seu campo de visão para encontrar os pontos certos. Acredita-se que, assim, seja possível acessar as emoções a um nível mais profundo para direcionar os efeitos físicos e emocionais da lembrança traumática.

Há cada vez mais evidências de que as emoções geradas por experiências ruins possam alterar o funcionamento do corpo e do cérebro. Nesse sentido, um trauma pode, por exemplo, afetar as emoções, a memória e até mesmo a saúde física, já que tudo isso está intimamente relacionado. Desse modo, o Brainspotting surge como uma promessa para ativar a capacidade inata do corpo de se curar daquela lembrança delicada e, consequentemente, libertar o indivíduo da dor.

Enquanto um terapeuta tradicional tenta identificar as “localizações” emocionais das memórias negativas, os profissionais especializados em Brainspotting usam algo chamado de “dupla sintonização”. Trata-se de um processo pelo qual simultaneamente ele se conecta ao paciente através do relacionamento terapêutico, o que é bastante importante, bem como por meio da resposta do cérebro e do corpo às emoções em questão.

Existem algumas evidências de que o método funcione principalmente no sistema límbico, que é um conjunto de estruturas cerebrais que desempenha um papel importante nas emoções, nas memórias de longo prazo, na cognição, na motivação, no controle de impulsos e em vários outros fatores psicológicos que podem afetar o bem-estar de um indivíduo. Por essa razão, podemos dizer que o Brainspotting é uma terapia que se baseia especialmente no cérebro e no seu funcionamento e, por isso, está relacionada com a neurociência.

Para Quem o Brainspotting é Indicado?

Por se tratar de um método voltado para tratar emoções negativas e suas consequências, o Brainspotting é indicado para os seguintes casos.

  • Ansiedade;
  • TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade;
  • Fobias;
  • Dores crônicas;
  • Transtornos ligados à experiências traumáticas;
  • Baixa autoestima;
  • Vícios;
  • Problemas para controlar impulsos.

As experiências traumáticas, em especial, são aquelas situações pelas quais uma pessoa passou na vida, que podem ser pequenas, médias ou grandes, e com as quais não conseguiu lidar da maneira esperada. Essas experiências ficam armazenadas no cérebro a um nível mais profundo e acabam atrapalhando a vida e o desempenho do indivíduo, tornando-se um obstáculo para o seu crescimento e sua busca pela felicidade. Alguns exemplos comuns incluem a perda de um ente querido, um acidente, uma demissão, o fim de um relacionamento, entre outros.

O Brainspotting surge como uma maneira de identificar e reprocessar esses traumas, para que eles possam ser finalmente digeridos e o paciente se liberte da dor que essas memórias estejam causando. No caso de alguém que sofreu um acidente automobilístico, por exemplo, aquela sensação de medo ao entrar em um automóvel, comum a muitas pessoas que passaram por isso, poderá ser eliminada após ser identificada através do movimento dos olhos e tratada adequadamente.

Como é Realizada uma Sessão de Brainspotting?

O Brainspotting pode ser feito apenas com um ou ambos os olhos. É realizado por um terapeuta especializado na técnica que, posicionando um ponteiro na frente dos olhos do paciente, guia lentamente o olhar da pessoa em terapia através do campo visual para identificar o brainspot. Quando isso acontece, a mente subconsciente envia sinais reflexivos ao terapeuta de que o ponto do cérebro foi detectado.

Esses sinais reflexivos ocorrem sem o conhecimento do paciente e podem incluir tiques faciais, como contração dos olhos, dilatação das pupilas, bocejos, movimento do pé, tosse, entre outros. Dentre todos os sinais, as mudanças na expressão facial são os indícios mais fortes de que um brainspot foi localizado. Por isso, é preciso que o profissional seja extremamente observador para perceber qualquer alteração no comportamento do indivíduo.

Após a localização, o terapeuta estimula experiências somatossensoriais no paciente, pedindo que ele mantenha a posição dos olhos enquanto se concentra nas experiências e emoções evocadas. Então, ambos trabalham em conjunto para atingir o objetivo, cada um desempenhando seu papel. O profissional dá as orientações e o paciente relata as sensações que está experimentando. Com o tempo, acessar essas experiências em um ambiente seguro em uma sessão de terapia ajuda o cérebro a liberar as emoções e memórias traumáticas e, assim, dá-se início a um processo de autocura.

Uma das técnicas mais utilizadas é a do som bilateral, que segue o mesmo padrão da que utiliza o movimento dos olhos com um ponteiro. Nessa abordagem são usadas ondas sonoras que se movem para frente e para trás através do campo de áudio do paciente, que se mantém em um estado estacionário até atingir um ponto em que as suas experiências negativas são acionadas.

O Brainspotting é uma abordagem de terapia poderosa e focada que pode ajudar um indivíduo a localizar, processar e liberar fontes de dor física e emocional que estejam ocultas em seu cérebro. É eficaz para o tratamento de pacientes que sofreram traumas físicos ou psicológicos, bem como distúrbios emocionais, transtornos de ansiedade e fobias. Contudo, é fundamental que se procure por um profissional realmente capacitado para realizar esse tipo de atendimento.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/

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