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Organograma Funcional – Principais Vantagens e Desvantagens!

Organograma Funcional – Principais Vantagens e Desvantagens!

Um organograma funcional é uma espécie de figura que ilustra a forma como a empresa dispõe sua hierarquia, ou seja, distribui as funções e responsabilidades conforme os setores, cargos e conhecimentos de cada um. Esta estrutura ilustra quais são as relações de trabalho existentes na organização, quem está acima e abaixo em sua estrutura organizacional, quem faz o quê e a quem deve responder.

Isso, em partes, também ajuda a simplificar estas informações e a torná-las mais acessíveis a todos, pois este mapeamento ilustra cada parte da organização.  Entretanto, isso é feito de maneira setorizada, mostrando os departamentos da empresa e sua inter-relação e não os profissionais em si.

Ainda assim, este tipo de organograma vai além, pois não se resume apenas a apresentar segmentos da empresa. Do topo até as áreas mais operacionais, este diagrama mostra o papel de cada uma dentro do negócio e a relação de cada um dos membros entre si, o que confere uma visão sistêmica da empresa, a fim de que todos possam conhecer sua estrutura de modo geral.

Organograma Empresarial

O organograma de empresa é a ferramenta ideal para representar a gestão administrativa da sua organização e para que seus colaboradores, fornecedores, clientes e parceiros tenham consciência da estrutura administrativa da sua empresa. A elaboração de um organograma empresarial segue um modelo com procedimentos padrão.

É montado com caixas (box). Essas caixas são compostas pelos cargos da empresa, ou seja, no organograma, a representação não deve ser de pessoas mas sim de cargos, mesmo se a empresa possui 10 gerentes, apenas uma caixa representará esse cargo.

O organograma é composto por linhas de comunicação, unidade e hierarquia. Vamos entender o significado de cada elemento?

  • Linhas de Comunicação: são linhas contínuas que interligam cargos ou áreas da empresa. Indicam que existe uma hierarquia direta entre esses setores.
  • Unidades de Trabalho e/ou Cargos: são as caixinhas, nas quais você deve escrever o cargo representado.
  • Hierarquia: em geral, a linha de hierarquia funciona de cima para baixo, da esquerda para a direita ou de dentro para fora.
  • Hierarquia horizontal no trabalho: cargos e/ou áreas em uma mesma linha indicam que têm nível hierárquico igual.

Cada linha do organograma de empresa representa um nível de autoridade na organização.

3 Passos Para Elaborar o Organograma

  • 1º passo: separe as funções exercidas por cada um dos funcionários da sua empresa. Isso é importante porque nas empresas menores é comum que uma única pessoa assuma diferentes cargos. E como nós já falamos, o organograma precisa representar cargos.
  • 2º passo: assinale quem está no comando de cada setor e quem lidera o nível estratégico. Uma boa dica é separar cada nível hierárquico por uma cor diferente.
  • 3º passo: depois é hora de oficializar o documento com o setor administrativo e todos os colaboradores. Para melhor absorção, é essencial que o organograma seja colado em um local visível e acessível para todos os gerentes e funcionários.

 

Dicas Importantes Para Montar o Organograma

Para que seu organograma fique mais eficiente, segue algumas dicas importantes:

    • É pertinente que se tenha um conhecimento amplo sobre todas as áreas e departamentos da empresa, bem como as atividades relacionadas à cada cargo para que não haja divergência de função entre os colaboradores;
    • Quanto mais objetivo e resumido for seu organograma de empresa, melhor será a assimilação pelas equipes.
    • Use softwares legais com tons coloridos para criar seu organograma. Existem várias opções na internet com ferramentas para dar um visual mais atrativo ao seu organograma.

Modelos de Organogramas

Existem vários tipos de organograma empresarial. Dependendo da estrutura da empresa, será identificado o melhor formato:

Organograma vertical:

Esse é o modelo mais clássico de organograma de empresa. A diretoria está no nível mais alto, enquanto que o operacional está inserido nos blocos de baixo.

O organograma vertical segue uma linha hierárquica mais rígida. Quanto maior for a autonomia e a responsabilidade exigidas para cada cargo ou setor, mais alta deve estar a sua posição. A interligação é feita de cima para baixo.

Modelo de organograma clássico nas empresas

 Organograma circular ou radial

No Organograma Circular ou Radial, a hierarquia se apresenta de forma menos rígida, mais suave, colocando-se os cargos lado a lado.

O círculo começa no centro, com a gerência e a diretoria, espalhando-se pelos lados os cargos diretamente ligados.

Esse tipo de organograma é o mais usado em empresas modernas, pois demonstra uma preocupação com o trabalho em equipe.

 

Organograma de empresas modernas

Organograma funcional

O organograma funcional é muito parecido com o organograma vertical. A diferença é que, em vez de representar os cargos de forma hierárquica, ele exibe as relações funcionais dentro da empresa.

 Organograma matricial

O modelo de organograma matricial é muito semelhante ao modelo vertical.  Ele é usado para representar a estrutura de empresas que não têm definição clara das unidades funcionais, mas dos grupos de trabalho, que podem ser temporários.

Ele é mais flexível e pode ser alterado de acordo com novas definições.

É semelhante ao modelo vertical

Organograma linear de responsabilidade

O organograma linear representa a relação entre os cargos e a execução de suas respectivas tarefas. Ele é bem diferente dos demais, com uma estrutura bem mais complexa em função da diversidade e variedade de rotinas existentes na empresa.

 

Organograma Linear

Organograma em barras

No organograma em barras, os cargos e/ou funções são distribuídos em barras com tamanhos diferentes e proporcionais à importância e a autoridade do cargo.

Ele é pouco utilizado pois, não permite a visualização das relações entre os órgãos. O modelo indica apenas o nível de hierarquia – quanto mais alto o cargo, maior o tamanho do retângulo ou barra.

 

Indica apenas nível de hierarquia

Organograma Funcional – Vantagens e Desvantagens

Apesar de ser um excelente instrumento, muitas vezes, esta ferramenta é usada de modo insuficiente, ou seja, vira apenas um documento que não mostra aos colaboradores o porquê de seu setor está presente ali, interligado com tantos outros e muito menos qual a importância deles na construção dos resultados dentro da empresa.

Assim, um organograma funcional que poderia trazer esclarecimentos importantes, não passa mais de um gráfico que não diz nada aos funcionários. Pensando em elucidar ainda mais sobre as reais funcionalidades deste instrumento, vamos conhecer as vantagens e desvantagens do organograma funcional:

 Vantagens

  • Todos podem conhecer a estrutura de trabalho da empresa, compreender seu papel e como ele se relaciona com o trabalho dos colegas e demais setores;
  • Centraliza todas as informações num só lugar e favorece o desenvolvimento de uma visão mais sistêmica sobre o negócio;
  • Prega processos mais estruturados e padronizados;
  • Mostra onde investir na melhoria dos processos e também no desenvolvimento do capital humano.

Desvantagens

  • Não acompanha o desenvolvimento de ambientes em transformação;
  • Pode gerar conflitos entre departamentos e seus colaboradores constantemente, pois gera uma competição negativa entre eles;
  • Os líderes têm que gerenciar, o tempo todo, conflitos entre os setores;
  • Como setoriza bastante cada área, pode gerar animosidades constantes entre elas;
  • Considerado inflexível diante das mudanças corriqueiras que acontecem nas empresas.

Por fim agora que conhecemos as vantagens e desvantagens do organograma funcional é hora de avaliar se ele deve ser ou não uma ferramenta a ser implementada em sua empresa para diagramar sua estrutura e torná-la conhecida por todos. E você, o que achou desta ferramenta? Comente!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/principais-vantagens-e-desvantagens-de-um-organograma-funcional/

Exemplos de Invasão de Privacidade no Ambiente de Trabalho

Exemplos de Invasão de Privacidade no Ambiente de Trabalho

Duvido que exista alguém que gostem de ter sua intimidade profissional e ou pessoal exposta sem o seu consentimento. Quando falamos em invasão de privacidade no ambiente de trabalho, precisamos ser cautelosos para saber diferenciar o que é ser invasivo ou não.

Para isso, é preciso que o funcionário que julgou se sentir prejudicado de alguma forma, tenha conhecimento do código de éticada organização. Possuir essa informação é importante para distinguir o que é ou não é um comportamento incorreto ou mesmo ilegal.

Quer saber mais sobre o assunto? Acompanhe o texto para saber mais sobre o assunto e aprender proteger suas particularidades.

Como diferenciar o que é assunto público ou privado

Muitas vezes, no ambiente empresarial as pessoas não entendem a diferença entre o que é público e privado. Essa falta de conhecimento pode ser o fator primordial para que alguém quebre uma regra e invada a intimidade de outra pessoa no ambiente de trabalho.

Se, por exemplo, o líder tem acesso ao e-mail do colaborador e, este considera isso uma invasão, é importante reavaliar a situação. É o momento de analisar se a atitude é permitida pela política interna da empresa ou não. Caso não seja legal dentro da organização, é o momento de ter uma conversa franca com o líder. A discussão deve ser saudável: a pessoa que se sentiu mal deve explicar seus motivos, assim como aquele que cometeu a ação. Se não isso der certo, já é hora de entrar em contato com a área de Recursos Humanos (RH) e fazer uma denúncia.

Cada corporação tem o direito de desenvolver uma política interna que serve como um documento para que os colaboradores sigam os tópicos no dia a dia. O guia deve ser explicado a todos os funcionários, sejam novos ou não, e pode ser revisado regularmente, já que a sociedade e a comunidade da empresa estão em constante mudança.

Mesmo que cada organização tenha seu sistema de regras e normas internas em relação à privacidade dos colaboradores, vale lembrar que todas elas, independentemente de seu porte ou segmento, são passíveis de sofrerem sanções legais quando desrespeitam as leis constitucionais do País. Isso quer dizer que o código de ética da corporação não está acima da lei. Caso a organização, contrarie nossa legislação, pode ser processadas judicialmente tanto pelo funcionário que se sentiu lesado e exposto, quanto pela própria justiça, na defesa do bem coletivo e individual. Dica: antes de sair por aí processando a tudo e todos, procure reunir as políticas da empresa e as provas do acontecido. Depois, entre em contato com um advogado. Esse será o profissional ideal para lhe aconselhar corretamente sobre todos os passos que devem ser seguidos.

10 exemplos de condutas de invasão de privacidade

Agora vou destacar algumas condutas que podem ser consideradas como invasão de privacidade. Confira!

  1. Instalar câmeras de vigilância em locais privados como banheiros.
  2. Fazer com que o profissional passe pelo detector de mentiras. Isso talvez não seja válido para quem trabalha em organizações de inteligência.
  3. Instalar escutas eletrônicas sem o conhecimento de todos os profissionais envolvidos. Não importa o local: salas de reunião, mesa de trabalho ou até celular, é preciso pedir permissão primeiro.
  4. Monitorar de chamadas telefônicas, salvo aquelas que são feitas com clientes. No caso de quem trabalha com telemarketing, por exemplo, é comum que os líderes de célula escutem as ligações para avaliá-las.
  5. Fazer revistas de bolsas na entrada e na saída da empresa.
  6. Fazer revista íntima em qualquer momento.
  7. Cometer atos de assédio moral ou sexual são formas de invasão do espaço íntimo da pessoa.
  8. Usar informação pessoal como moeda de troca para conseguir promoção ou se manter no trabalho. Isso é chantagem!
  9. Pegar e ou mexer no celular, computador, documentos ou coisas da mesa do colega sem autorização prévia. Mesmo que os dispositivos sejam corporativos é essencial pedir aprovação antes independentemente do nível hierárquico.
  10. Revelar salário e bonificações dos colegas, caso o colaborador tenha acesso a essas informações. Geralmente, o profissional do departamento pessoal tem esses dados. Eles devem ser éticos e guardarem esse relatório apenas para as partes competentes.

Como você pode perceber, esses são comportamentos que extrapolam totalmente a linha do bom senso. Nunca viu nenhuma dessas atitudes acontecerem no local em que você trabalha? Que bom! Infelizmente, muitas pessoas já viram ou foram vítimas desse tipo de conduta.

Direitos e deveres corporativos

Você sabe quais são seus direitos e deveres enquanto empregado da empresa em que está agora? Além disso, você sabe quais são os direitos e deveres da organização para a qual trabalha? Ter conhecimento desses tópicos é essencial para entender se sua índole está de acordo com a cultura da empresa. E também para saber se algo fora do combinado está acontecendo.

As empresas têm o direito e dever de zelar por sua cultura e fiscalizar a execução de suas normas internas. Afinal, o guia de ética é uma forma de fazer com que todos os colaboradores sigam as regras básicas que irão ajudar a todos a cumprirem com os valores e a missão da corporação.

Por outro lado, isso não dá o direito da organização constranger ou mesmo de espionar seus funcionários. Além de contraditórias, algumas dessas atitudes são ilegais. Elas podem tanto gerar problemas emocionais nos colaboradores, como também sanções à empresa, que pode ser penalizada judicialmente pelo comportamento invasivo. Fique atento ao que está acontecendo em volta. Respeite a privacidade dos seus colegas e não deixe que invadam a sua!

O que fazer caso invadam minha intimidade na empresa

Conversar com o seu gestor é o primeiro passo para conseguir resolver a situação. Caso isso não funcione, é o momento de procurar pelo RH. E, se depois de tudo isso você ainda estiver com problemas, procure pela justiça. Minha recomendação é evitar ao máximo sair da esfera da sua empresa. Tente com todas suas forças resolver o problema com as pessoas da organização. Esse pode ser o caminho menos cansativo e mais rápido.

O melhor caminho é sempre aquele que envolve o respeito e a conciliação. Para conseguir esse ambiente saudável, basta que a organização crie regras claras, que atendam suas necessidades e anseios, mas que acima de tudo, respeitem os seus profissionais. Afinal, são eles que cooperam para que a empresa cresça no dia a dia. Lembre-se disso e tenha sempre bom senso!

Comente se ainda há mais alguma ação de invasão de privacidade que você conhece e não escrevi por aqui!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/exemplos-invasao-privacidade-ambiente-de-trabalho/

O que são os valores de uma empresa?

O que são os valores de uma empresa?

Quando uma empresa é criada ela já vem impregnada com uma cultura própria. Os valores de uma empresa nada mais são do que as motivações que determinam o modo como ela será gerida. São as crenças e atitudes que darão a determinada organização sua identidade. Esses itens também pressupõem o conjunto de regras que os funcionários deverão cumprir em busca de obterem resultados positivos, portanto, são também a ética por trás dos comportamentos empresariais.

 

É muito importante não confundir valores com objetivos. Os valores são o que motivam a existência de uma organização, são a filosofia da empresa, aquilo que justifica ela ser e funcionar de determinada maneira, já os objetivos são as metas e conquistas que essa empresa deseja alcançar.

 

Uma empresa de embalagens recicláveis, por exemplo, tem por objetivo produzir produtos de qualidade, vender para o maior nicho de mercado que for possível e assim obter lucro e sucesso. Já os valores de uma empresa que recicla provavelmente estarão associados à preocupação ambiental e uso sustentável de materiais.

 

Como definir valores

 

Definir valores é muito importante para o progresso de uma empresa. Quando o consumidor acessa os produtos e serviços que lhe são ofertados ele gosta de agregar valor a esses produtos ou serviços. Ele gosta de saber que consome algo identificado com as visões de mundo que ele próprio possui.

 

Os valores de uma empresa também são importantes para estabelecer as normas de conduta que devem ser aplicadas por seus funcionários. Normas como “sempre tratar bem o cliente e os colegas”, “buscar solucionar problemas”, “ser proativo”, preenchem de qualidade e elevam a credibilidade de uma empresa.

 

Para definir valores os líderes e gestores devem refletir sobre quais são as convicções éticas, morais e filosóficas da organização e de seus colaboradores, quais condutas seus colaboradores devem ter para que essas convicções sejam sempre postas em prática e quais atitudes sua empresa deve ter para auxiliar na construção de uma sociedade melhor. Após refletir sobre esses três pontos é possível encontrar valores e missões que são confluentes com o espírito da organização.

 

Dito isso, você deve estar se perguntando por onde começar, não é mesmo? É simples! Confira algumas dicas:

 

 

  • Faça uma análise das empresas que você admira: repare, geralmente as grandes empresas costumam ter valores bem estruturados e difundidos em todas as suas ações. Esse pode ser o ponto de partida para o seu negócio. Por isso, é interessante fazer uma lista das organizações que você admira, sendo elas do mesmo segmento que você atua ou não.

 

 

Pesquise quais são suas declarações de valores e como eles estão incorporados nos modelos de negócios delas. A partir disso, reflita bem sobre o que você pode aprender com esses exemplos e tente entender como eles traduzem a essência do negócio, como podem ser inspiradoras e que fazem a empresa ser lembrada.

 

 

  • Evite os dois erros mais comuns

 

 

  1. Não confunda os valores da sua empresa com outros pilares organizacionais que representam uma organização. Alguns empreendedores e gestores cometem falhas graves na definição da sua identidade corporativas. Não é raro depararmos com definições genéricas e óbvias que nada dizem a respeito das motivações que inspiram o trabalho e os serviços prestados pela empresa. Pense em diferentes formas mais inspiradoras e desafiadoras de definir como a sua empresa se define e como tudo isso será o cartão de visitas que levará a sua organização até o sucesso.

 

2) Nem oito, nem oitenta. Quais são as informações principais da sua identidade corporativa? Na hora de definir os valores da sua empresa é preciso ser sucinto e resumir as características marcantes e diferenciais do seu negócio. Falar de maneira resumida, no entanto, não significa falar pouco. Cuidado com as declarações muito genéricas. Da mesma forma, não exagere, você precisa sintetizar a sua essência sem entediar quem está lendo ou ouvindo a respeito da sua empresa. Não complique a descrição com o uso de termos sofisticados, que, quando reunidos, podem soar vazios, sem importância ou significação. Busque equilíbrio e lembre-se da máxima: “não seja nem oito, nem oitenta”.

 

Responsabilidade corporativa

 

Os valores e princípios de uma corporação devem ser comunicados a todas as pontas que a compõem. Assim como em um quebra-cabeças, uma organização é formada por diferentes peças e, todas elas, têm fundamental prioridade para que a engrenagem organizacional faça sentido. Sendo assim, é imprescindível que colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e gestores identifiquem-se e conheçam os valores da empresa que eles, em diferentes frentes de trabalho, representam.

 

É preciso disseminar as estratégias da organização, as políticas de gestão, os programas, os benefícios, as normas e os procedimentos, bem como a apresentação do Código de Conduta, cuja orientação é dar ampla e clara compreensão dos padrões esperados de todos os funcionários.

 

Com isso em mente, cada empresa deve definir seu próprio conjunto de valores, considerando aqueles que são vistos como essenciais para um bom sistema de Governança Corporativa e integram, inclusive, as recomendações do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Veja quais são eles:

 

 

  • Transparência: a boa comunicação é a chave para a criação de valor em um ambiente corporativo. É preciso fazê-la interna e externamente, gerando o clima de confiança essencial para fazer as coisas darem certo. Para isso, é preciso ser franco, espontâneo e tempestivo para começar. E, preste atenção, a transparência não deve ser resultado apenas da obrigação, mas sim do desejo sincero de revelar tudo aquilo que possa ser relevante para as partes interessadas dentro da organização.

 

 

 

  • Equidade: parece óbvio, mas é sempre bom lembrar que é preciso tratar de forma justa e igual todas as partes interessadas e participantes de uma organização, sobretudo grupos com menos poder, tais como colaboradores, clientes, fornecedores, investidores, entre outros. Da mesma forma, é fundamental investir em atitudes ou políticas que repreendem ações discriminatórias, como define o IBGC.

 

 

 

  • Prestação de contas: é dever dos administradores e gestores prestar contas de sua atuação, assim como, responder integralmente por todos os atos e fatos sob sua responsabilidade.

 

 

 

  • Conformidade: é essencial prezar que todas as ações da organização respeitam integralmente as leis, normas e regulamentações aplicáveis aos seus negócios.

 

 

O papel do gestor na disseminação dos valores da empresa

 

Sabendo da importância de definir com maestria e disseminar os valores da empresa para todo o organismo corporativo, o Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) criou o curso Business & Executive Coaching para potencializar a sua atuação como gestor no ambiente organizacional e despertar o melhor da sua organização.

 

Aprenda técnicas e conheça ferramentas de gestão. Torne-se um profissional com uma percepção completamente nova do comportamento humano e desenvolvimento de equipes e veja como os seus valores podem estar refletidos nessas ações. Além disso, entenda o seu papel de gestor na disseminação dos valores da empresa e veja como assessorar toda a sua equipe para lidar melhor com os desafios do dia a dia e desenvolver novos comportamentos dentro da sua organização.

A partir da construção de valores fica muito mais fácil perceber que os objetivos de uma empresa também passam por aquisições que não estão apenas no campo dos lucros financeiros, mas também dos ganhos em público consumidor fiel e imagem agradável no mercado.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-que-sao-os-valores-de-uma-empresa/

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