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Medo de Não Ser Bom o Suficiente – Entendendo Este Tipo de Comportamento

Medo de Não Ser Bom o Suficiente – coaching - casule

Alguma vez na sua vida já sentiu medo de não ser bom o suficiente para realizar algo? Se sim, saiba que isso é bastante comum e reflete um sentimento de insegurança que, muitas vezes, tem a sua origem ainda na infância. A melhor maneira de resolver essa questão em seu interior é entendendo as razões para ela existir. Através dessa compreensão, conseguirá descobrir quais são as suas necessidades, as origens dos seus medos e, então, trabalhar efetivamente para vencer estes desafios.

O Que é o Medo de Não Ser Bom o Suficiente?

Um indivíduo que tem esse medo está a todo o momento se julgando incapaz de realizar algo e se colocando abaixo dos demais. Nesse sentido, ao ser contratado por uma empresa, iniciar um novo relacionamento ou participar de um projeto acadêmico, por exemplo, é tomado por uma grande insegurança de que não conseguirá atingir as expectativas dos outros. Mesmo que alguém o elogie e diga o quanto é competente e talentoso, continuará acreditando que não será capaz.

Em grande parte dos casos, essa crença limitante tem a sua origem na infância. No início da vida, a criança está formando a sua autoestima, então cabe aos pais a estimularem para que ela cresça e se torne um adulto seguro e autoconfiante. Contudo, muitas vezes por falta de informação e com a intenção de acertar, eles pesam a mão nas cobranças, deixando de lado os elogios e a motivação, que são fatores de grande importância ao autorreconhecimento.

Dentre as principais situações que levam uma criança a se sentir insegura, as que mais se destacam são:

  • Fazer comparações com outras pessoas, colocando-a como inferior;
  • Elogiar outras crianças, mesmo sem citar o filho, mas focando em alguma característica que ele não tenha;
  • Criticar a criança de forma excessiva, sem citar nenhuma característica positiva dela;
  • Focar sempre no que ela fez de errado, deixando as coisas boas de lado.

Vale dizer que, na grande maioria dos casos, os pais não agem dessa forma por mal, muito pelo contrário. Alguns, como também foram criados assim, acreditam que a rigidez seja o caminho certo para que os seus filhos se tornem pessoas de bem e seres humanos mais fortes. Muitos, inclusive, conseguem atingir esse objetivo, contudo, o indivíduo que por fora se mostra correto e competente, por dentro guarda uma grande insegurança, que é motivo de muito sofrimento e, por isso, mesmo não se acha bom o suficiente em nada.

Dicas Poderosas Para Superar o Medo de Não Ser Bom o Suficiente

Caso tenha se identificado com esse bloqueio, saiba que é possível superar esta ideia negativa e desenvolver a sua autoconfiança. Ser inseguro não é destino, você é capaz de tomar consciência em relação às suas qualidades e se tornar uma pessoa segura e autoconfiante. Continue acompanhando e veja como promover essa mudança dentro de si.

1 – Ressignifique a Razão da Sua Insegurança

Como disse, a insegurança pode ter a sua origem na infância. Se esse é o seu caso, ao invés de se lamentar e culpar os seus pais, procure ressignificar esse sentimento em seu interior. Certamente, a intenção deles era a de te dar uma boa educação, para que aprendesse e se tornasse uma pessoa de bem. Portanto, mudar a sua percepção, ou seja, buscar encontrar a intenção positiva neste comportamento por parte deles fará com que reveja também os sentimentos nocivos em relação a si mesmo e possa encontrar um sentido novo e mais positivo em cada ação.

Para isso, pergunte-se, por exemplo, como estas experiências ou a educação recebida te ajudou a se tornar um profissional bem-sucedido, uma pessoa honesta ou um pai ou mãe de família mais responsável? Nada é em vão, dependendo da forma que enxergar, pode ser lição e fonte de inspiração para o seu crescimento. Permita-se ressignificar, pois esse é um passo importante para vencer a insegurança que sente.

2 – Conheça o Seu Potencial

Geralmente, os indivíduos inseguros não conhecem todo o potencial que possuem e duvidam de suas capacidades, talentos e habilidades. Então, sugiro que comece a olhar mais para si e invista no autoconhecimento, pois esse é o caminho para desenvolver a sua confiança. Ao invés de focar apenas nos pontos que considera como insatisfatórios e, olhe, neste instante, apenas para os seus aspectos positivos. Então, tenha compaixão por si mesmo e valorize mais quem você é. Para isso, sugiro que crie uma lista com todas as suas habilidades, tanto profissionais quanto pessoais. Tenho a certeza de que passará a se enxergar de outra forma depois desse exercício.

3 – Desenvolva o Que Achar Necessário

O autoconhecimento deve ser amplo e, por isso, não envolve apenas qualidades, mas também os chamados pontos de desenvolvimento. Nesse sentido, identifique, também, as características de seu comportamento que acredita que possam ser melhoradas e outras que deseja desenvolver, o mesmo vale para conhecimentos. O próximo passo está em transformar essas informações em metas, para que comece a trabalhar diariamente para alcançá-las. Dê o seu melhor, persista e, com certeza, conseguirá promover essas importantes mudanças.

4 – Relembre e Valorize as Suas Conquistas

Assim como montar uma lista com as suas qualidades pode te ajudar a se tornar mais confiante, relembrar as suas conquistas será tão positivo quanto. Fazer esse tipo de exercício é necessário porque a mente humana costuma registrar com maior ênfase apenas as falhas, muitas vezes relegando os sucessos ao esquecimento. Por isso, é importante se forçar para lembrar das conquistas que foi capaz de alcançar. Assim, dará mais um passo para se dar conta do ser extraordinário que é.

5 – Questione-se a Respeito da Sua Insegurança

Sempre que sentir que não é bom o suficiente para realizar determinada atividade, questione-se a respeito disso. Pergunte-se de onde vem essa falta de confiança e, então, poderá lidar com ela de forma mais racional, impedindo que essa crença limitante te impeça de prosseguir. Faça isso toda vez que se sentir inseguro, triste, com raiva, o ato de tomar consciência sobre o que acontece contigo é fundamental para assumir o controle e evitar ser tomado pelas emoções.

6 – Pense Positivo

O pensamento positivo não é mágico, mas é altamente transformador. O que quero dizer é que não basta pensar que tudo vai dar certo para que as coisas automaticamente sejam realizadas com sucesso, sem nenhum tipo de esforço. Entretanto, o fato de acreditar que conseguirá realizar tudo o que precisa te ajudará a ter energia e motivação para fazer tudo funcionar de forma eficaz.

Não conheço nenhum pessimista de sucesso. Portanto, alimente crenças e sentimentos bons que te ajudem a reconhecer sempre a pessoa maravilhosa que é que te inspirem a ter sempre motivação para agir e transformar seus sonhos e metas em realidade.  Ouse acreditar em si mesmo, ouse ir além!

7 – Entenda Que Falhar Não é o Fim

Não se engane; as pessoas que têm boa autoconfiança também falham, pois são seres humanos como eu e você. A diferença está no fato de que elas conseguem tirar uma lição positiva de seus erros ao invés de acreditar que eles significam o fim. Tomar uma decisão não tão boa ao realizar um projeto não faz de você incompetente, por isso, veja o que pode aprender com cada situação e continue caminhando, pois é assim que conseguirá chegar ao seu destino.

O medo de não serem boas o suficiente leva muitas pessoas a se fecharem para o mundo e a evitar se mostrar, se arriscar. Não deixe que isso aconteça contigo e sabote os seus resultados. Se mesmo batalhando para se tonar mais confiante ainda sentir que precisa melhorar, procure ajuda para libertar-se da insegurança que sente e ter mais qualidade de vida e menos autocobranças. Cada indivíduo tem suas características que são únicas e guarda dentro de si um potencial extraordinário. Ouse reconhecer seu poder interior, conhecê-lo na essência e conquiste a autoconfiança e plenitude para ir além.

Fonte: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/medo-nao-ser-bom-suficiente-entendendo-comportamento/

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Tiago Curcio
Tiago Curcio
É Coach e empreendedor nas áreas de saúde e tecnologia. Especialista em Inteligência de Negócios e em Programação Neurolinguística (PNL), adora pedalar e ficar com a família.

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