Saiba qual é o perfil do profissional do futuro

Saiba qual é o perfil do profissional do futuro

As mudanças sociais e o advento de novas tecnologias interferem e modificam o mercado de trabalho constantemente. Não somente as empresas devem se adaptar aos novos cenários, como os próprios profissionais precisam estar preparados para oferecer as habilidades e capacitações exigidas no preenchimento de posições.

Considerando os setores em crescimento no Brasil e no mundo, especialistas consideram que o profissional do futuro será aquele com algum conhecimento voltado à globalização, envelhecimento da população, conectividade e sustentabilidade. Diante disso, muitas pessoas ficam em dúvida se devem investir em determinada especialização em vez de outra ou aprender determinado idioma em detrimento de outro, por exemplo.

O fato é que não é possível ditar exatamente qual será o cenário vivenciado pelo mercado de trabalho daqui há alguns anos e somente o investimento em capacitação técnica poderá não ser suficiente para fazer de você um profissional do futuro. Em um ambiente cada vez mais incerto e complexo, aperfeiçoamentos como esses poderão até ajudar, mas o que farão realmente a diferença serão as habilidades comportamentais. Entre elas, a ousadia, coragem e iniciativa para agir assertivamente são as mais valorizadas atualmente e que continuarão a ser, independentemente da área de atuação.

Como o amanhã se faz das atitudes do hoje, o profissional de sucesso é aquele que cria oportunidades, enxerga além do que todo mundo vê e trilha seu próprio caminho naturalmente, se tornando diferenciado e conquistando destaque. Nesse sentido, antecipar-se às necessidades do mercado é uma atitude interessante e favorável para o crescimento e evolução de sua carreira.

Se você deseja aumentar suas chances de ter um futuro promissor, é necessário acompanhar as constantes mudanças  e desenvolver continuamente suas habilidades. Isso permite que você tenha uma visão sistêmica a respeito do mercado e amplie suas possibilidades.

Características do profissional do Futuro

Analisando as modificações e tendências da atualidade, é possível identificar algumas características que você pode desenvolver para ser um profissional do futuro. Confira:

MULTIDISCIPLINARIDADE

É preciso que o indivíduo seja especialista em um nicho específico, para que ele tenha um nível de excelência acima da média, mas essa segmentação deve ser acompanhada de uma bagagem ampla de conhecimentos. O ideal é que o profissional saiba de tudo um pouco, o que estimula sua criatividade e capacidade de inovação.

CAPACIDADE DE LIDAR COM IMPREVISTOS

As novas tecnologias e outros fatores prometem ainda mais mudanças nos próximos anos. Por esse motivo, o profissional do futuro é aquele que sabe lidar com imprevistos, tem jogo de cintura para conduzir situações de forma positiva e está sempre preparado para propor soluções diante dos desafios comuns no cotidiano das organizações.

PROATIVIDADE

proatividade é uma das habilidades mais requisitadas do mercado de trabalho atual e, pelo visto, continuará sendo. Em um cenário de grande competitividade, as organizações darão preferência aos profissionais que tomam a iniciativa e contribuem constantemente com sugestões e ideias para ajudá-las a melhorar sua performance e se destacarem ainda mais no mercado.

BOA COMUNICAÇÃO

A tecnologia surgiu para acelerar os processos e resultados das organizações. Com ajuda da internet, é possível fazer reuniões e fechar negócios a quilômetros de distância, além de atingir um público mundial, sem estar presente em todos os locais. Apesar disso, as máquinas não substituem o poder do contato pessoal e da reciprocidade de sentimentos.

A tendência é que as empresas invistam cada vez mais em processos humanizados. O atendimento personalizado e o marketing de relacionamento são algumas consequências dessa mudança. Por isso, o profissional do futuro se comunica adequadamente, transmitindo a sua mensagem de forma eficaz. Ao mesmo, sabe ouvir e entender as necessidades de seus líderes, colegas de trabalho e clientes. Com isso, estabelece um bom relacionamento interpessoal.

DESENVOLVIMENTO CONSTANTE

O profissional do futuro deve estar atento a tudo que diz respeito a sua área de atuação, além de se autodesenvolver continuamente. Por isso, precisa manter-se atualizado, investindo em especializações e cursos de desenvolvimento humano que ajudem a aprimorar suas capacidades técnicas e emocionais, como o Coaching. Além disso, deve estar sempre pronto a aprender com as pessoas ao seu redor.

CRIATIVIDADE

As organizações valorizam profissionais que fazem mais do que o feijão com arroz e sempre estão inovando. A criatividade, portanto, é uma das principais habilidades do profissional do futuro, porque eles ajudam e continuarão ajudando a melhorar a performance das empresas em que atuam.

Para quem quer empreender, o empreendedorismo começa com uma ideia. Para ser bem sucedido, você precisa estar sempre pensando em novas ideias e a melhor maneira de executar seus projetos.

O profissional do futuro não deve estar satisfeito com a atual situação. Deve sempre pensar fora da caixa, procurando novas oportunidades, sempre uma nova solução. 

APAIXONADO PELO QUE FAZ

Fazer o que lhe dá retorno financeiro, nem sempre é fazer o que gosta. A verdade é que o segredo do sucesso e do profissional do futuro, é “gostar do que faz”. Ser apaixonado pelo seu trabalho. Essa é uma das características mais importantes para o seu sucesso. Sem paixão, não há solução! Não tem razão de ser qualquer tipo de negócio se você não botar amor no que está fazendo. 

Quando você ama o que faz e é dedicado no negócio, as possibilidades de dar errado minimizam. Coloque confiança em si mesmo e no seu negócio. Seja proativo. 

MOTIVAÇÃO

Como afirmou Steve Jobs, em uma entrevista: “Estou convencido de que cerca de metade do que separa os empreendedores de sucesso dos não bem-sucedidos é pura perseverança”.

Espelhados em sua paixão e ideias inovadoras, muitos profissionais dedicam longas horas de trabalho em busca de um negócio promissor. O profissional do futuro terá que ter essa habilidade. Ser autodidata, auto-motivado. Ter ideias inovadoras sempre (principalmente se for um empreendedor), ou seja, não esperar que alguém diga o que fazer, e sim fazer você mesmo o que tem que ser feito. Comandar seu tempo e como você gasta ele. 

OTIMISMO

Ser um profissional do futuro é ver sempre a positividade. Vale sonhar também! Ver o lado melhor em tudo e como o mundo também pode se tornar um lugar melhor. Eles nunca se detêm no passado ou no negativo. Em vez disso, eles se concentram em seguir em frente e estar no topo. 

Quando confrontados com desafios, esses profissionais não terão problemas impossíveis de resolver. Vão vê-los como grandes oportunidades. A crise financeira que assola o país é um exemplo de que muitos desses profissionais são resilientes e encontram ótimas oportunidades para empreender. Tudo isso faz com que eles se alimentem de energia para ir além. 

ORIENTADOS PARA O FUTURO

Estão com o foco para o futuro, em seguir sempre em frente. São bem orientados para seus objetivos e sabem o que querem, com exatidão. Como seus objetivos estão sempre bem definidos, é difícil para eles até perder esse foco. Tem uma visão extremamente forte e firme que os ajuda a impulsionar suas realizações. Sempre de olho na meta para não perder o caminho do sucesso. 

PERSUASÃO

Para ter sucesso nos negócios, você precisa conhecer negócios. Se você é perspicaz e sabe falar a língua do seu interlocutor, você terá grandes chances de ter sucesso como empreendedor. Especialmente quando estiver começando. Todo empreendedor precisa ganhar confiança daqueles que estão à sua volta para aprovação de sua ideia. E se é uma ideia com inovações, pode haver algum ceticismo aí antes de alguém querer investir dinheiro no seu negócio. Por isso que esse profissional terá que ser persuasivo para vender sua grande ideia. 

FLEXIBILIDADE

Ser flexível é adaptar-se a situações diferentes e desconhecidas para você. O profissional do futuro terá que acompanhar todas as inovações, inteligência artificial, etc. Talvez você mesmo precise colocar a mão na massa do que contratar um outro profissional para desenvolver pequenas tarefas para você. Mesmo que não vá trabalhar sozinho, e sim para uma empresa, é preciso ampliar esses conhecimentos. Estar sempre disposto e pronto, com mente sempre aberta e dispostos a mudanças. 

LIDAR COM CONFLITOS

No mundo dos negócios, os problemas são rotineiros. Saber não se esquivar dos desafios e conflitos é uma importante habilidade para o profissional do futuro. Ao invés disso, eles terão que enfrentá-los de frente e apresentar uma solução de forma bem eficaz. Também terão que saber aproveitar o que tem: tempo, dinheiro e esforço, com planejamento e um propósito. 

DECISIVO

Um profissional que procrastina não tem espaço no futuro de qualquer negócio ou empresa. Ele deve estar ciente do que tem que ser feito e o tempo que terá que finalizar cada passo. Aproveitar o dia e concluir o trabalho. Essa é sua missão. 

Em sua opinião, qual o perfil do profissional do futuro? Comente e compartilhe com seus amigos em suas redes sociais!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/saiba-qual-e-o-perfil-do-profissional-do-futuro/

Competir ou Diferenciar-se? Qual você escolhe?

Competir ou Diferenciar-se? Qual você escolhe?

Estamos vivendo um momento em que as coisas acontecem com uma velocidade incrível. A cada dia surgem novas tecnologias, descobertas, inovações, o que acaba impactando na vida das pessoas, principalmente no que se refere à carreira. Então, entra em cena o questionamento do título do artigo: competir ou diferenciar-se, qual será o melhor caminho? Continue acompanhando e faça essa reflexão comigo sobre esse tema tão importante e atual.

Competir ou Se Diferenciar – O que muda nessas duas atitudes?

Em uma competição de corrida, o objetivo de um atleta é ser mais rápido do que os outros. Dessa maneira, por mais que ele se atente à sua própria velocidade, é natural que olhe para os lados e veja como está sua colocação em relação aos demais. Na vida, as coisas acontecem de modo um pouco diferente, afinal de contas existem muito mais fatores em jogo do que apenas uma pista e uma linha de chegada.

Cada indivíduo tem a sua história, os seus valores, os desafios que enfrentou e enfrenta diariamente e daí por diante. Assim, a competição se torna um tanto desigual e, até mesmo, sem sentido, sem contar que não há uma linha de chegada propriamente dita, já que cada um tem os objetivos que deseja alcançar, por motivos totalmente diferentes.

Dentro de uma empresa, quando um colaborador assume uma postura de competição, passa a se preocupar demais com o que os colegas estão fazendo, porque deseja ser melhor. Com isso, tem grandes chances de perder o foco no meio do caminho por se sentir menos capaz, além de correr o risco de parecer arrogante e individualista, o que não é nada bom para trabalhar em equipe.

Por outro lado, se esse mesmo colaborador decide que irá seguir por um caminho para se diferenciar, ele passará a olhar mais para si mesmo, identificando seus pontos fortes e aqueles que pode aperfeiçoar. Seu foco deixará de estar nas outras pessoas, afinal de contas não se pode mudá-las. Assim, passa a competir consigo mesmo, com quem um dia foi no passado, com a intenção de evoluir cada vez mais e se tornar a sua melhor versão.

Por que competir não é interessante?

No âmbito esportivo, as competições consideram todas as condições que podem interferir no resultado, a fim de torná-lo justo. Por essa razão, as lutas consideram o peso dos atletas, assim como esportes de quadra são separados em modalidades masculinas e femininas e no futebol existem os times sub-20 e profissionais, que são os que têm jogadores mais experientes. Já na vida, somos todos diferentes, tanto em aparência quanto em experiências.

Em uma sala de aula de um curso de medicina, por exemplo, os alunos têm acesso ao mesmo conteúdo, passam pelas mesmas avaliações e estão no mesmo período do curso. Contudo, é preciso considerar que cada um tem uma história pregressa. Pode haver um indivíduo que está em sua segunda formação e que já trabalha há anos na área da saúde, outro que veio de uma profissão totalmente diferente e um jovem que acabou de sair do ensino médio.

Considerando apenas esses perfis que citei como exemplo, você acha válido que um desses alunos se compare com os outros, seja para se sentir inferior ou superior? A resposta é não, simplesmente porque será uma atitude totalmente sem sentido e que não o levará a parte alguma. Porém, se esse mesmo aluno resolver que irá focar em dar o seu melhor, certamente acabará se tornando um dos destaques da turma, porque se concentrou no que podia mudar dentro de si, sem se distrair com o que os outros estão fazendo.

5 Dicas Para Se Diferenciar e Deixar a Competição de Lado

Agora que você já sabe que se diferenciar é a melhor escolha para alcançar o sucesso, confira dicas que te ajudarão a se destacar focando em si mesmo e no que pode fazer para se desenvolver e evoluir.

1 – Faça uma análise sobre o seu estado atual

Como está a sua carreira, os seus relacionamentos pessoais e sua conexão consigo mesmo? Reflita a respeito, porque é essencial reconhecer o seu estado atual para traçar estratégias e chegar ao estado desejado. Porém, lembre-se de fazer realmente uma análise e não uma sessão de culpa e arrependimentos. A intenção não é se sentir mal e sim entender o que pode fazer para melhorar.

2 – Identifique os objetivos que deseja alcançar

Depois de saber onde está, chega o momento de identificar o lugar em que deseja chegar. Quer ser promovido, abrir um negócio, ter mais tempo com sua família? Liste todos os seus desejos, mas sempre tendo em mente que é preciso que sejam vontades suas e não de terceiros. Assim, conseguirá se manter motivado durante todo o caminho, porque será incentivado pelos seus próprios sonhos.

3 – Questione-se sobre o que precisa fazer para realizar o que deseja

Agora que você já tem em mente o que quer realizar e como está agora, é hora de fazer a subtração e entender o que falta para concretizar os seus planos. Talvez precise se organizar financeiramente, fazer novos cursos, cuidar mais de si e daí por diante. Essas respostas são totalmente pessoais e são elas que te ajudarão a definir os caminhos que irá perseguir.

4 – Ouça feedbacks de outras pessoas

Muitas vezes, não nos damos conta de comportamentos que temos que possam estar nos prejudicando de alguma maneira. Desse modo, é interessante ouvir os feedbacks de outras pessoas também, para que os considere ao fazer o seu planejamento. Caso não tenha esse costume, no início pode ser desafiador ouvir o que dizem a seu respeito, mas, aos poucos, entenderá que as críticas podem, sim, serem usadas de modo positivo.

5 – Inspire-se naqueles que admira

Quando digo que se diferenciar é melhor do que competir, não estou sugerindo que feche totalmente os seus olhos para as outras pessoas, afinal, você pode aprender muito com elas. Entretanto, em vez de desejar competir, prefira se inspirar no foco do colega que sai do trabalho e vai para a faculdade, no amigo que foi promovido, na vizinha que abriu um negócio e está fazendo sucesso. Inspire-se nos bons exemplos e se mantenha motivado para alcançar todos os seus objetivos.

Gostou do artigo? Deixe o seu comentário abaixo falando a respeito da sua opinião sobre competir e se diferenciar.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/competir-diferenciar-se-qual-voce-escolhe/

Saiba o Que Dizer Quando Pedirem Que Descreva o Seu Perfil Profissional em uma Entrevista

Saiba o Que Dizer Quando Pedirem Que Descreva o Seu Perfil Profissional em uma Entrevista

Se descrever é um desafio para muitos, principalmente em uma entrevista de emprego. O principal motivo para isso é que uma parcela significativa das pessoas não se conhece verdadeiramente, isso sem contar na insegurança de não saber exatamente o que pode ou não lhe favorecer a conseguir a vaga em questão. Se tem dúvida sobre o que dizer quando pedem que descreva o seu perfil profissional, este é o artigo certo para você. Continue acompanhando e saiba como formular uma resposta fantástica e que te aproxime do seu objetivo.

O Que é Perfil Profissional?

O perfil profissional é uma espécie de resumo para descrever as principais habilidades de um indivíduo. Costuma ser solicitado em currículos e entrevistas de emprego, além disso, pode ser usado para fazer contatos e se apresentar ao encontrar alguém da sua área em um evento, por exemplo. É claro que existe uma diferença no tipo de informação que irá citar de acordo com a situação, porém, de qualquer maneira, é interessante ter em mente algumas possíveis respostas, para que saiba usá-las no momento certo.

Descreva o Seu Perfil Profissional – 7 Dicas Para Dar uma Resposta Extraordinária!

Uma das primeiras perguntas que os recrutadores costumam fazer aos candidatos a uma vaga de emprego envolve pedir que descrevam seu perfil profissional. A verdade é que existem várias maneiras de responder, contudo, por se tratar de um momento em que é natural se sentir ansioso, por conta do desejo de que tudo dê certo, o ideal é se preparar previamente, para que consiga dar o devido destaque aos seus atributos e se mostrar como o profissional ideal para o que a empresa precisa.

A seguir, você verá cinco dicas práticas que te ajudarão a se conhecer melhor e, assim, se preparar para descrever o seu perfil profissional para passar segurança e verdade ao falar a respeito dele em uma entrevista de emprego.

1 – Anote as Principais Informações Sobre Você

Uma ótima maneira de começar a formular a resposta sobre o seu perfil é listando as principais informações sobre você e que, claro, tenham relevância no âmbito profissional. Considere a sua formação, as principais experiências que teve até aqui, as principais conquistas que obteve ao longo de sua carreira, como prêmios, promoções, suas competências e habilidades mais marcantes e, por fim, os seus objetivos em relação à empresa para a qual deseja trabalhar.

2 – Pense Como Se Fosse o Recrutador

Ao formular a sua resposta, é interessante pensar como se você fosse o recrutador. Coloque-se no lugar dele e imagine o que iria considerar mais importante ao selecionar um candidato para aquela vaga. O que iria exigir? Iria focar mais nas experiências ou nas competências? É claro que não dá para saber exatamente o que ele dará mais ou menos importância, porém, fazer esse exercício é positivo para que veja a situação sob outras perspectivas e, assim, encontre novas maneiras de agregar à sua resposta.

3 – Considere os Principais Requisitos Para a Vaga

Quando você vai fazer uma viagem, é necessário saber como estará o clima no seu destino para montar uma mala com as roupas adequadas, certo? Quando se trata de descrever o seu perfil profissional, é importante também ter informações sobre a vaga em questão, para que veja, dentre as suas qualificações, aquelas que fazem mais sentido. Então, poderá dar maior ênfase a elas, a fim de mostrar que é realmente o candidato ideal. Lembrando que a intenção não é fingir ter características que não tem, e sim selecionar no seu guarda-roupa de qualidades aquelas que serão mais interessantes para a função que deseja exercer.

4 – Fale de Modo Objetivo

Uma entrevista costuma ser o segundo momento com o qual um candidato se comunica com a empresa na qual deseja trabalhar. O primeiro acontece através do currículo, que exige um pouco mais de objetividade, já que todas as informações devem caber em uma folha de papel. Já na entrevista é possível se estender um pouco mais, explicar suas qualificações e experiências em detalhes.

Entretanto, é preciso que tome cuidado para não se prolongar demais, afinal, é bem provável que o recrutador tenha outros candidatos para entrevistar. Desse modo, cuide para dizer tudo o que é necessário de modo objetivo, sem florear. Encontre o equilíbrio entre falar demais e de menos, para que passe o seu recado com clareza.

5 – Evite Dar Respostas Clichê

Ao fazer uma breve busca no Google é possível encontrar milhares de exemplos de descrição de perfil profissional. Entretanto, é impossível encontrar um que te descreva perfeitamente, afinal, se cada ser humano é único, os profissionais também são. Além do mais, respostas clichê, como: “sou proativo, trabalho bem em equipe, tenho bom relacionamento interpessoal e sou multitarefa”, não são bem vistas pelos recrutadores. Portanto, seja original e dê uma resposta que realmente te represente e te diferencie dos demais candidatos.

6 – Utilize um Resumo da Resposta ao Enviar Seu Currículo

Após ter uma ideia a respeito do que responder quando perguntarem sobre o seu perfil profissional, procure criar um resumo em cima disso para utilizar no seu currículo ou no corpo da mensagem ao enviá-lo por e-mail, por exemplo. Para fazer isso, lembre-se que o resumo é como uma isca para que a pessoa se interesse e deseje saber mais a respeito do conteúdo apresentado, portanto, capriche!

7 – Domine a Resposta Sem Decorar

A intenção de se preparar previamente para descrever o seu perfil profissional é a de que tenha segurança ao falar e evite que a ansiedade te faça esquecer de algum detalhe importante. Contudo, a ideia é a de que saiba o que dizer com segurança e não que decore, afinal, isso poderá causar uma impressão ruim ao recrutador. Além disso, ele poderá fazer a pergunta de outra maneira, tornando necessária a adaptação da resposta.

Gostou das dicas? Espero que elas te ajudem a fazer uma excelente apresentação do seu perfil profissional e, assim, conquiste a vaga que deseja. Aproveite para enviar este artigo para os seus amigos que também estejam à procura de novas oportunidades!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/saiba-que-dizer-quando-pedirem-que-descreva-seu-perfil-profissional-uma-entrevista/

Competição no Trabalho – Pontos Positivos e Negativos

Competição no Trabalho – Pontos Positivos e Negativos

Você já sentiu que estava sendo pressionado para ser o(a) melhor em algo? Pode ser no meio acadêmico, no mercado ou até mesmo recordes relacionados a questões pessoais. Enfim, desde cedo todos nós somos condicionados a competir para sermos os(as) melhores em algum tema. 

Por um lado, o fato é positivo, pois a competitividade estimula os profissionais a estarem em constante evolução. Mas, do outro lado da moeda, isso pode ser negativo, pois alguns colaboradores podem extrapolar limites relacionados ao bom senso, criando um clima de falta de respeito.

Para que você consiga enxergar os aspectos positivos e negativos com mais clareza, vou te mostrar quais são as diferenças entre eles ao longo deste texto. Minha intenção é que você possa usar esse conhecimento novo no seu dia a dia, desafiando a si mesmo a ser um profissional mais ambicioso. Acompanhe!

5 pontos positivos da competitividade

Apesar de muitas pessoas relacionam à competição a algo ruim, nem sempre isso é verdade. É essencial analisar o contexto antes de entender se a competitividade está atrapalhando ou ajudando. Confira agora quais são os 5 principais pontos positivos da característica: 

1 – Incentivar para evoluir: a competitividade pode ser o tempero que uma equipe precisa para estimular o desenvolvimento individual de cada um dos integrantes, tanto do lado técnico quanto comportamental. 

Por exemplo, quando um profissional vê que o colega ganha mais destaque por ser mais ambicioso na entrega das atividades, ele passa se esforçar para ter essa relevância também. Porém, para conseguir o espaço, pode ser que ele precise estudar mais ou entregar tarefas com um nível maior de qualidade. 

2 – Compartilhar para criar mais: a competição saudável entre os profissionais pode ser uma ótima forma de construir um ambiente de criatividade, inovação e empreendedorismo. 

Por exemplo, um profissional que é acostumado a entregar somente o “feijão com arroz”, pode se sentir desconfortável quando um novo colaborador entrega mais do que o normal em uma atividade. Para alcançar esse nível, a partir de agora, ele deve começar a estimular a própria criatividade. 

3 – Criar modelos se seguir: os profissionais ficam mais atentos ao trabalho e aos comportamentos dos colegas e buscam nesses algum tipo de inspiração para evoluir sempre.

Vamos ver mais um exemplo? Imagine que uma pessoa entrega uma atividade que atinge a meta e é totalmente fora da curva. Esse fato eleva a régua das próximas entregas das outras pessoas e pode servir como exemplo de boa prática.

4 – Desenvolver para crescer: a competitividade aumenta a produtividade e desenvolve a capacidade do colaborador lidar com crises, de forma rápida e assertiva.

Um bom exemplo disso é quando um profissional passa a mudar a forma como entrega as tarefas, pois aprendeu um caminho melhor ao ver outra pessoa se destacando.

5 – Reconhecer para gerar mais resultados positivos: incentivar a competição saudável no ambiente corporativo demonstra que a empresa tem bons profissionais e que reconhece o trabalho dos melhores.

Por exemplo, é estratégico que a área de recursos humanos (RH) e a gestão saibam como valorizar o profissional que está obtendo melhores resultados, sem humilhar os outros Dessa forma, outros colaboradores vão se esforçar mais para serem reconhecidos também. No fim das contas, essa ação ajuda na criação de um capital humano de alta performance, preparado para atender as necessidades da empresa e mudanças do mercado.

5 pontos negativos da competitividade

Hora de redobrar a atenção para conferir quais são os 5 pontos negativos relacionados a negatividade. 

1 – Quando se torna guerra, no lugar de ser mercado de trabalho: a competitividade exagerada acontece quando os colaboradores se colocam na posição de combate ao outro, que deixa de ser colega de trabalho para ser inimigo.

No dia a dia, é possível perceber esse tipo de comportamento quando um profissional passa a perder a postura profissional com o outro, somente por não ter ganhado o destaque que julgava merecer. Lembrando que não é interessante para ninguém, não usar de métodos éticos e honestos em âmbito profissional.

2 – Quando se torna vingança, no lugar de ser cooperativismo: o revanchismo entre departamentos e clima pesado no ambiente, onde todos querem alcançar os objetivos da empresa, mas trabalham isoladamente para isso.

Um bom exemplo disso é quando um profissional sente que o seu marketing pessoal não está bem por causa de outras pessoas. No lugar de trabalhar o seu autodesenvolvimento, este prefere usar vingança em cima de quem acredita ter estragado sua carreira. Isso pode acontecer quando quem está em desvantagem não tem autoconfiança suficiente para entender onde errou e como melhorar. 

3 – Quando se torna fofoca, no lugar de crítica construtiva: ambiente propício a boatos e fofocas e onde os colaboradores são invejosos e incapazes de reconhecer o bom trabalho dos colegas.

Um exemplo interessante neste caso é quando uma pessoa cria ou dissemina fofocas a respeito do outro, somente para manchar a imagem dele. A intenção é que, aos poucos, isso acabe com o marketing profissional dessa pessoa, acabando com as possibilidades de relevância ou crescimento. Esse tipo de comportamento demonstra excesso de trabalho para destruir os outros, no lugar de se autodesenvolver. 

4 – Quando se torna mediocridade, no lugar alto desempenho: a competitividade não saudável pode criar lideranças inefetivas, ou seja, incapazes de coibir e corrigir os maus comportamentos.

Por exemplo, quando um líder prefere competir para ofuscar outro time, no lugar fazer a gestão detalhada do seu próprio grupo. Isso faz com que os liderados se sintam sem uma boa referência para seguir. Se você é líder e acredita que está caminhando nesse sentido, conte com o coaching para encontrar a melhor forma de corrigir sua postura e se tornar um profissional a quem os outros possam buscar referência.

5 – Quando se torna competição sem senso crítico, no lugar de autodesenvolvimento: pressão exacerbada por resultados que leva os profissionais a deixarem de lado o respeito ao próximo para cumprirem as metas.

A corrida exagerada pelo cumprimento de objetivos pode, por exemplo, cooperar para salientar as características negativas dos profissionais. Por isso, é essencial que o RH esteja atento a esse tipo de movimento para evitar que os colaboradores fiquem engessados e se cansem rápido, diminuindo a produtividade

Como você pode perceber, a competitividade no trabalho tem seu lado positivo e também negativo. Por isso, os gestores devem estar atentos às práticas aplicadas em suas empresas e buscar encontrar um equilíbrio.

Isso permite aos seus profissionais executarem seu trabalho de forma honesta, coesa e produtiva, demonstrar seu potencial, manter sempre um alto desempenho, sem que isso fira a integridade, o trabalho e o espaço do colega.

Fique atento e boa sorte!

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Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/competicao-no-trabalho-pontos-positivos-e-negativos/

Como Funciona a Escala de Satisfação no Trabalho

Como Funciona a Escala de Satisfação no Trabalho

Você sabia que todo profissional tem sua própria escala de satisfação no trabalho? Aliás, você sabe o que é isso? De acordo com Siqueira (1985) existem sete tipos de satisfações diferentes que um colaborador pode ter com sua empresa e no ambiente onde ele trabalha diariamente.

Estes níveis variam de 7 (Totalmente Satisfeito) a 1 (Totalmente Insatisfeito) e dizem muito sobre sua motivação, comprometimento e ao reconhecimento dado a ele pela organização, por exemplo. Portanto, quanto mais satisfeito maior é a pontuação da escala e quanto menor, maior é o seu descontentamento.

 Níveis de Escala de Satisfação no Trabalho

  • Satisfação com o trabalho executado;
  • Satisfação com colegas de trabalho;
  • Satisfação com promoções de cargos;
  • Satisfação com os líderes;
  • Satisfação com o salário recebido.

Para chegar a estes resultados, os funcionários são convidados a responder um questionário onde devem avaliar a qualidade de suas relações interpessoais no trabalho: com seus gestores e colegas, o contentamento com o salário que recebe, bem como com as tarefas que executa e com as promoções dadas ou não pela empresa.

Totalmente satisfeito; Satisfeito; Muito satisfeito; Insatisfeito e Totalmente insatisfeito: são exemplos de perguntas de escala que medem e analisam o índice de satisfação dos profissionais.

Mas, é possível mensurar a satisfação dos colaboradores? Quais são os fatores que atestam a satisfação profissional? Vale destacar que a satisfação dos profissionais não está atrelada exclusivamente a questões financeiras. Para traçar a escala de satisfação de seus colaboradores, fique atento aos fatores que seguem abaixo.

Traçando a escala de satisfação dos colaboradores

1- Faça pesquisa sobre clima organizacional

Trabalhar em um ambiente amigável, respeitoso e produtivo contribui positivamente para que os colaboradores executem suas tarefas com mais disposição. Um clima organizacional com essas características traz maior satisfação para quem faz parte da empresa. Portanto, pesquise e levante informações para mapear o clima organizacional da sua empresa.

2- Avalie os processos de gestão

É importante conhecer se os processos possuem fluidez e eficiência. Identifique os pontos de melhorias e os pontos positivos. Se atente também ao gerenciamento destes processos. Aproveite o momento para verificar se o gerenciamento destes processos é realmente eficaz para todos os departamentos da empresa. Tudo isso refletirá na satisfação dos colaboradores.

3- De olho na estrutura

Garantir um espaço físico que atenda às necessidades dos colaboradores é primordial para a satisfação no ambiente de trabalho. Verifique se as áreas comuns da empresa são confortáveis ou se necessitam de melhorias. É importante avaliar também se softwares e hardwares estão atualizados e prontos para as atividades. Cadeiras, mesas e outros materiais que façam parte da rotina de trabalho dos colaboradores também devem ser avaliados.

Importante dizer que estas questões devem ser avaliadas constantemente. Uma gestão de sucesso é aquela que foca em resultados e também na satisfação daqueles que contribuem para o alcance destes resultados: os colaboradores.

Veja como o líder pode gerar a satisfação em seus colaboradores:

– Formar: O bom líder: incentiva e facilita para que o colaborador estude. No dia a dia, faz com que os integrantes da equipe ganhem experiências relevantes.

– Informar:Ele mantém cada um informado sobre seus objetivos e meios, a qualidade do trabalho feito e o que é preciso mudar.

– Delegar: Permite que os integrantes da equipe assumam novas responsabilidades e desafios adequados.

– Defender: Assume responsabilidades e mostra-se parte da equipe frente à empresa e aos superiores.

– Animar: Mantém um ambiente leve e animado. Age com educação e atenção real às necessidades de cada integrante da equipe.

Essas dicas são fundamentais para que o líder esteja preparado para atender os anseios da sua equipe, gerando a satisfação a o melhor desempenho de cada colaborador.

A Importância da Satisfação no Trabalho

Para que os profissionais consigam ter um bom desempenho na empresa em que trabalham é essencial que além de sua motivação interna, haja também uma estrutura que lhes permita desempenhar bem seu papel, que tenham relações positivas com seus pares e superiores, condições de crescimento e o reconhecimento profissional e financeiro que buscam.

Sem este conjunto poderoso de elementos, por melhor e mais resiliente que seja o colaborador, dificilmente ele se sentirá motivado a dar à empresa o que ela quer. Claro, para que tudo flua da melhor maneira possível, é essencial que ambos os lados estejam bem alinhados, ou seja, que tanto à organização como os seus funcionários façam a sua parte!

Na prática, isso quer dizer que a empresa deve oferecer condições de trabalho adequadas aos seus profissionais, possibilidades de crescimento, ter uma cultura organizacional que priorize boas relações e que também deve gerenciar seu capital humano de forma assertiva, dando a eles a motivação necessária a que desenvolvam muito bem seu trabalho.

Já os colaboradores também precisam corresponder às expectativas da organização, ou seja, fazer sua parte para se relacionar positivamente com seus colegas e líderes, focar em ter um bom desempenho nas tarefas, em mostrar seu potencial e criar as oportunidades de ascensão e recompensa financeira que busca.

Pensando nisso, listei abaixo algumas ações que podem contribuir positivamente para esta questão. Veja como:

Foco

Um profissional focado e comprometido com seu trabalho sofre menos interferências negativas do ambiente. Com isso, consegue ter ainda mais qualidade de vida em um dos lugares onde passa grande parte de sua existência.

Fofocas não!

Conversas fúteis sobre a vida dos colegas e superiores só alimentam um ambiente hostil. Assim, é importante afastar-se delas e procurar eliminar esta conduta do dia a dia, visto que isso tem o poder de prejudicar não só o colaborador, como também a empresa como um todo. Dessa maneira, é essencial resistir à tentação e dizer, definitivamente, não à fofoca.

Trabalhar bem em equipe

O trabalho em equipe é uma das principais habilidades exigidas pelas empresas e também uma das melhores maneiras de garantir a qualidade de vida no trabalho. Dessa forma, o profissional que deseja trabalhar em um bom ambiente, pode e deve colaborar com seus colegas e buscar aprender com eles também.

Prazos e horários

Atender as demandas com qualidade e cumprir prazos e horários evita estresses entre colaboradores e gestores, que podem, com isso, questionar o desempenho dos profissionais da empresa. Assim, é necessário que o funcionário evite ao máximo quaisquer tipos de atrasos, para que tenha condições de reivindicar melhores formas de trabalho e para que tenha também ainda mais qualidade de vida na empresa.

Relações interpessoais

Manter boas relações interpessoais com os colegas e superiores torna o ambiente melhor e mais favorável para a execução das atividades profissionais.

Assim como no aspecto pessoal, a QVT é essencial para o desenvolvimento dos colaboradores, tanto dentro como fora do ambiente da empresa. Neste sentido, é importante salientar o papel social das organizações também na formação de cidadãos mais conscientes de seu papel na sociedade.

Como empresário ou profissional, busque sempre fazer a sua parte para fazer com que a sua escala de satisfação no trabalho e a de sua equipe estejam sempre em alta. 

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Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/como-funciona-a-escala-de-satisfacao-no-trabalho/

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