Saiba o Que Dizer Quando Pedirem Que Descreva o Seu Perfil Profissional em uma Entrevista

Saiba o Que Dizer Quando Pedirem Que Descreva o Seu Perfil Profissional em uma Entrevista

Se descrever é um desafio para muitos, principalmente em uma entrevista de emprego. O principal motivo para isso é que uma parcela significativa das pessoas não se conhece verdadeiramente, isso sem contar na insegurança de não saber exatamente o que pode ou não lhe favorecer a conseguir a vaga em questão. Se tem dúvida sobre o que dizer quando pedem que descreva o seu perfil profissional, este é o artigo certo para você. Continue acompanhando e saiba como formular uma resposta fantástica e que te aproxime do seu objetivo.

O Que é Perfil Profissional?

O perfil profissional é uma espécie de resumo para descrever as principais habilidades de um indivíduo. Costuma ser solicitado em currículos e entrevistas de emprego, além disso, pode ser usado para fazer contatos e se apresentar ao encontrar alguém da sua área em um evento, por exemplo. É claro que existe uma diferença no tipo de informação que irá citar de acordo com a situação, porém, de qualquer maneira, é interessante ter em mente algumas possíveis respostas, para que saiba usá-las no momento certo.

Descreva o Seu Perfil Profissional – 7 Dicas Para Dar uma Resposta Extraordinária!

Uma das primeiras perguntas que os recrutadores costumam fazer aos candidatos a uma vaga de emprego envolve pedir que descrevam seu perfil profissional. A verdade é que existem várias maneiras de responder, contudo, por se tratar de um momento em que é natural se sentir ansioso, por conta do desejo de que tudo dê certo, o ideal é se preparar previamente, para que consiga dar o devido destaque aos seus atributos e se mostrar como o profissional ideal para o que a empresa precisa.

A seguir, você verá cinco dicas práticas que te ajudarão a se conhecer melhor e, assim, se preparar para descrever o seu perfil profissional para passar segurança e verdade ao falar a respeito dele em uma entrevista de emprego.

1 – Anote as Principais Informações Sobre Você

Uma ótima maneira de começar a formular a resposta sobre o seu perfil é listando as principais informações sobre você e que, claro, tenham relevância no âmbito profissional. Considere a sua formação, as principais experiências que teve até aqui, as principais conquistas que obteve ao longo de sua carreira, como prêmios, promoções, suas competências e habilidades mais marcantes e, por fim, os seus objetivos em relação à empresa para a qual deseja trabalhar.

2 – Pense Como Se Fosse o Recrutador

Ao formular a sua resposta, é interessante pensar como se você fosse o recrutador. Coloque-se no lugar dele e imagine o que iria considerar mais importante ao selecionar um candidato para aquela vaga. O que iria exigir? Iria focar mais nas experiências ou nas competências? É claro que não dá para saber exatamente o que ele dará mais ou menos importância, porém, fazer esse exercício é positivo para que veja a situação sob outras perspectivas e, assim, encontre novas maneiras de agregar à sua resposta.

3 – Considere os Principais Requisitos Para a Vaga

Quando você vai fazer uma viagem, é necessário saber como estará o clima no seu destino para montar uma mala com as roupas adequadas, certo? Quando se trata de descrever o seu perfil profissional, é importante também ter informações sobre a vaga em questão, para que veja, dentre as suas qualificações, aquelas que fazem mais sentido. Então, poderá dar maior ênfase a elas, a fim de mostrar que é realmente o candidato ideal. Lembrando que a intenção não é fingir ter características que não tem, e sim selecionar no seu guarda-roupa de qualidades aquelas que serão mais interessantes para a função que deseja exercer.

4 – Fale de Modo Objetivo

Uma entrevista costuma ser o segundo momento com o qual um candidato se comunica com a empresa na qual deseja trabalhar. O primeiro acontece através do currículo, que exige um pouco mais de objetividade, já que todas as informações devem caber em uma folha de papel. Já na entrevista é possível se estender um pouco mais, explicar suas qualificações e experiências em detalhes.

Entretanto, é preciso que tome cuidado para não se prolongar demais, afinal, é bem provável que o recrutador tenha outros candidatos para entrevistar. Desse modo, cuide para dizer tudo o que é necessário de modo objetivo, sem florear. Encontre o equilíbrio entre falar demais e de menos, para que passe o seu recado com clareza.

5 – Evite Dar Respostas Clichê

Ao fazer uma breve busca no Google é possível encontrar milhares de exemplos de descrição de perfil profissional. Entretanto, é impossível encontrar um que te descreva perfeitamente, afinal, se cada ser humano é único, os profissionais também são. Além do mais, respostas clichê, como: “sou proativo, trabalho bem em equipe, tenho bom relacionamento interpessoal e sou multitarefa”, não são bem vistas pelos recrutadores. Portanto, seja original e dê uma resposta que realmente te represente e te diferencie dos demais candidatos.

6 – Utilize um Resumo da Resposta ao Enviar Seu Currículo

Após ter uma ideia a respeito do que responder quando perguntarem sobre o seu perfil profissional, procure criar um resumo em cima disso para utilizar no seu currículo ou no corpo da mensagem ao enviá-lo por e-mail, por exemplo. Para fazer isso, lembre-se que o resumo é como uma isca para que a pessoa se interesse e deseje saber mais a respeito do conteúdo apresentado, portanto, capriche!

7 – Domine a Resposta Sem Decorar

A intenção de se preparar previamente para descrever o seu perfil profissional é a de que tenha segurança ao falar e evite que a ansiedade te faça esquecer de algum detalhe importante. Contudo, a ideia é a de que saiba o que dizer com segurança e não que decore, afinal, isso poderá causar uma impressão ruim ao recrutador. Além disso, ele poderá fazer a pergunta de outra maneira, tornando necessária a adaptação da resposta.

Gostou das dicas? Espero que elas te ajudem a fazer uma excelente apresentação do seu perfil profissional e, assim, conquiste a vaga que deseja. Aproveite para enviar este artigo para os seus amigos que também estejam à procura de novas oportunidades!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/saiba-que-dizer-quando-pedirem-que-descreva-seu-perfil-profissional-uma-entrevista/

Competição no Trabalho – Pontos Positivos e Negativos

Competição no Trabalho – Pontos Positivos e Negativos

Você já sentiu que estava sendo pressionado para ser o(a) melhor em algo? Pode ser no meio acadêmico, no mercado ou até mesmo recordes relacionados a questões pessoais. Enfim, desde cedo todos nós somos condicionados a competir para sermos os(as) melhores em algum tema. 

Por um lado, o fato é positivo, pois a competitividade estimula os profissionais a estarem em constante evolução. Mas, do outro lado da moeda, isso pode ser negativo, pois alguns colaboradores podem extrapolar limites relacionados ao bom senso, criando um clima de falta de respeito.

Para que você consiga enxergar os aspectos positivos e negativos com mais clareza, vou te mostrar quais são as diferenças entre eles ao longo deste texto. Minha intenção é que você possa usar esse conhecimento novo no seu dia a dia, desafiando a si mesmo a ser um profissional mais ambicioso. Acompanhe!

5 pontos positivos da competitividade

Apesar de muitas pessoas relacionam à competição a algo ruim, nem sempre isso é verdade. É essencial analisar o contexto antes de entender se a competitividade está atrapalhando ou ajudando. Confira agora quais são os 5 principais pontos positivos da característica: 

1 – Incentivar para evoluir: a competitividade pode ser o tempero que uma equipe precisa para estimular o desenvolvimento individual de cada um dos integrantes, tanto do lado técnico quanto comportamental. 

Por exemplo, quando um profissional vê que o colega ganha mais destaque por ser mais ambicioso na entrega das atividades, ele passa se esforçar para ter essa relevância também. Porém, para conseguir o espaço, pode ser que ele precise estudar mais ou entregar tarefas com um nível maior de qualidade. 

2 – Compartilhar para criar mais: a competição saudável entre os profissionais pode ser uma ótima forma de construir um ambiente de criatividade, inovação e empreendedorismo. 

Por exemplo, um profissional que é acostumado a entregar somente o “feijão com arroz”, pode se sentir desconfortável quando um novo colaborador entrega mais do que o normal em uma atividade. Para alcançar esse nível, a partir de agora, ele deve começar a estimular a própria criatividade. 

3 – Criar modelos se seguir: os profissionais ficam mais atentos ao trabalho e aos comportamentos dos colegas e buscam nesses algum tipo de inspiração para evoluir sempre.

Vamos ver mais um exemplo? Imagine que uma pessoa entrega uma atividade que atinge a meta e é totalmente fora da curva. Esse fato eleva a régua das próximas entregas das outras pessoas e pode servir como exemplo de boa prática.

4 – Desenvolver para crescer: a competitividade aumenta a produtividade e desenvolve a capacidade do colaborador lidar com crises, de forma rápida e assertiva.

Um bom exemplo disso é quando um profissional passa a mudar a forma como entrega as tarefas, pois aprendeu um caminho melhor ao ver outra pessoa se destacando.

5 – Reconhecer para gerar mais resultados positivos: incentivar a competição saudável no ambiente corporativo demonstra que a empresa tem bons profissionais e que reconhece o trabalho dos melhores.

Por exemplo, é estratégico que a área de recursos humanos (RH) e a gestão saibam como valorizar o profissional que está obtendo melhores resultados, sem humilhar os outros Dessa forma, outros colaboradores vão se esforçar mais para serem reconhecidos também. No fim das contas, essa ação ajuda na criação de um capital humano de alta performance, preparado para atender as necessidades da empresa e mudanças do mercado.

5 pontos negativos da competitividade

Hora de redobrar a atenção para conferir quais são os 5 pontos negativos relacionados a negatividade. 

1 – Quando se torna guerra, no lugar de ser mercado de trabalho: a competitividade exagerada acontece quando os colaboradores se colocam na posição de combate ao outro, que deixa de ser colega de trabalho para ser inimigo.

No dia a dia, é possível perceber esse tipo de comportamento quando um profissional passa a perder a postura profissional com o outro, somente por não ter ganhado o destaque que julgava merecer. Lembrando que não é interessante para ninguém, não usar de métodos éticos e honestos em âmbito profissional.

2 – Quando se torna vingança, no lugar de ser cooperativismo: o revanchismo entre departamentos e clima pesado no ambiente, onde todos querem alcançar os objetivos da empresa, mas trabalham isoladamente para isso.

Um bom exemplo disso é quando um profissional sente que o seu marketing pessoal não está bem por causa de outras pessoas. No lugar de trabalhar o seu autodesenvolvimento, este prefere usar vingança em cima de quem acredita ter estragado sua carreira. Isso pode acontecer quando quem está em desvantagem não tem autoconfiança suficiente para entender onde errou e como melhorar. 

3 – Quando se torna fofoca, no lugar de crítica construtiva: ambiente propício a boatos e fofocas e onde os colaboradores são invejosos e incapazes de reconhecer o bom trabalho dos colegas.

Um exemplo interessante neste caso é quando uma pessoa cria ou dissemina fofocas a respeito do outro, somente para manchar a imagem dele. A intenção é que, aos poucos, isso acabe com o marketing profissional dessa pessoa, acabando com as possibilidades de relevância ou crescimento. Esse tipo de comportamento demonstra excesso de trabalho para destruir os outros, no lugar de se autodesenvolver. 

4 – Quando se torna mediocridade, no lugar alto desempenho: a competitividade não saudável pode criar lideranças inefetivas, ou seja, incapazes de coibir e corrigir os maus comportamentos.

Por exemplo, quando um líder prefere competir para ofuscar outro time, no lugar fazer a gestão detalhada do seu próprio grupo. Isso faz com que os liderados se sintam sem uma boa referência para seguir. Se você é líder e acredita que está caminhando nesse sentido, conte com o coaching para encontrar a melhor forma de corrigir sua postura e se tornar um profissional a quem os outros possam buscar referência.

5 – Quando se torna competição sem senso crítico, no lugar de autodesenvolvimento: pressão exacerbada por resultados que leva os profissionais a deixarem de lado o respeito ao próximo para cumprirem as metas.

A corrida exagerada pelo cumprimento de objetivos pode, por exemplo, cooperar para salientar as características negativas dos profissionais. Por isso, é essencial que o RH esteja atento a esse tipo de movimento para evitar que os colaboradores fiquem engessados e se cansem rápido, diminuindo a produtividade

Como você pode perceber, a competitividade no trabalho tem seu lado positivo e também negativo. Por isso, os gestores devem estar atentos às práticas aplicadas em suas empresas e buscar encontrar um equilíbrio.

Isso permite aos seus profissionais executarem seu trabalho de forma honesta, coesa e produtiva, demonstrar seu potencial, manter sempre um alto desempenho, sem que isso fira a integridade, o trabalho e o espaço do colega.

Fique atento e boa sorte!

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Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/competicao-no-trabalho-pontos-positivos-e-negativos/

Como Funciona a Escala de Satisfação no Trabalho

Como Funciona a Escala de Satisfação no Trabalho

Você sabia que todo profissional tem sua própria escala de satisfação no trabalho? Aliás, você sabe o que é isso? De acordo com Siqueira (1985) existem sete tipos de satisfações diferentes que um colaborador pode ter com sua empresa e no ambiente onde ele trabalha diariamente.

Estes níveis variam de 7 (Totalmente Satisfeito) a 1 (Totalmente Insatisfeito) e dizem muito sobre sua motivação, comprometimento e ao reconhecimento dado a ele pela organização, por exemplo. Portanto, quanto mais satisfeito maior é a pontuação da escala e quanto menor, maior é o seu descontentamento.

 Níveis de Escala de Satisfação no Trabalho

  • Satisfação com o trabalho executado;
  • Satisfação com colegas de trabalho;
  • Satisfação com promoções de cargos;
  • Satisfação com os líderes;
  • Satisfação com o salário recebido.

Para chegar a estes resultados, os funcionários são convidados a responder um questionário onde devem avaliar a qualidade de suas relações interpessoais no trabalho: com seus gestores e colegas, o contentamento com o salário que recebe, bem como com as tarefas que executa e com as promoções dadas ou não pela empresa.

Totalmente satisfeito; Satisfeito; Muito satisfeito; Insatisfeito e Totalmente insatisfeito: são exemplos de perguntas de escala que medem e analisam o índice de satisfação dos profissionais.

Mas, é possível mensurar a satisfação dos colaboradores? Quais são os fatores que atestam a satisfação profissional? Vale destacar que a satisfação dos profissionais não está atrelada exclusivamente a questões financeiras. Para traçar a escala de satisfação de seus colaboradores, fique atento aos fatores que seguem abaixo.

Traçando a escala de satisfação dos colaboradores

1- Faça pesquisa sobre clima organizacional

Trabalhar em um ambiente amigável, respeitoso e produtivo contribui positivamente para que os colaboradores executem suas tarefas com mais disposição. Um clima organizacional com essas características traz maior satisfação para quem faz parte da empresa. Portanto, pesquise e levante informações para mapear o clima organizacional da sua empresa.

2- Avalie os processos de gestão

É importante conhecer se os processos possuem fluidez e eficiência. Identifique os pontos de melhorias e os pontos positivos. Se atente também ao gerenciamento destes processos. Aproveite o momento para verificar se o gerenciamento destes processos é realmente eficaz para todos os departamentos da empresa. Tudo isso refletirá na satisfação dos colaboradores.

3- De olho na estrutura

Garantir um espaço físico que atenda às necessidades dos colaboradores é primordial para a satisfação no ambiente de trabalho. Verifique se as áreas comuns da empresa são confortáveis ou se necessitam de melhorias. É importante avaliar também se softwares e hardwares estão atualizados e prontos para as atividades. Cadeiras, mesas e outros materiais que façam parte da rotina de trabalho dos colaboradores também devem ser avaliados.

Importante dizer que estas questões devem ser avaliadas constantemente. Uma gestão de sucesso é aquela que foca em resultados e também na satisfação daqueles que contribuem para o alcance destes resultados: os colaboradores.

Veja como o líder pode gerar a satisfação em seus colaboradores:

– Formar: O bom líder: incentiva e facilita para que o colaborador estude. No dia a dia, faz com que os integrantes da equipe ganhem experiências relevantes.

– Informar:Ele mantém cada um informado sobre seus objetivos e meios, a qualidade do trabalho feito e o que é preciso mudar.

– Delegar: Permite que os integrantes da equipe assumam novas responsabilidades e desafios adequados.

– Defender: Assume responsabilidades e mostra-se parte da equipe frente à empresa e aos superiores.

– Animar: Mantém um ambiente leve e animado. Age com educação e atenção real às necessidades de cada integrante da equipe.

Essas dicas são fundamentais para que o líder esteja preparado para atender os anseios da sua equipe, gerando a satisfação a o melhor desempenho de cada colaborador.

A Importância da Satisfação no Trabalho

Para que os profissionais consigam ter um bom desempenho na empresa em que trabalham é essencial que além de sua motivação interna, haja também uma estrutura que lhes permita desempenhar bem seu papel, que tenham relações positivas com seus pares e superiores, condições de crescimento e o reconhecimento profissional e financeiro que buscam.

Sem este conjunto poderoso de elementos, por melhor e mais resiliente que seja o colaborador, dificilmente ele se sentirá motivado a dar à empresa o que ela quer. Claro, para que tudo flua da melhor maneira possível, é essencial que ambos os lados estejam bem alinhados, ou seja, que tanto à organização como os seus funcionários façam a sua parte!

Na prática, isso quer dizer que a empresa deve oferecer condições de trabalho adequadas aos seus profissionais, possibilidades de crescimento, ter uma cultura organizacional que priorize boas relações e que também deve gerenciar seu capital humano de forma assertiva, dando a eles a motivação necessária a que desenvolvam muito bem seu trabalho.

Já os colaboradores também precisam corresponder às expectativas da organização, ou seja, fazer sua parte para se relacionar positivamente com seus colegas e líderes, focar em ter um bom desempenho nas tarefas, em mostrar seu potencial e criar as oportunidades de ascensão e recompensa financeira que busca.

Pensando nisso, listei abaixo algumas ações que podem contribuir positivamente para esta questão. Veja como:

Foco

Um profissional focado e comprometido com seu trabalho sofre menos interferências negativas do ambiente. Com isso, consegue ter ainda mais qualidade de vida em um dos lugares onde passa grande parte de sua existência.

Fofocas não!

Conversas fúteis sobre a vida dos colegas e superiores só alimentam um ambiente hostil. Assim, é importante afastar-se delas e procurar eliminar esta conduta do dia a dia, visto que isso tem o poder de prejudicar não só o colaborador, como também a empresa como um todo. Dessa maneira, é essencial resistir à tentação e dizer, definitivamente, não à fofoca.

Trabalhar bem em equipe

O trabalho em equipe é uma das principais habilidades exigidas pelas empresas e também uma das melhores maneiras de garantir a qualidade de vida no trabalho. Dessa forma, o profissional que deseja trabalhar em um bom ambiente, pode e deve colaborar com seus colegas e buscar aprender com eles também.

Prazos e horários

Atender as demandas com qualidade e cumprir prazos e horários evita estresses entre colaboradores e gestores, que podem, com isso, questionar o desempenho dos profissionais da empresa. Assim, é necessário que o funcionário evite ao máximo quaisquer tipos de atrasos, para que tenha condições de reivindicar melhores formas de trabalho e para que tenha também ainda mais qualidade de vida na empresa.

Relações interpessoais

Manter boas relações interpessoais com os colegas e superiores torna o ambiente melhor e mais favorável para a execução das atividades profissionais.

Assim como no aspecto pessoal, a QVT é essencial para o desenvolvimento dos colaboradores, tanto dentro como fora do ambiente da empresa. Neste sentido, é importante salientar o papel social das organizações também na formação de cidadãos mais conscientes de seu papel na sociedade.

Como empresário ou profissional, busque sempre fazer a sua parte para fazer com que a sua escala de satisfação no trabalho e a de sua equipe estejam sempre em alta. 

Para você, como a Qualidade de Vida no Trabalho pode contribuir com a sua organização? Use o espaço abaixo para me contar a sua experiência e a sua opinião sobre o assunto. E se este conteúdo te ajudou de forma positiva e você acredita que poderá ajudar outras pessoas também, curta e compartilhe em suas redes sociais.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/como-funciona-a-escala-de-satisfacao-no-trabalho/

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