Conheça os tipos de comunicação interna nas empresas

Conheça os tipos de comunicação interna nas empresas

A comunicação interna é um elemento essencial para o sucesso de empresas de qualquer segmento, seja de pequeno, médio ou grande porte. Quando bem desenvolvida, ela pode evitar problemas de entendimento de processo, agilizar a resolução de falhas e sustentar bons relacionamentos interpessoais.

A lista de benefícios de uma comunicação interna bem aplicada pode ser ainda maior do que essa que acabamos de te mostrar. Apesar de ser vantajosa, o seu desenvolvimento é trabalhoso, constante e ainda exige a dedicação das áreas de comunicação, marketing, recursos humanos (RH), departamento pessoal (DP), gestão e até proprietários.

Para entender mais sobre a importância desse tipo de comunicação e como ela pode ser elaborada é só continuar lendo esse artigo!

O que é comunicação interna

Em primeiro lugar, vamos explicar o conceito do nosso tema central deste artigo. A comunicação interna de uma organização é um eficiente instrumento de gestão que permite à administração transmitir informações importantes a todos os colaboradores de forma segura, organizada e objetiva.

A linguagem ideal

Como os comunicados são transmitidos para todo o quadro de funcionários, é essencial que as mensagens sejam feitas com uma linguagem que possa ser entendida pela maior parte do público-alvo. Afinal, o entendimento da mensagem é fundamental para evitar situações indesejáveis.

Quais são os 7 principais benefícios

A comunicação interna é indispensável para a consecução dos objetivos das empresas, justamente por conta de sua eficiente atuação em diversos segmentos da empresa. No entanto, é necessário estar atento aos canais escolhidos para cada mensagem, seguindo um plano de comunicação previamente concebido.

Ou seja: não adianta mandar comunicados esporádicos sobre ações de cultura organizacional e esperar que todos se adequem às ideias prontamente. Como com a comunicação externa, é preciso criar uma estratégia para a comunicação interna.

Como já dissemos acima, a lista de benefícios de uma comunicação interna bem desenvolvida e aplicada corretamente é imensa. Por isso, agora vamos mostrar os principais pontos. Confira:

  1. Criação de um canal de comunicação eficiente em que o funcionário pode confiar;
  2. Sustentação de bons índices de clima organizacional;
  3. Fácil aderência à cultura organizacional;
  4. Clareza dos procedimentos internos;
  5. Resolução de problemas com mais agilidades;
  6. Estímulo à produtividade;
  7. Promoção de bons relacionamentos interpessoais.

Quais são os principais tipos de comunicação interna

A comunicação interna acontece por diversos canais de endomarketing. Para fins operacionais, veja quais são os mais utilizados e o que eles significam em um contexto empresarial:

  • Intranet: para quem ainda não conhece, a intranet é a rede interna da empresa que permite compartilhamento e interação de todos da empresa em um espaço exclusivo. Esse é o espaço digital em que a organização pode transmitir informações oficiais, além de promover ações educacionais e de interação entre colaboradores.
  • E-mail corporativo: o e-mail é um dos principais meios de comunicação na maioria das empresas hoje em dia. Ele serve tanto para a resposta de demandas para clientes internos, quanto externos. A organização pode usar esse canal para informar sobre regras, mudanças e eventos oficiais. O interessante do e-mail é a possibilidade de inserir mídias diferentes como vídeos, GIFs, imagens e PDFs, além do tradicional texto. Aliás, é muito bacana que os desenvolvedores da comunicação se preocupem em trazer materiais diferentes para os leitores. Outro ponto para destacar, é a possibilidade de poder construir e mandar um e-mail de dispositivos móveis, agilizando processos.
  • Videoconferências: nem sempre é possível reunir todas as pessoas para uma reunião. Nesses casos, é possível fazer uma videoconferência usando o Google Hangout, o Skype ou outras ferramentas. Assim, não é preciso gastar muito dinheiro com ligações telefônicas ou esperar que todos estejam no mesmo espaço físico para tomar decisões importantes.
  • Telefone: esse meio é essencial para trocar informações rápidas e até resolver problemas com mais rapidez. Ainda mais se a internet cair. Outro ponto importante da utilização do telefone é a sua evolução por meio dos dispositivos móveis. Hoje em dia, com apenas um celular é possível fazer ligações; mandar SMS e mensagens por aplicativos como o Whatsapp ou Telegram; enviar e-mails; escrever artigos no aplicativo no Word ou Google Docs; tirar fotos; gravar vídeos; e muitas outras ações que podem ser usados como instrumentos de trabalho. ara alguns tipos de cargo, é preciso que o funcionário tenha um celular profissional além do pessoal, pois a interação com o dispositivo móvel é muito grande.
  • Aplicativos de conversa: a troca de mensagens profissionais por aplicativos como o Whatsapp e o Telegram já estão inseridos no cotidiano dos colaboradores de muitas empresas. Além de trocar textos, os serviços digitais permitem a gravação de vídeos e áudios na hora e a importação de arquivos em diversos formatos como PDF, vídeo, áudio, Excel e mais.
  • Quadro de avisos: o tradicional quadro de avisos ainda é importante para o dia a dia de diversas organizações. As informações que merecem atenção dos colaboradores são colocadas em um espaço comum em que todos têm o costume de conferir regularmente.
  • Relatórios: os documentos que mostram os indicativos da qualidade de vida no trabalho, clima organizacional e otimização de processos podem ser transmitidos por meio de relatórios constantes enviados por e-mail.
  • Reuniões e seminários internos: a convocação de funcionários para a participação em reuniões e seminários internos é importante para que todos se sintam parte da corporação. Para que essas ações sejam efetivas, é essencial que os temas envolvam os processos, resultados e indicadores ligados ao trabalho dos participantes.
  • Jornal interno, revista interna, televisão corporativa, estação de rádio corporativa: apesar de não serem mais meios de comunicação tão comuns por conta do advento dos canais digitais, para muitos segmentos do mercado, estes canais ainda têm papel de destaque. Além de transmitir informações importantes, eles podem passar os valores associados à empresa, passar detalhes do que é a cultura organizacional e ainda incentivar a interação de colaboradores.

Você já conhecia todos esses meios de comunicação interna? Tem algum que a empresa em que você trabalha já aplica bem?

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/conheca-os-tipos-de-comunicacao-interna-nas-empresas/

O Valor da Cultura Organizacional

O Valor da Cultura Organizacional

Cultura é aquilo que os colaboradores fazem quando o empresário, líder ou empreendedor não está na empresa. É algo forte e onipresente, ou seja, que está presente em todas as ações de todos os membros de uma organização. Estes comportamentos podem ser vistos, sentidos e vividos de forma prática pela equipe, pois são os elementos que guiam seu trabalho e decisões diárias.

Não por acaso a Cultura Organizacional é como uma bússola, um GPS ou um mapa, direcionando as ações das pessoas e orientando os profissionais e os líderes sobre o que podem ou não fazer. Quando estas diretrizes são claras, congruentes, as ações dos colaboradores acabam sendo muito mais assertivas; corretas e produtivas, o que gera resultados melhores também.

Por outro lado, quando a cultura não está evidente ou não é pautada em valores positivos, os funcionários acabam agindo conforme o seu próprio entendimento e tendo atitudes nem sempre compatíveis com o sucesso da empresa. Num ambiente assim, a falta de direcionamento acaba gerando uma grande desorganização, ou seja, cada um faz seu trabalho de um jeito e o senso de grupo acaba sendo prejudicado.

Quando os valores são positivos, todos, dos líderes aos trabalhadores operacionais, agem conforme o que a empresa

acredita, defende e prevê. Se, por exemplo, existe a cultura de custos enxutos, não faz sentido que os líderes ostentem e gastem o dinheiro da organização com luxos. Do mesmo modo, se o negócio prega o respeito às diferenças, não permitirá que de modo algum haja qualquer tipo de ato discriminatório entre seus colaboradores no seu ambiente.

Neste sentido, vale ressaltar que a cultura organizacional deve ter sempre como referência a missão, visão e os valores da empresa. São estes três elementos-chave que representam a essência do que é uma organização seja qual for o seu porte ou segmento. Logo, é preciso haver uma coerência entre os valores e aquilo que o negócio faz. Quando os preceitos são colocados de lado, consequentemente, os funcionários perdem seu referencial e a empresa a sua base, o seu significado.

Por certo, o que faz com que uma cultura seja edificada são os exemplos positivos ou negativos. Se os liderados testemunham o líder tendo maus comportamentos, logo a moral da instituição acabará sendo questionada também. Contudo, quando as ações dos gestores são congruentes com os valores da empresa e, estes são profícuos e benéficos, estas atitudes acabam disseminando comportamentos mais construtivos e produtivos em todos.

Exemplos de Cultura Organizacional de Grandes Empresas

Zappos

Funcionários felizes geram consumidores felizes também. Por isso na Zappos, empresa americana do grupo Amazon, é essencial contratar e ter apenas profissionais felizes que se identificam verdadeiramente com a visão e com a cultura organizacional da empresa.

Google

Renovar-se é essencial para continuar sendo uma grande empresa. Por isso, a cultura organizacional do negócio está sempre sendo atualizada de acordo com os novos tempos e desafios apresentados. Não por acaso, o Google está sempre investindo em novos projetos e buscando inovar.

Warby Parker

Criar um ambiente sempre colaborativo, composto por pessoas diferentes que sejam capazes de trabalhar em equipe e com verdadeiro espírito de grupo é o lema da Warby Parker, empresa americana de óculos.

Adobe

A confiança na equipe é a essência da cultura da empresa. Na prática, isso gera profissionais mais confiantes, independentes e autônomos, capazes de tomar decisões melhores e mais compatíveis com os resultados esperados pelo negócio.

Apple

Pautada por uma cultura que valoriza a proatividade, criatividade, qualidade dos produtos, liberdade e tem como foco dar maior autonomia aos seus profissionais, a Apple, mesmo sendo conhecida como uma empresa onde a pressão por resultados é grande, também busca colocar estes elementos em prática para motivar a equipe e extrair o melhor dos seus colaboradores.

3M

Melhorar e mudar o planeta para melhor por meio das novas tecnologias e dos avanços que cria neste sentido. Esta é a essência da cultura organizacional da 3M, que também defende e promove constantemente a inovação, a criatividade e o aprimoramento contínuo da equipe. Tanto é que seu lema é – “Ciência só é ciência se ajudar aprimorar o mundo.”.

O Que as Pessoas Têm a Ver com Isso?

A cultura de uma empresa é o reflexo das ideias, visões de mundo e dos comportamentos dos seus criadores. No ambiente empresarial, a forma de pensar do empresário está diretamente refletida na forma de gerir o seu negócio e de liderar as pessoas. Por isso mesmo, para que o empreendimento obtenha os re- sultados esperados pela linha de gestão adotada, é necessária à colaboração das pessoas, ou seja, a participação do seu capital humano.

Como sempre digo – empresas são os resultados de pessoas. Se tomarmos os exemplos dos modelos de cultura citados acima, em todos podemos perceber uma valorização não apenas da criatividade ou da inovação, mas do conjunto. Como tal é preciso entender que por trás de cada funcionário existe um ser humano com sonhos, ambições e necessidades que precisam ser entendias; respeitadas e levadas em conta também. Ignorar isso é um grande erro!

Logo, não dá para simplesmente impor aos funcionários seus preceitos e não considerar que eles fazem parte do seu negócio. O que eu quero dizer é que por melhor que seja sua cultura organizacional é preciso contar com profissionais que estejam verdadeiramente alinhados com os mesmos valores da empresa. Sem isso, as chances de insucesso são bem maiores, pois como disse antes, a cultura é algo forte e onipresente.

A americana Zappos, especializada em venda online de sapatos, por exemplo, tem como foco a formação de equipes de alto desempenho e na meritocracia. Por isso, só contrata “pessoas felizes” e conectadas com seus valores, uma vez que acredita que isso se reflete diretamente na forma como seus colaboradores tratam os seus clientes.

Outro ponto que vale destacar é que a empresa tem como a essência da sua política institucional reverter parte dos seus lucros para a promoção interna de sua cultura organizacional. Na prática, além de priorizar a excelência nos serviços prestados aos seus consumidores, visa também à satisfação da sua equipe por meio da manutenção de um ambiente de trabalho positivo, benefícios atraentes e da valorização e reconhecimento dos seus profissionais.

Nenhuma empresa cresce sem valorizar as pessoas que a compõem. Tanto é que negócios que visam apenas o lucro são aqueles onde as pessoas sentem-se menos conectadas à sua missão e onde o turnover é sempre maior. Este enaltecimento do capital humano faz com que os indivíduos sintam-se pertencentes a algo maior e tenha orgulho genuíno de fazer parte da organização.

Isso a que me refiro é essencial e muitas teorias sobre o assunto comprovam na prática o que estou afirmando e faço questão de ressaltar. Um destes conceitos é a teoria de Abraham Maslow sobre a Hierarquia das Necessidades Humanas. Aplicadas ao contexto de trabalho, este princípio defende a autorrealização profissional com um dos principais elementos à satisfação dos indivíduos em sua carreira e existência.

Neste sentido, foi a Psicologia Humanista que inspirou Abraham Maslow em seu brilhante trabalho. A abordagem defendia que todo ser humano tem a capacidade de autorrealização e, para isso possui uma força interior que lhe permite ser dono de si mesmo, dos seus desejos, vontades, necessidades e pensamentos. Também é este poder que nos faz ir além, que determina a nossa personalidade, que nos ajuda e motiva a seguirmos em frente e a conquistar nossos sonhos, metas e resultados extraordinários.

O que isso quer dizer? Que de modo geral quando as pessoas não se sentem plenamente reconhecidas, recompensadas e valorizadas, quando são privadas de fazer emitir suas opiniões, de fazer suas escolhas pessoais e de realizar suas metas e sonhos profissionais por meio do seu trabalho, que elas acabam se tornando mais infelizes e insatisfeitas e, consequentemente, menos produtivas. Por outro lado, os indivíduos encontram espaço para realizar seus alvos e construir seus resultados na carreira, aumenta também sua satisfação.

E foi exatamente para ilustrar e explicar quais são as nossas necessidades em todos os níveis, que Maslow desenvolveu a Hierarquia das Necessidades Humanas. Para isso, o psicólogo exemplificou como as nossas vontades e anseios se manifestam e, como a privação e o não atendimento destes instintos básicos do ser humano, podem provocar a queda em sua autoestima, autoconfiança e motivação, inclusive, em seu trabalho diário.

Para que possa entender com clareza como estas cinco necessidades humanas se aplicam à rotina de um profissional, eu trouxe uma breve explicação de como o ser humano se comporta em cada nível. Portanto, para formatar, desenvolver e fortalecer uma cultura organizacional, que seja verdadeiramente condizente com o sucesso que a empresa deseja obter é fundamental observar estes pontos citados por Maslow para não deixar que o ativo mais importante do negócio – os seus profissionais – não sejam colocados de lado.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-valor-da-cultura-organizacional/

Quais são os Impactos da Liderança Democrática

Quais são os Impactos da Liderança Democrática

A liderança democrática é um modelo de gestão em que o líder e os liderados participam juntos dos processos de decisão que influenciam diretamente nos resultados e na missão da empresa. Esse tipo de liderança é totalmente alinhado com a cultura organizacional da empresa que deve pregar um sistema aberto e participativo, que estimula o espírito de grupo e a cooperação por meio da criação de um espaço de trabalho mais igualitário e deliberativo.

Atenção, pois isso não significa falta de gestão ou liderança, regras ou código de conduta. Todo colaborador deve continuar executa suas atividades normalmente e se comportando profissionalmente. Só o dia a dia acontece com um modo diferente de pensar.

Você trabalha ou já trabalhou em um lugar assim? Antes de responder, leia o resto do artigo que se aprofundar nesse assunto.

Como funciona

Neste moderno modelo de gestão, o líder trabalha para atender os objetivos de todos os envolvidos, sem deixar que nenhuma das partes perca seu direito de opinar. Afinal, a ideia é ser democrático!

Com isso em mente, tente pensar em quais lugares do cotidiano você pode encontrar estas lideranças. Quem sugeriu que é em todos os lugares, está corretíssimo! No local de trabalho, escola, espaço religioso e até em contextos familiares e de amizade.

Imagine se cada vez que os filhos entrem em conflito, os pais simplesmente ignoraram o fato? Quando as crianças brigam, os responsáveis devem ouvir na essência todas as partes envolvidas e tentar chegar a um consenso. Isso quer dizer que é preciso encontrar o ponto que seja justo para todos.

Pronto! Este já é um ensinamento da liderança democrática. Na prática, ao invés de privilegiar esta ou aquela parte, o líder busca deliberar, em conjunto, de forma justa e especialmente alinhada com os anseios dos seus liderados.

Impactos da liderança democrática

Independentemente do modelo de liderança que a empresa em que você trabalha escolha seguir, haverá o lado bom e o lado ruim. Por que isso não aconteceria com o modelo democrático, não é mesmo?

Para que você entenda todos os lados dessa história e possa tomar a decisão sobre qual modo é o mais adequado, selecionei os 10 principais pontos positivos e os 10 principais negativos. Conheça quais são eles agora mesmo!

10 pontos positivos

Descubra quais são os pontos a favor da empresa que tem a liderança democrática como modo de trabalho:

  1. Ter a oportunidade de trabalhar por um propósito maior;
  2. Desenvolvimento da importância da consciência de coletividade;
  3. Definição coletiva das metas e objetivo, mostrando o poder da argumentação e da maioria;
  4. Execução dos planos de ação de forma coerente com que a maior parte dos colaboradores deseja;
  5. Desenvolvimento da visão sistêmica e da conscientização do papel de cada um no alcance dos resultados da área e da empresa como um todo;
  6. Maior participação dos envolvidos na tomada de decisões, o que faz com que todos tenham o sentimento de “donos do negócio”;
  7. Valorização das diferentes opiniões e visões de mundo, pois são agregadoras neste processo de liderança;
  8. Encorajamento à participação das pessoas nos processos de transformação;
  9. Inspiração e motivação de um líder motivado e comprometido com o bem coletivo;
  10. Crescimento dos índices positivos de saúde e qualidade de vida no trabalho e das pesquisas de clima organizacional.

5 pontos negativos

Como tudo na vida, esse modelo de gestão também tem seu lado negativo. Conheça agora quais são os 10 principais pontos fracos da liderança democrática:

  1. Processo de tomada de decisão mais lento, pois é preciso ouvir a opinião de todos e dar espaço para que todos argumentem seus pontos de vista;
  2. A demora a definir metas, ações e procedimentos pode deixar o dia a dia mais desorganizado e com pouca produtividade por um período;
  3. Desenvolvimento de espaço físico e/ou online em que todos podem dar o seu parecer sobre os assuntos de forma clara;
  4. Necessidade de se criar um canal de comunicação para que todos possam falar em todos os momentos, inclusive naqueles que em épocas em que não é preciso tomar decisões;
  5. Conflitos de visão de mundo que, às vezes, pode gerar “esmagamento” das minorias discordantes, que devem aceitar a vontade da maioria e seguir o que foi decidido por ela.

Como você pode perceber, as vantagens da liderança democrática se sobressaem às desvantagens, quando colocadas lado a lado. Isso se dá porque o bem comum e o respeito à vontade da maioria são as principais motivações deste sistema.

Evolução constante

Criar processos e equipes que se encaixam no nível de maturidade da liderança democrática não é um processo simples, mas não é impossível. É extremamente interessante considerar esse tipo de gestão, pois ele agrega muito mais valor à empresa, aos processos, aos produtos e serviços e, é claro, aos funcionários. Aliás, os colaboradores se sentem muito mais envolvidos e valorizados nesse modelo de trabalho.

E se você quer desenvolver sua liderança e dar um verdadeiro salto em sua carreira, na sua forma de pensar, agir e trabalhar, pode investir o seu tempo em conhecer o método coaching.  A formação Leader Coach Training (LCT) é especializada em formar líderes extraordinários que usam 100% da sua capacidade para entregar resultados de alto desempenho.

Durante o curso, você aprende mais a respeito de você mesmo e a como ser a sua melhor versão sem mudar a sua essência. São exercícios ideais para fortalecer suas competências, descobrir seus pontos fortes, lidar com os seus pontos fracos e administrar seus sentimentos e reações em momentos de extrema pressão. Isso tudo coopera diretamente para o seu processo de evolução, que deve ser constante.

Que tal começar a pensar em você, na sua educação continuada e no seu autodesenvolvimento com o coaching? O primeiro passo que é estudar mais a respeito de um modelo de liderança e de saber um pouco sobre o coaching, você já deu. Agora, é hora de partir para o próximo!

Depois de ler o artigo, você já tem mais propriedade para responder a pergunta que fiz no início do artigo. Vamos lá? Você trabalha ou já trabalhou em um local com liderança democrática? Responda nos comentários abaixo.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/quais-sao-os-impactos-da-lideranca-democratica/

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