Como Desenvolver a Inteligência Emocional?

Como Desenvolver a Inteligência Emocional?

A Inteligência Emocional é, sem dúvida, um dos atributos mais importantes a serem desenvolvidos e cultivados por todos nós. Tanto na carreira como no âmbito pessoal e social, aprender a lidar com nossas emoções é essencial para não sucumbirmos aos efeitos desastrosos do descontrole emocional.

A capacidade de aprender a entender e se relacionar de forma racional com as próprias emoções, seus sinais, consequências e reações — sem deixar que suas características interfiram negativamente em suas ações e resultados — pode ser definida como Inteligência Emocional.

A raiva, por exemplo, geralmente é considerada uma emoção negativa, ligada a agressividade e descontrole. Porém, quando usada de forma inteligente e equilibrada, ela pode ser um estímulo benéfico e decisivo para superarmos os momentos de dificuldades, resistirmos aos problemas, mantermos o foco e irmos além.

Inteligência Emocional e Sucesso Profissional

Hoje, com os níveis de estresse, pressão e competitividade cada vez mais altos, vivemos diversas situações que nos fazem vivenciar variados tipos de sentimentos. Por isso, torna-se uma vantagem importante aprender a lidar com as emoções de modo a evitar “perder a cabeça”.

Segundo pesquisa realizada por Travis Bradberry e Jean Greaves, autores do livro Inteligência Emocional 2.0, apenas 36% das pessoas conseguem se relacionar com suas próprias emoções. O estudo, feito com mais de 500 mil entrevistados ao longo de 10 anos, constatou outro dado muito importante: a inteligência emocional é um dos principais artifícios e diferenciais de 58% dos profissionais de sucesso abordados. Isso comprova como desenvolver esta competência é fundamental para o alcance efetivo de resultados extraordinários.

Dicas para Desenvolver a Inteligência Emocional

Aprenda a lidar com suas próprias emoções – na prática, isso representa conhecer e entender a origem de suas emoções positivas e negativas. Sentimentos nocivos como inveja e ira, que nos levam a atos impulsivos e impensados, são os principais responsáveis pelo descontrole emocional. Ao identificá-los, é possível encontrar formas mais assertivas para lidar com eles, eliminá-los ou mesmo torná-los seus aliados na carreira e vida pessoal.

Respeite as emoções dos outros – Quando falamos em emoções, não basta “conhecer a si mesmo”. Também é muito importante compreender como e por que os seus amigos, familiares, colegas de trabalho ou marido/esposa reagem a determinados acontecimentos. Deste modo, você estará honrando e respeitando a história do outro, e pode criar uma linha de comunicação mais efetiva e evitar conflitos desnecessários.

homem discutindo com mulher

A capacidade de aprender a entender e se relacionar de forma racional com as próprias emoções, sem deixar interfiram negativamente em suas ações, pode ser definida como Inteligência Emocional.

– Faça da pressão uma aliada – Em todo momento, vivemos situações que nos tiram do sério. Estes momentos de estresse geralmente afetam o nosso bom humor e comprometem os nossos resultados. A melhor forma de lidar com a pressão é fazer dela um estímulo a mais para resolver os problemas, encontrando formas criativas e inovadoras e transformá-las em soluções. Isso ajuda a evitar situações estressantes e cair na rotina de focar apenas no negativo.

– Expresse seus sentimentos – A falta de inteligência emocional compreende não apenas as “explosões”, mas também a dificuldade de expressar aquilo que sente. Isso dificulta que você mesmo e as pessoas à sua volta compreendam suas atitudes, motivações e comportamentos. Busque, ainda que aos poucos, demonstrar suas emoções e falar sobre seus sentimentos.

– Conquiste a si mesmo – Tanto no aspecto pessoal como no profissional, é preciso libertar-se dos sentimentos negativos que causam prejuízos à sua vida. Conquiste o autocontrole, não reaja “a ferro e fogo”, e aprenda a ler nas entrelinhas. Muitas informações importantes deixam de ser acessadas por uma leitura inicial errada. Isso nos leva a atos impulsivos, que afetam nossa reputação. Além de ouvir, é preciso sentir as mensagens que vem de dentro de você.

E você, qual é o seu nível de inteligência emocional? Você consegue compreender e lidar com suas emoções e as das pessoas à sua volta? Como vimos, o desenvolvimento desta competência é fundamental na vida pessoal e carreira.

Busque evoluir um pouco mais neste quesito e compartilhe comigo experiências de momentos em que sua inteligência emocional foi decisiva para resolver algum problema.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/como-desenvolver-inteligencia-emocional/

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Conhecendo as Emoções Primárias e Secundárias

Conhecendo as Emoções Primárias e Secundárias

Você sabe quais são as emoções primárias e secundárias? Normalmente não paramos para pensar, apenas sentimos os sentimentos, sem saber ao certo, qual a origem de cada um em nossa mente. Imagine dar importância para qual é a hierarquia da emoção!

Para entender melhor sobre esse assunto, pense que as emoções humanas passam por diversas fases ao longo da vida. Ou seja: tudo isso começa na nossa infância e vai se desenvolvendo conforme vamos crescendo e projetando crenças em relação a nós mesmos, às pessoas ao nosso redor e ao mundo em que vivemos.

Veja algumas perguntas interessantes que têm relação com esse tema:

  • Quem te ensinou que você deve ter vergonha de algo?
  • Quem disse que você deve sentir culpa depois de comer seu chocolate preferido?
  • Quem disse que você deveria se lamentar e ficar triste todas às vezes que algo não tão bom acontecesse?

São questões simples, mas que fazem parte do nosso dia a dia. Todos esses temas estão tão arraigados aos comportamentos emocionais que herdamos que nem refletimos se essas emoções estão realmente estão contribuindo para o nosso bem-estar.

Gostou do artigo até agora? Então, continue lendo para entender o que são as emoções primárias e as secundárias. Acompanhe!

O que são e quais são as emoções primárias

As emoções primárias, ou universais, são: alegria, tristeza, raiva, medo, aversão e surpresa. Percebe como estes sentimentos estão ligados ao que nos forma como seres humanos? Veja alguns exemplos comuns abaixo:

  • As demonstramos fisicamente quando sorrimos ou fechamos a cara;
  • Quando arregalamos os olhos com algo que nos causa pavor;
  • Quando levantamos a sobrancelha ao sermos surpreendidos;
  • Ao mostrarmos euforia quando o coração dispara perto da pessoa querida;
  • Em momentos de tensão em que os nossos ombros ficam tensionados e as mãos suam; ou quando choramos e nosso rosto fica com semblante preocupado e triste.

As emoções primárias: medo, raiva e tristeza são classificadas como sendo adaptativas, ou seja, elas surgem rapidamente dependendo da situação em que a pessoa se encontra. Por outro lado, elas desaparecem completamente quando o indivíduo se sente tranquilo e seguro fisicamente, psiquicamente e emocionalmente.

Já as emoções primárias desadaptativas (alegria, aversão e surpresa) são aquelas que extrapolam os limites do bom senso, fazendo com que a pessoa sinta que exagerou em seu comportamento e até se arrependa depois. São as responsáveis pelos populares discussões ou pelos barracos.

O que são e quais são as emoções secundárias

As emoções secundárias também podem ser chamadas de sociais ou adquiridas. Estas são impostas por heranças familiares e por convenções sociais, religiosas, culturais e econômicas. Para que você entenda melhor, saiba que sentimentos como ciúme, orgulho, vaidade, vergonha e culpa são alguns exemplos.

Por falar em culpa, este é um dos sentimentos amplamente propagados ao longo dos séculos como forma de autopunição aos pecadores. Esta mania de se auto culpar se tornou tão arraigada na mente das pessoas que, muitas vezes, é necessária uma intervenção psicológica para ajudar o indivíduo a lidar com esta emoção, sem se punir ou se culpar por absolutamente tudo que acontece de ruim em sua vida.

Isso pode acontecer, pois as emoções secundárias são influenciadas pelas crenças e valores de cada um, o que dependendo da situação, leva a determinados comportamentos emocionais. No âmbito cognitivo, podemos dizer que elas estão relacionadas ao córtex pré-frontal.

Dica cinematográfica

Esse assunto é muito interessante, não é mesmo? E tem muito mais para estudar! Se você quer aprender enquanto se entretém, sugiro a animação Divertida Mente de 2015, que aborda o tema do ponto de vista neurocientífico. Essa dica poderosa de filme pode nos ajudar a compreender, de forma muito lúdica e criativa, quais as nossas emoções primárias e sua relação com todas as demais.

No filme, há uma família composta por uma mãe, um pai e a filha pré-adolescente chamada Riley. Fugindo do comum, a animação mostra o que acontece dentro da cabeça da Riley por meio de 5 principais emoções: a raiva, o nojinho, o medo, a alegria e a tristeza. Durante a narrativa, você aprende várias coisas. Quer saber algumas delas agora? Então, confira:

As recordações e os sentimentos têm uma profunda conexão e isso faz com que eles sejam tão vivos ou apagadinhos do dia a dia. E, sim, pode ser que uma ou várias lembranças sumam da nossa caixinha de memórias. Além disso, a memória também pode definir uma parte da nossa personalidade. Assim como disse acima, não é mesmo?

Partindo desse ponto de definição de personalidade, é importante destacar que o filme nos indica a importância do autodesenvolvimento, pois a vida muda. Seja por conta de fatores que nós criamos ou por causa de fatores externos, nossa vida está em constante mudança. Devemos nos esforçar ao máximo para nos adaptarmos às novas realidades ou transformá-las de modo que sejam mais agradáveis para nós.

Para conectar com esse assunto, a narrativa também mostra a importância desse progresso para o autoconhecimento. Afinal, a medida que o tempo passa, que aprendemos novos assuntos, que novas lembranças são criadas e que nos permitimos evoluir, conhecemos mais de nós mesmos. Assim, é essencial que pratiquemos essa sabedoria interna constantemente. Se você quiser exercitar mais o autoconhecimento, conheça o curso de coaching Professional & Self Coaching (PSC).

A animação também ensina que nem tudo na nossa vida é construído somente de alegria ou somente de tristeza. Sempre há espaço para os dois sentimentos, por mais doloroso que isso possa ser. E é justamente ao perceber a necessidade do equilíbrio que aprendemos a lidar com as mais diversas situações, tirar lições e ainda enxergar o lado positivo. Aliás, se você quiser intensificar a sua visão positiva dos cenários sem deixar o senso crítico de lado, sugiro que você faça o coaching de Psicologia Positiva.

Ficou com vontade de ver o filme? Então, assista e aprenda e se divirta ao mesmo tempo! Se você tiver mais dicas cinematográficas ou de livros e sérias relacionadas ao assunto é só escrever nos comentários abaixo.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/emocoes-primarias-e-secundarias/

A Meta Smarter – Ferramenta de Business Coaching

A Meta Smarter – Ferramenta de Business Coaching

A Teoria da Fixação de Objetivos foi desenvolvida nos Estados Unidos, em 1981, pelo professor de Comportamento Organizacional, Gary P. Latham em parceria com psicólogo e também professor de liderança e motivação, Edwin Locke. O conceito defende que a definição de metas é o principal fator de motivação profissional e de estímulo à conquista dos objetivos no trabalho.

Na prática, a TFO mostra que para que as pessoas se mantenham produtivas e motivadas é essencial que suas tarefas e demandas tenham um direcionamento e finalidade específica. Ou seja, as metas são imprescindíveis para que os profissionais saibam para onde eles estão indo, porque estão realizando tais ações e se sintam motivados.

Por isso mesmo, quanto mais SMARTER elas forem, melhor também será a condução do processo de Business Coaching na empresa atendida. Mas o que isso quer dizer? Bem, na tradução do inglês, Smarter quer dizer “mais esperto” e deriva do termo Smart, que por sua vez significa“inteligente”. São dois acrônimos muito utilizados no universo organizacional, sendo ferramentas simples e práticas que mostram como podemos organizar e definir os objetivos de forma mais clara e assertiva.

Por isso mesmo, podemos dizer que o método Smarter é uma poderosa ferramenta para colocar em prática a Teoria da Fixação de Objetivos também em proveito do Coaching, pois ajuda a estruturar os alvos do coachee, definir suas estratégias, planos de ação, medir seus progressos, corrigir eventuais falhas, gerenciar seu tempo e a conduzir seu processo sempre orientado para resultados positivos e congruentes.

7 Etapas do Método Smarter

S: Specific – Específico

O “S” de específico quer dizer que as metas precisam ser absolutamente claras, ou seja, o cliente deve saber exatamente o que deseja conquistar com seu processo de Coaching e, para tal, definir com clareza sua meta final. Exemplos de alvos específicos: triplicar o faturamento em X meses; ser líder de vendas no mercado; conquistar o posto de CEO.

  • Exemplos de perguntas poderosas de Coaching que podem ajudar a trazer mais clareza são:
  • O que especificamente (em detalhes) você deseja alcançar?
  • Quais são os pontos imprescindíveis à realização desta meta?
  • O que é mais importante para você na conquista desta meta?
  • Quais são os obstáculos que hoje podem te impedir de conquistá-la?
  • Para isso, precisará ou não da ajuda de outras pessoas?
  • Caso sim, quem são estas pessoas?
  • Além desta meta, à conquista de qual outro objetivo SMART te traria grande satisfação neste momento?

M: Measurable – Mensurável

Segundo Kaplan e Norton,“o que não é medido não é gerenciado”. Portanto, as metas precisam ser mensuradas e, para isso é importante ter parâmetros ou indicadores que ajudem a medir os progressos ou pontos de melhoria. No caso de uma empresa, por exemplo, uma forma de medir se está ou não melhorando seus resultados é observando seu indicador mensal de vendas.

Exemplos de perguntas que podem ajudar o cliente nesta medição:

  • Quais são os resultados esperados ao alcançar a meta final?
  • Quanto esforço e tempo serão necessários à conquista do objetivo?

A: Attainable – Alcançável

Também representada pelo termo “achievable”, em resumo quer dizer que as metas precisam ser alcançáveis e possíveis. Na prática, isso quer dizer que tanto quanto é muito importante ser audacioso e ousado ao definir os objetivos é essencial também ser realista quanto as suas reais possibilidades de atingi-las no momento.

Alvos fora da realidade costumam desmotivar o coachee. Do mesmo modo, se são pouco ambiciosos também não lhe estimulam o suficiente. O ideal é que as metas sejam estabelecidas de forma congruente e que elas sejam boas o bastante para encorajar a pessoa a superar seus limites e ir além.

Exemplos de perguntas que podem ajudar o coachee neste esclarecimento:

  • De 0 a 10, o quanto você está disposto a trabalhar com metas maiores e mais robustas?
  • De 0 a 10, o quanto está disposto a abrir mão de algumas coisas hoje para tornar seus sonhos realidade amanhã?
  • De 0 a 10, o quanto está disposto a doar não 8, mas 11,13, 15 horas por dia do seu tempo para ganhar impulsionar sua carreira, crescer na empresa ou ganhar mais dinheiro?

R: Relevant – Relevante

Sim, as metas precisam ser importantes, ter sentido e honrar o esforço e a dedicação do coachee para com sua empresa, ou seja, precisam trazer algo de positivo para a organização, para a realização do seu trabalho ou para o grupo. Exemplo – ao alcançar a meta final, a empresa crescerá 20% ou o coachee e a equipe ganharão X bônus pelo aumento do seu desempenho.

  • Perguntas que podem ajudar o cliente a elucidar esta questão:
  • Quão importante é para você conquistar esta meta?
  • Como o alcance deste objetivo pode mudar sua vida, carreira e a empresa para melhor?
  • Você verdadeiramente reconhece a importância daquilo que está fazendo e do esforço que está empregando para que a meta final seja plenamente alcançada?

T: Time-Bound – Tempo-limite/Prazo

Toda meta ou objetivo precisa ter um deadline, ou seja, um prazo final, um período definido para ser realizada. Não é fazer quando quiser, mas sim dentro do tempo estipulado e conforme o que foi planejado. Portanto, uma das etapas mais importantes ao definir alvos de forma inteligente é delimitando o seu vencimento. Na prática isso quer dizer, por exemplo, que o coachee terá X tempo, que podem ser três meses ou 10 semanas para alcançar seu alvo.

Perguntas de Coaching para clarear sobre a importância de respeitar e assumir um compromisso com os prazos:

  • De 0 a 10, o quanto você está verdadeiramente comprometido com os prazos?
  • De 0 a 10, o quanto está disposto a abrir mão de um período a mais do seu tempo até o alcance completo desta meta?
  • De 0 a 10, quanto tempo da sua vida familiar, afetiva ou social você está disposto a sacrificar para atingir o resultado desejado?

E: Ecologic – Ecológico

Esta fase tem mais a ver com a ética ao realizar suas tarefas, com o impacto que as mudanças que busca promover podem ter na sua vida, na empresa e nas pessoas à sua volta. Pensar a respeito é assumir a responsabilidade por seus atos e estar ciente de como as suas ações poderão afetar a realidade dos outros. Exemplo – assumir um cargo de direção na empresa seria maravilhoso para sua carreira e também sob o ponto de vista financeiro, mas também tomaria mais seu tempo e te afastaria de sua família.

Portanto, é importante se perguntar até que ponto:

  • O que você vai deixar para trás ao assumir este compromisso?
  • Como você deseja impactar a vida das pessoas com o alcance efetivo do seu alvo?
  • Até que ponto está disposto a abrir mão da companhia de sua família para conquistar suas metas?

É importante que o coachee sempre reflita sobre isso ao definir quais são suas metas Smarter e se vai ou não assumir a responsabilidade pelos resultados de um processo de Coaching, pois este caminho exigirá alguns sacrifícios, portanto resiliência para manter-se firme e chegar a meta final com sucesso.

R: Reward – Recompensa

O ser humano sempre age para obter algum tipo de recompensação. Portanto, poder chegar ao resultado do seu esforço e dedicação é tão maravilhoso que o coachee empenha- se ao máximo para conquistar suas metas. Por isso mesmo, para se motivar ainda mais é importante que o treinando defina quais serão as suas recompensas. Estas por sua vez, podem tanto ser representadas por bens materiais, ganhos financeiros como por sensações e emoções positivas. Exemplos disso são: promoção no trabalho; incremento de X% no salário; compra da casa própria; perdão da família, cura emocional ou aceitação social.

  • Perguntas poderosas para o cliente se conectar com o propósito de sua dedicação às metas:
  • Qual será a maior e melhor recompensa pela meta alcançada?
  • Como se sentirá (emoções e sensações) quando seu objetivo for realizado?
  • O que você acha que merece receber por conquistar este alvo?
  • O que você dará a si mesmo quando a meta final for atingida?

Estes são apenas alguns exemplos de como incitar reflexões no coachee é importante para que defina com muito mais assertividade e inteligência quais são os seus alvos. Também é essencial para que não projete fantasias sobre o trabalho a ser realizado e acabe, com isso, criando um cenário que não condiz com a sua realidade.

Em se tratando de Coaching, saber onde se está pisando é fundamental para definir os próximos passos. Portanto, quanto mais clareza de todos estes pontos, mais o cliente poderá tomar a consciência do seu papel, assumir suas responsabilidades e definir as melhores estratégias para atingir os resultados esperados dentro dos prazos.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/meta-smarter-ferramenta-de-business-coaching/

O Valor da Cultura Organizacional

O Valor da Cultura Organizacional

Cultura é aquilo que os colaboradores fazem quando o empresário, líder ou empreendedor não está na empresa. É algo forte e onipresente, ou seja, que está presente em todas as ações de todos os membros de uma organização. Estes comportamentos podem ser vistos, sentidos e vividos de forma prática pela equipe, pois são os elementos que guiam seu trabalho e decisões diárias.

Não por acaso a Cultura Organizacional é como uma bússola, um GPS ou um mapa, direcionando as ações das pessoas e orientando os profissionais e os líderes sobre o que podem ou não fazer. Quando estas diretrizes são claras, congruentes, as ações dos colaboradores acabam sendo muito mais assertivas; corretas e produtivas, o que gera resultados melhores também.

Por outro lado, quando a cultura não está evidente ou não é pautada em valores positivos, os funcionários acabam agindo conforme o seu próprio entendimento e tendo atitudes nem sempre compatíveis com o sucesso da empresa. Num ambiente assim, a falta de direcionamento acaba gerando uma grande desorganização, ou seja, cada um faz seu trabalho de um jeito e o senso de grupo acaba sendo prejudicado.

Quando os valores são positivos, todos, dos líderes aos trabalhadores operacionais, agem conforme o que a empresa

acredita, defende e prevê. Se, por exemplo, existe a cultura de custos enxutos, não faz sentido que os líderes ostentem e gastem o dinheiro da organização com luxos. Do mesmo modo, se o negócio prega o respeito às diferenças, não permitirá que de modo algum haja qualquer tipo de ato discriminatório entre seus colaboradores no seu ambiente.

Neste sentido, vale ressaltar que a cultura organizacional deve ter sempre como referência a missão, visão e os valores da empresa. São estes três elementos-chave que representam a essência do que é uma organização seja qual for o seu porte ou segmento. Logo, é preciso haver uma coerência entre os valores e aquilo que o negócio faz. Quando os preceitos são colocados de lado, consequentemente, os funcionários perdem seu referencial e a empresa a sua base, o seu significado.

Por certo, o que faz com que uma cultura seja edificada são os exemplos positivos ou negativos. Se os liderados testemunham o líder tendo maus comportamentos, logo a moral da instituição acabará sendo questionada também. Contudo, quando as ações dos gestores são congruentes com os valores da empresa e, estes são profícuos e benéficos, estas atitudes acabam disseminando comportamentos mais construtivos e produtivos em todos.

Exemplos de Cultura Organizacional de Grandes Empresas

Zappos

Funcionários felizes geram consumidores felizes também. Por isso na Zappos, empresa americana do grupo Amazon, é essencial contratar e ter apenas profissionais felizes que se identificam verdadeiramente com a visão e com a cultura organizacional da empresa.

Google

Renovar-se é essencial para continuar sendo uma grande empresa. Por isso, a cultura organizacional do negócio está sempre sendo atualizada de acordo com os novos tempos e desafios apresentados. Não por acaso, o Google está sempre investindo em novos projetos e buscando inovar.

Warby Parker

Criar um ambiente sempre colaborativo, composto por pessoas diferentes que sejam capazes de trabalhar em equipe e com verdadeiro espírito de grupo é o lema da Warby Parker, empresa americana de óculos.

Adobe

A confiança na equipe é a essência da cultura da empresa. Na prática, isso gera profissionais mais confiantes, independentes e autônomos, capazes de tomar decisões melhores e mais compatíveis com os resultados esperados pelo negócio.

Apple

Pautada por uma cultura que valoriza a proatividade, criatividade, qualidade dos produtos, liberdade e tem como foco dar maior autonomia aos seus profissionais, a Apple, mesmo sendo conhecida como uma empresa onde a pressão por resultados é grande, também busca colocar estes elementos em prática para motivar a equipe e extrair o melhor dos seus colaboradores.

3M

Melhorar e mudar o planeta para melhor por meio das novas tecnologias e dos avanços que cria neste sentido. Esta é a essência da cultura organizacional da 3M, que também defende e promove constantemente a inovação, a criatividade e o aprimoramento contínuo da equipe. Tanto é que seu lema é – “Ciência só é ciência se ajudar aprimorar o mundo.”.

O Que as Pessoas Têm a Ver com Isso?

A cultura de uma empresa é o reflexo das ideias, visões de mundo e dos comportamentos dos seus criadores. No ambiente empresarial, a forma de pensar do empresário está diretamente refletida na forma de gerir o seu negócio e de liderar as pessoas. Por isso mesmo, para que o empreendimento obtenha os re- sultados esperados pela linha de gestão adotada, é necessária à colaboração das pessoas, ou seja, a participação do seu capital humano.

Como sempre digo – empresas são os resultados de pessoas. Se tomarmos os exemplos dos modelos de cultura citados acima, em todos podemos perceber uma valorização não apenas da criatividade ou da inovação, mas do conjunto. Como tal é preciso entender que por trás de cada funcionário existe um ser humano com sonhos, ambições e necessidades que precisam ser entendias; respeitadas e levadas em conta também. Ignorar isso é um grande erro!

Logo, não dá para simplesmente impor aos funcionários seus preceitos e não considerar que eles fazem parte do seu negócio. O que eu quero dizer é que por melhor que seja sua cultura organizacional é preciso contar com profissionais que estejam verdadeiramente alinhados com os mesmos valores da empresa. Sem isso, as chances de insucesso são bem maiores, pois como disse antes, a cultura é algo forte e onipresente.

A americana Zappos, especializada em venda online de sapatos, por exemplo, tem como foco a formação de equipes de alto desempenho e na meritocracia. Por isso, só contrata “pessoas felizes” e conectadas com seus valores, uma vez que acredita que isso se reflete diretamente na forma como seus colaboradores tratam os seus clientes.

Outro ponto que vale destacar é que a empresa tem como a essência da sua política institucional reverter parte dos seus lucros para a promoção interna de sua cultura organizacional. Na prática, além de priorizar a excelência nos serviços prestados aos seus consumidores, visa também à satisfação da sua equipe por meio da manutenção de um ambiente de trabalho positivo, benefícios atraentes e da valorização e reconhecimento dos seus profissionais.

Nenhuma empresa cresce sem valorizar as pessoas que a compõem. Tanto é que negócios que visam apenas o lucro são aqueles onde as pessoas sentem-se menos conectadas à sua missão e onde o turnover é sempre maior. Este enaltecimento do capital humano faz com que os indivíduos sintam-se pertencentes a algo maior e tenha orgulho genuíno de fazer parte da organização.

Isso a que me refiro é essencial e muitas teorias sobre o assunto comprovam na prática o que estou afirmando e faço questão de ressaltar. Um destes conceitos é a teoria de Abraham Maslow sobre a Hierarquia das Necessidades Humanas. Aplicadas ao contexto de trabalho, este princípio defende a autorrealização profissional com um dos principais elementos à satisfação dos indivíduos em sua carreira e existência.

Neste sentido, foi a Psicologia Humanista que inspirou Abraham Maslow em seu brilhante trabalho. A abordagem defendia que todo ser humano tem a capacidade de autorrealização e, para isso possui uma força interior que lhe permite ser dono de si mesmo, dos seus desejos, vontades, necessidades e pensamentos. Também é este poder que nos faz ir além, que determina a nossa personalidade, que nos ajuda e motiva a seguirmos em frente e a conquistar nossos sonhos, metas e resultados extraordinários.

O que isso quer dizer? Que de modo geral quando as pessoas não se sentem plenamente reconhecidas, recompensadas e valorizadas, quando são privadas de fazer emitir suas opiniões, de fazer suas escolhas pessoais e de realizar suas metas e sonhos profissionais por meio do seu trabalho, que elas acabam se tornando mais infelizes e insatisfeitas e, consequentemente, menos produtivas. Por outro lado, os indivíduos encontram espaço para realizar seus alvos e construir seus resultados na carreira, aumenta também sua satisfação.

E foi exatamente para ilustrar e explicar quais são as nossas necessidades em todos os níveis, que Maslow desenvolveu a Hierarquia das Necessidades Humanas. Para isso, o psicólogo exemplificou como as nossas vontades e anseios se manifestam e, como a privação e o não atendimento destes instintos básicos do ser humano, podem provocar a queda em sua autoestima, autoconfiança e motivação, inclusive, em seu trabalho diário.

Para que possa entender com clareza como estas cinco necessidades humanas se aplicam à rotina de um profissional, eu trouxe uma breve explicação de como o ser humano se comporta em cada nível. Portanto, para formatar, desenvolver e fortalecer uma cultura organizacional, que seja verdadeiramente condizente com o sucesso que a empresa deseja obter é fundamental observar estes pontos citados por Maslow para não deixar que o ativo mais importante do negócio – os seus profissionais – não sejam colocados de lado.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-valor-da-cultura-organizacional/

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