Trabalho por Conta Própria – Pontos Positivos e Negativos

Trabalho por Conta Própria – Pontos Positivos e Negativos

Ter o próprio negócio, ser seu próprio chefe, fazer seus horários, regras e salários – estas são algumas das vantagens do trabalho por conta própria. Entretanto, para sair-se bem na empreitada de cuidar de um novo empreendimento, é preciso desenvolver competências e habilidades que ajudem nesta jornada.

Trabalhar por conta própria é o sonho de muitos brasileiros, que veem nesta oportunidade, a possibilidade de realizar seu desejo e investir numa carreira onde possam fazer realmente o que gostam. Além disso, essa também é vista como uma excelente chance de conquistar sua independência financeira e empreender um negócio de sucesso.

Porém, engana-se quem acha que tudo são flores, pois assim como quando somos colaboradores, há muitos desafios e exigências e, como empreendedor, é preciso estar preparado para enfrentá-las.  Para ajudar você a visualizar melhor o que estou dizendo aqui, listarei a seguir, os pontos positivos e negativos do trabalho independente. Confira!

Pontos Positivos de Trabalhar por Conta Própria

  • Ser seu próprio chefe;
  • Realização profissional e pessoal;
  • Ter liberdade para empreender e inovar;
  • Fazer os próprios horários e salários;
  • Aprender a gerir o tempo, a empresa e as pessoas;
  • Criar novos postos de trabalho e ajudar a economia;
  • Se dedicar a uma profissão que realmente goste e ame muito;
  • Poder trabalhar num negócio compatível com seus valores e sonhos;
  • Desenvolver novas habilidades de administração, finanças e liderança;
  • Criar um negócio novo e voltado para um mercado exclusivo;

Pontos Negativos

  • Maior responsabilidade e dedicação integral;
  • Falta de capacitação para administrar seu negócio;
  • Ter que lidar com as burocracias e com os altos impostos;
  • Informalidade e falta de benefícios previdenciários;
  • Dificuldades de adaptação à nova vida profissional;
  • Lidar com problemas financeiros e na gestão de pessoas;
  • Salários variáveis e diminuição da renda no início;
  • Instabilidade do mercado e muitos concorrentes;
  • Falta de capital de giro e de retorno financeiro.

17 Tipos de Trabalho Freelancer Para Você Escolher

Aqui estão os top 17 empregos autônomos que você pode começar ainda hoje:

  • Motorista de Uber
  • Professor de Inglês
  • Escritor freelancer
  • Life Coach
  • Tutor Acadêmico
  • Stand Up
  • Qualquer tipo de trabalho de reparo
  • Comércio eletrônico
  • Comprando e vendendo (internet)
  • Consultor
  • Produção de vídeo
  • Professor de música
  • Consultor de Mídias Sociais
  • Coach de carreira
  • Orador profissional
  • Web designer freelancer
  • Blogueiro

Cuidados que você deve ter quando for montar seu próprio negócio

  • Compreender o valor real do dinheiro;
  • Estar confiante que suas habilidades são boas o suficiente para que os outros comprem;
  • Se resguardar financeiramente para um aporte para reformas; 
  • Dedução de despesas;
  • Alto risco, alta recompensa;
  • Precisa ser flexível;
  • Precisa estar sempre motivado;
  • Procure oportunidades e busque-as;
  • Planeje com antecedência;
  • Coloque em um esforço constante e consistente.

Outro ponto importante é a preparação para esta mudança. Digo isso, porque empreender não é abandonar tudo o que construiu até aqui e tocar um novo barco, mas sim aproveitar os conhecimentos e experiências para criar novas oportunidades e poder investir em seu negócio.

Neste sentido, é importante fazer um planejamento assertivo de seus objetivos e metas ao trabalhar por conta própria. Tenha em mente o que você deseja alcançar e quais passos serão necessários para conquistar seu estado desejado e saber como montar sua empresa.

7 Dicas de como montar sua empresa

Depois de gerar dinheiro suficiente e adquirir experiência, você pode começar a pensar em ser um empreendedor. Aprender como iniciar o seu negócio é o primeiro passo para isso. Para isso, vou deixar 7 dicas para você ficar atento:

1 – Encontre uma ideia de negócio

Esta é provavelmente a área mais difícil para as pessoas. Na verdade, o motivo mais comum pelo qual as pessoas não começaram um negócio próprio é porque elas simplesmente não têm uma boa ideia de negócio. Identifique seus pontos fortes. Aqui estão quatro perguntas que você pode se fazer para encontrar uma ideia de negócio sólida:

  • Quais são suas habilidades?
  • Com o que seus amigos dizem que você é ótima?
  • O que você faz em um sábado de manhã?
  • O que você costuma consumir, comprar?

2 – Encontre um sócio confiável

Embora nem todos possam iniciar um negócio com o marido ou a esposa, realmente ajuda ter um parceiro confiável para iniciar um negócio com você. Pense em alguém que tem os mesmos propósitos que você e que possua também habilidades suficientes para iniciar um negócio junto com você. Pense sempre numa boa parceria. 

3 – Crie uma estratégia e foco

Muitas empresas falham porque não têm uma estratégia e foco sólidos. Crie um plano de negócios e estratégico para o seu negócio e tenha foco. Lembre-se de fazer reuniões, pelo menos trimestrais, para o planejamento. 

4 – Diga não ao que está fora de foco

É mais fácil criar e planejar uma estratégia e enfocar do que se ater a ela. Mas se você for bem sucedido, não é apenas importante dizer sim às coisas certas, é importante dizer não às coisas erradas. É realmente difícil dizer não – mas essencial, quando o mais importante é fazer crescer o seu pequeno negócio.

5 – Contrate as pessoas certas

Como empreendedor, as vezes se comete o erro de contratar pessoas erradas, mas, se isso acontecer, conserte o erro, não mantenha as pessoas erradas por mais tempo do que deveriam estar. O que acontece com frequência é que nos movemos rápido demais para contratar alguém e acabamos contratando a pessoa errada para a posição errada. Então, mesmo que nossa intuição nos diga que contratamos a pessoa errada, não queremos aceitar esse fato, então continuamos tentando justificar a decisão, treinamos essa pessoa para o sucesso ou transferimos ela de função. Isso geralmente é mais prejudicial do que contratar a pessoa errada de início. A solução é ter calma na hora de contratar e rapidez para dispensar. 

6 – Construa grandes valores e cultura

Você e seus funcionários passam mais tempo no trabalho do que em qualquer outro lugar, inclusive em casa e com sua família. Portanto, os valores fundamentais que você tem e a cultura que você cultiva no trabalho são absolutamente essenciais para o seu sucesso e felicidade.

7 – Construa sua marca

O mundo da internet móvel e das mídias sociais tornou mais fácil para uma pequena empresa se tornar grande no mercado. Use todas as redes que puder usar, por meio de vídeos, fotos, artigos, você pode construir sua marca constantemente para tornar sua empresa mais confiável e acessível para seus clientes e leads. A mídia social é uma grande jogada quando se trata de construir sua marca, e você tem uma oportunidade maior do que nunca para tornar sua pequena marca de negócios, em um mega negócio!

É importante ainda entender que suas responsabilidades e horários de trabalho mudarão drasticamente, o que influenciará em sua vida familiar e social. Por isso, comunique a todos sobre estas mudanças e peça seu apoio.

Isso é essencial para que haja um engajamento de sua família e dos amigos, para que respeitem sua decisão, e se adaptem ao novo momento. E, especialmente, para que todos trabalhem juntos pelo sucesso de seu negócio. Pense nisso e boa sorte!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/trabalho-por-conta-propria-pontos-positivos-e-negativos/

Conheça os principais instintos humanos e como lidar com eles

Conheça os principais instintos humanos e como lidar com eles

Falar a respeito de instintos humanos é um tanto quanto complexo, pois se trata de um conceito emprestado da biologia que se refere ao conjunto de reações inatas dos animais, ou seja, que não são aprendidas. Embora possam ser delimitados alguns instintos principais para o ser humano, é válido observar que eles podem ser moldados e/ou alterados de acordo com os fatores culturais ligados ao contexto no qual o indivíduo está inserido. Continue acompanhando e saiba mais a respeito do assunto.

Instintos humanos existem?

Seguindo a linha de raciocínio que apresentei no início deste artigo, há alguns instintos atribuídos ao homem, mas que podem não ser comprovados por suas ações. Por exemplo, o primeiro instinto que vem à mente quando se pensa a respeito desse tema é o da sobrevivência. Porém, há pessoas que tiram a própria vida e outras que deixam de se alimentar por motivos diversos, o que mostra que nem todos possuem essa característica de lutar pela própria vida.

A partir dessa observação, fica claro que os instintos humanos não podem ser analisados somente sob o prisma biológico, já que fatores culturais também os impactam. Algumas correntes de pensamento inclusive não reconhecem a existência de instintos, mas sim de impulsos, que, como é de se imaginar, têm motivações diferentes para serem colocados em prática.

Instintos humanos sob o ponto de vista biológico

Os instintos, para a biologia, são padrões de comportamento transmitidos hereditariamente e presentes em todos os indivíduos da espécie. O objetivo central desses instintos é oferecer adaptabilidade, proteção e preservação por meio de ações automáticas em situações de risco. Seguindo essa linha, é possível destacar três instintos humanos que apresentarei melhor a seguir.

Instinto de sobrevivência: basicamente, se refere ao conjunto de comportamentos que nos ajudam a preservar a vida e a boa saúde, como se alimentar, não se expor a situações de perigo, manter-se em segurança, entre outros.

Instinto reprodutivo: corresponde à necessidade de preservação da espécie, com foco na sexualidade reprodutiva.

Instinto religioso: esse instinto não possui o consenso dos especialistas em psicologia, mas observa-se que o ser humano apresenta uma necessidade inata da busca do sentido da vida, e, em muitos casos, as religiões suprem esse desejo. Uma curiosidade é que a área do cérebro ligada a essa busca é a mesma ativada em crises de epilepsia. 

Os três instintos humanos listados acima podem ser apontados como básicos, contudo, ainda não respondem a questão levantada no início do artigo. Por que algumas pessoas simplesmente contrariam esses instintos com atitudes como deixar de se alimentar, optarem por não ter filhos e não ter uma crença religiosa, por exemplo?

Entenda o que são pulsões

De acordo com Freud, que era um grande estudioso da mente humana, o ser humano não tem instintos, mas sim pulsões, que nada mais são do que impulsos psíquicos gerados por uma somatória de tensão e excitação. A ideia é que a pulsão visa descarregar ou sublimar a tensão mencionada e o faz por meio de um objeto. Para que fique mais claro, posso exemplificar com a sensação de fome (impulso) e o alimento (objeto no qual a tensão é liberada).

Essa teoria de Freud permite entender o motivo pelo qual algumas pessoas podem contrariar os tais instintos humanos. De acordo com ele, nem todos os impulsos do homem são bons para a sua sobrevivência. As pulsões podem ser divididas em dois grupos que são: Eros (relacionados a sexualidade e sobrevivência) e Thanatos (ligados à morte e à violência). A função das pulsões não é satisfazer as necessidades imediatas do ser humano e sim a representação mental que possuem.

Encontro entre a teoria biológica e a teoria das pulsões

Algumas teorias intermediárias que visam estabelecer maneiras de como lidar com os instintos humanos promovem um meio termo entre a teoria biológica e a teoria das pulsões de Freud. Os impulsos são divididos em categorias que observam tópicos relevantes de ambas as teorias. Confira, a seguir, uma explicação mais detalhada.  

Instintos culturais: instintos que atendem à demanda do ser humano de conhecer, saber mais sobre si e sobre o mundo, assim como desenvolver suas inclinações para arte.

Como lidar? Encontre o equilíbrio entre a busca por suas realizações culturais e seus afazeres profissionais. Quando na dose certa, essas vivências têm muito a agregar ao desempenho do indivíduo no trabalho.

Instintos do prazer: eleva os instintos de sobrevivência para um nível acima, o foco está em oferecer o máximo de bem-estar para o indivíduo. Por exemplo, o homem precisa beber água para sobreviver, mas, vai, além disso, adicionando sabores agradáveis à bebida.

Como lidar? Não deixe que a sua busca pelo bem-estar te distancie de outras coisas que são importantes. Tenha sempre em mente que o equilíbrio é a melhor medida para uma vida em que as obrigações e a diversão estão presentes sem excessos.

Instintos sociais: incluem comportamentos que visam oferecer ao indivíduo companhia, propriedades, poder e reconhecimento no contexto social em que está inserido.

Como lidar? Entenda que a sua busca pelo sucesso não pode se tornar o único foco de interesse da sua vida. Além disso, a necessidade de pertencimento também pode ser suprida de outras maneiras, como através do relacionamento com familiares e amigos.

Instintos vitais: neste grupo estão os instintos que contribuem para a sobrevivência, como o sexual, de fuga, de luta, entre outros.

Como lidar? Para ter uma vida equilibrada e bem resolvida socialmente, é necessário compreender que os seus instintos só podem se estender até o limite em que invadem o espaço alheio. Portanto, reflita antes de agir se o seu comportamento está ultrapassando o bom senso.

Além desses, outros instintos são mencionados na cultura popular, como é o caso do instinto materno e do instinto de repulsa. É importante ressaltar que não há uma definição de certo e errado, as teorias são proposições que visam, de alguma maneira, explicar o comportamento humano e os seus objetivos.

Gostou de saber mais a respeito dos principais instintos humanos? Aproveite para deixar o seu comentário contando as suas percepções sobre o tema e lembre-se de compartilhar o artigo em suas redes sociais, para levar o conhecimento para mais pessoas!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/conheca-principais-instintos-humanos-como-lidar-eles/

Conheça a Dinâmica 1, 2, 3

Conheça a Dinâmica 1, 2, 3

Você conhece a dinâmica 1, 2, 3? Essa é uma das atividades mais interessantes para descontrair e testar a capacidade de concentração de um grupo de pessoas. No artigo de hoje vou falar sobre essa ação e a relevância das dinâmicas para o cenário corporativo. Acompanhe! 

A importância das dinâmicas para o ambiente profissional 

As dinâmicas são muito comuns no ambiente corporativo. Existem alguns tipos que são aplicadas no processo de recrutamento e seleção. Com isso a área de recursos humanos (RH) dá mais produtividade ao procedimento, pois os recrutadores conseguem identificar com mais facilidade quais são os candidatos mais adequados para uma entrevista com o gestor da área.  

Existem dinâmicas que podem ser aplicadas quando a pessoa acaba de se tornar um funcionário para dar mais agilidade ao processo de integração. Também ações voltadas para aumentar a consciência coletiva de equipes, visando um dia a dia mais produtivo e com entregas melhores. 

Antes de simplesmente aplicar a dinâmica, é essencial que os organizadores tenham definido qual é o objetivo da ação. Do contrário, será apenas uma atividade superficial que fará com que os envolvidos percam tempo. A meta depende muito da empresa, gestor e da necessidade.  

Por exemplo, imagine que há uma equipe de 5 pessoas que trabalham juntas há 2 anos, porém 2 das pessoas resolvem sair da empresa. Após a contratação dos novos colaboradores, é interessante fazer uma dinâmica que tenha como objetivo incorporá-los aos processos específicos do time, cultura organizacional da empresa e acelerar a criação de um relacionamento interpessoal com os novatos.  

Agora que você já entende mais sobre a relevância das dinâmicas para o cenário corporativo, é hora de conhecer especificamente sobre a dinâmica 1, 2, 3. A ação é usada para quebrar o gelo antes de encontros, eventos e treinamentos. Assim, todo mundo fica à vontade para realizar a tarefa com tranquilidade. Esta é uma ferramenta de integração simples e aplicável em todos os tipos de situações em que há um grupo de pessoas, em âmbito profissional ou não. Continue lendo o artigo para conferir como aplicá-la corretamente! 

Como funciona a dinâmica 1, 2, 3 na prática 

Na primeira etapa da dinâmica, peça ao grupo que se divida em duplas para que possam fazer a ação juntos. Em seguida solicite que, alternadamente, cada membro comece a contar 1, 2, 3 e depois o outro faça o mesmo. 

Na segunda fase, a coisa começa a mudar um pouquinho. Agora, ao invés de dizer o número um, os participantes deverão bater palmas uma vez, e continuam a sequência de números normalmente, falando o 2 e 3. 

Na terceira etapa da dinâmica, a dificuldade aumenta mais um nível e as duplas agora, além de bater palmas para representar o número 1, também terão que ao invés de falar dois bater as duas mãos na barriga e em seguida pronunciar o número 3. 

Pensou que acabava aí? Que nada! Agora vai complicar bem mais, pois além de bater palmas, bater na barriga, ao invés de falar três, os participantes vão ter que dar uma “reboladinha”. Isso, com certeza, deixa o ambiente muito mais descontraído. Aos poucos, as pessoas começam a sorrir, se divertir, interagir e estarem bem mais abertas à integração. 

Deu para perceber que, além de acelerar o processo de inclusão, a ação tem o poder de deixar o ambiente mais harmonioso, não é? E tem a ação tem mais benefícios! Por mais simples que possa parecer, a dinâmica 1, 2, 3 é um jeito de testar a coordenação motora, memória e capacidade de fazer um bom trabalho em equipe. Mostra também que não é preciso de mecanismos sofisticados para se criar um senso coletivo. 

Como podemos perceber este modelo pode ser facilmente aplicado em reuniões e encontros para quebrar o gelo entre as pessoas e as fazer interagir de maneira positiva. Portanto, sempre que precisar trazer uma forma fácil e rápida de integração de grupos, tenha nessa “brincadeira” uma ferramenta efetiva para isso. Ela pode ser aplicada também com crianças, jovens e idosos, pois é de fácil compreensão e não oferece nenhum risco. Pelo contrário, sempre gera muita descontração e muitos risos.  

Tirando a ideia do papel 

Agora que você já conhece como a dinâmica 1, 2, 3 funciona é hora de aplicar com o seu time. Caso se sinta inseguro, converse com o RH antes para conseguir o apoio da área. E, se você ainda não for um líder, pode sugerir a atividade para o seu gestor. Só é importante deixar claro qual é  objetivo principal na hora de solicitar. Afinal, toda ação precisa ter uma expectativa bem definida.  

Você vai ver como a dinâmica vai trazer mais descontração ao grupo, aumentar o pensamento coletivo e trazer, mais harmonia para o dia a dia. É provável que, com o tempo, a ação mostre seu efetivo no dia a dia dos colaboradores, assim como nos indicadores positivos do clima organizacional, essencial para os trabalhos em grupo. Além disso, pode ser uma forma de impulsionar à aderência a cultura organizacional. 

Se você desejar ir além dos benefícios que a dinâmica 1, 2, 3 proporciona, você pode contar com o coaching para empresas. O método pode ser aplicado para grupos pequenos, médios ou grandes de pessoas no formato que a empresa necessitar. Isso quer dizer que, dependendo do objetivo a corporação quer alcançar ou da dificuldade que quer diminuir, o coaching possui exercícios diferentes. Essa adaptação é essencial, pois cada empresa funciona de um jeito diferente e é importante trazer práticas adequadas ao modelo que cada gestão prefere seguir.  

Independentemente do caminho que a gestão escolher seguir com o coaching, é certo que o método irá cooperar para a integração das pessoas, crescimento do espírito coletivo, e aumento da produtividade. Além disso, é possível que o processo ainda influencie individualmente nos profissionais, estimulando o autodesenvolvimento e o aprofundamento intelectual contínuo. Ou seja: os colaboradores podem ficar mais motivados para estarem estudar mais e aprender mais constantemente.  

Gostou do artigo de hoje? Comente abaixo o que achou e compartilhe o texto nas suas redes sociais. 

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/conheca-a-dinamica-1-2-3/

Conheça a Teoria da Fixação de Objetivos e sua Aplicação no Alcance das Metas!

Conheça a Teoria da Fixação de Objetivos e sua Aplicação no Alcance das Metas!

Desenvolvida no ano de 1981 pelos professores e estudiosos Gary Latham e Edwin Locke, a Teoria da Fixação de Objetivos consiste na definição de metas como fator de motivação profissional e de incentivo ao alcance dos alvos no trabalho. Os dois ainda defendem que para manter os trabalhadores produtivos é importante dar um direcionamento às suas demandas, ou seja, definir com clareza quais são as suas tarefas e a finalidade das mesmas.

Já deu para perceber que essa teoria é excelente para os líderes e gestores que estão buscando por estudos que os ajudem a gerenciar melhor as pessoa se às demandas de um modo justo? Mais do que isso, que, ao planejar as tarefas, que a distribuição, o processo de realização e a apresentação ainda esteja de acordo com os objetivos gerais das empresas, assim como a sua cultura organizacional. Para saber mais mais sobre o assunto é só continuar lendo o artigo!

Como a falta de objetivos pode ser desestimulante

Um dos fatores de desmotivação nas empresas é justamente a falta de metas claras e bem definidas. De modo geral, os profissionais reclamam que a falta de sentido naquilo que estão executando acaba também diminuindo a sua motivação e engajamento. Por outro lado, quando o escopo está claro fica mais fácil planejar a execução das atividades, focar e se motivar para obter os resultados esperados.

Contudo, não basta apenas definir objetivos, é preciso que eles sejam congruentes com a realidade da empresa e dos colaboradores. Metas muito robustas e elevadas, que estão acima da capacitação dos profissionais, acabam sendo um fator a mais de desmotivação. Por isso, ao definir os alvos do negócio, a organização precisa ter inteligência estratégica e não exigir além do que a equipe é capaz de realizar naquele momento.

Então, entra a inteligência e estratégia do líder ou gestor em estabelecer quais são os objetivos, e quais são as atividades a serem cumpridas. Mais do que isso, também entra a capacidade da liderança ou gestão em conseguir desenvolver o time constante, tanto intelectualmente, quanto tecnicamente. 

Conteúdo e intensidade: as variáveis da Teoria da Fixação de Objetivos

De acordo com os criadores da Teoria da Fixação de Objetivos, Edwin Locke e Gary Latham, o conceito possui 2 variáveis essenciais, que precisam ser sempre levadas em conta no momento e definir a finalidade do trabalho. São elas: conteúdo e intensidade. Venha conhecer melhor cada uma delas!

Conteúdo: esse ponto diz respeito ao que está sendo definido e ao resultado esperado com aquela ação. Para balizar o alcance deste objetivo são usados como parâmetros o nível de dificuldade da meta, a performance desejada, o tipo de trabalho a ser realizado e o índice de assertividade obtido.

Intensidade: tem relação com o nível de comprometimento necessário para a realização daquele trabalho. Refere-se à energia física e emocional que deve ser empregada para que as metas se concretizem. Para isso, é preciso que, mais uma vez, o objetivo desta ação esteja bem alinhado entre todos para que os profissionais foquem e conquistem o almejado.

Agora a parte teórica ficou mais clara? Você ainda pode ir além e começar a aplicar o que aprendeu na teoria. Afinal, de nada adianta estudar e não colocar em prática!

Método SMART: ferramenta para colocar as metas em prática

A diferença entre as pessoas que realizam suas metas e aquelas que não, está na forma como se relacionam com as mesmas. Ou seja, em como estruturam os seus resultados em curto, médio e longo prazo. Não adianta dizer simplesmente “eu quero isso”, sem definir como, quando, porque, onde e como tudo será feito.

Colocar, por exemplo, um lembrete na porta da geladeira falando sobre os 10kg que deseja perder até o verão não basta. É preciso listar quais as ações que vão te lavar a ser bem-sucedido nessa tarefa pessoal de saúde física. Isso inclui definir prazos claros, investir em reeducação alimentar, no controle da ansiedade e em fazer exercícios com frequência. Não é mágica, mas sim planejamento.

Com as empresas não é diferente, pois não basta apenas fazer uma lista de alvos soltos, apresentá-los à equipe e esperar que ela se vire para entregá-los. Para conquistar resultados consistentes, tudo isso precisa estar bem detalhado e planejado. No fim das contas, isso serve também ser um fator de motivação para os funcionários. Para isso, a organização deve contar tanto com lideranças mais bem preparadas, como também com mecanismos efetivos que lhe deem o suporte nesta direção.

Neste sentido, o Método SMART é uma poderosa ferramenta que ajuda a colocar em prática a Teoria da Fixação de Objetivos, estruturar os alvos e ajudar em sua concretização efetivamente. Antes de falar mais sobre a metodologia, gostaria de explicar que SMART consiste na tradução do acrônimo em inglês: Specifics (específicos), Measurable (mensuráveis), Agreed (alcançáveis), Realistic (realistas) e Timed (datas e prazos).

Todos estes elementos acima mostram como é possível organizar o trabalho na empresa sem deixar que as tarefas e os colaboradores fiquem dispersos por falta de orientação e de um propósito claro em suas tarefas. Oferecer um norte e dar o direcionamento que a equipe precisa para realizar um bom trabalho são elementos-chave para obter grandes resultados e manter a motivação e o engajamento sempre em alta.

Combinado ao método SMART, você pode contar com o coaching para evoluir nessa área da vida ou em qualquer outra do âmbito pessoal ou profissional. O método possui técnicas eficazes que te ajudar a despertar o seu potencial infinito. Com a ajuda de um profissional do método, um coach, você será capaz de entender melhor a si mesmo, destruir seus limites, limitar seus fatores sabotadores e estar em constante evolução. Tanto na vida pessoal quanto profissional.

Para quem quer ser líder, especificamente, há formação voltadas para esta meta. Então, além do que eu já disse que você vai aprender, ainda é possível desenvolver características essenciais da liderança. Algumas delas são: empatia; capacidade de tomar decisões com rapidez; gerenciamento de pessoas; administração de tarefas; e muito mais! 

Gostou do que aprendeu no artigo de hoje? Então, compartilhe nas suas redes sociais para que outras pessoas obtenham esse conhecimento também. 

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/conheca-teoria-da-fixacao-de-objetivos-e-sua-aplicacao-no-alcance-das-metas/

Coaching nas empresas

Coaching nas empresas

Provavelmente você já ouviu dizer que o mercado está mais exigente. Mas você sabe o que isso realmente significa? Na prática, as empresas estão buscando por profissionais mais capacitados tecnicamente e intelectualmente e que ainda consigam se adaptar à cultura organizacional sem muitos obstáculos.

Isso tem ocorrido, pois essas requisições contribuem diretamente para o aumento dos níveis de produtividade e qualidade das entregas, além de ajudar a tornar o clima organizacional mais harmonioso. Ou seja, o impacto de um processo seletivo rigoroso influencia diretamente na saúde financeira positiva da corporação.

Já que os cargos estão sendo ocupados por quem mostra mais aptidão em desenvolver o trabalho satisfatoriamente, a procura pela capacitação é uma consequência lógica. E não é o colaborador que deve contribuir para essa ideia. Continue lendo o texto para entender quem faz parte da equação do desenvolvimento do funcionário. Saiba ainda como o coaching pode ser benéfico nesse processo. Acompanhe!

Colaborador e empresa construindo a educação continuada

Agora, você já compreendeu que tanto o líder quanto o liderado devem participar do processo de desenvolvimento da educação em um ambiente profissional. Isso é essencial, pois ajuda a criar um espaço de troca de conhecimento e experiências muito rico e extremamente importante para todos do processo de trabalho. 

Vou te mostrar agora como todos os envolvidos do processo de trabalho podem ser uma parte desse lindo processo educacional. Veja:

Colaboradores que não são líderes ou gestores: estes devem buscar por formações complementares fora do ambiente de trabalho para progredirem no setor comportamental, intelectual e técnico. Para isso, é essencial que eles se planejem e guardem o dinheiro para conseguirem o necessário para o investimento na educação própria. 

Caso exista uma política de ajuda educacional, o funcionário que ainda não é um líder ou gestor pode contar com ela para dar continuidade aos estudos. Se não houver uma política desse tipo, é interessante que o colaborador converse como gestor para entender se há alguma possibilidade da empresa investir na educação dele. Em ambos os casos, é essencial que o curso e os objetivos dele sejam bem argumentados, afinal a corporação não pode investir em algo que não traz retorno. 

Gestão e liderança: é papel de um bom gestor e de um bom líder estarem atentos às necessidades os seus colaboradores para entender como ajudá-los. Em alguns casos, essa contribuição pode ser em forma de educação. Para isso, o profissional deve trabalhar em conjunto com a área de recursos humanos (RH), exercendo ou criando políticas que atendam a esse tipo de necessidade.

RH: como eu disse acima, os gestores e líderes devem trabalhar em conjunto com a área de recursos humanos para identificarem os pontos que precisam de evolução e criar planos para que sejam resolvidos. Porém, antes da gestão ou liderança falar qualquer coisa, é recomendado que o RH já esteja pronto, pois a empresa deve se preocupar com seus funcionários, oferecendo oportunidades para seu desenvolvimento, treinamento e capacitação.

Isso significa que o departamento pode elaborar uma política de educação voltada para o desenvolvimento dos colaboradores, planejamento financeiro visando essa linha no orçamento, processos que ajudam os líderes e gestores a identificarem onde estão os gaps e avaliações constantes. 

O papel do coaching em ambiente corporativo

Conforme eu disse antes, agora vou mostrar como o coaching pode ajudar no processo de educação dos colaboradores. Antes de mais nada, é importante que você entenda que o método é um momento de interação e reflexão, em que a pessoa se coloca em foco e repensa seu caminho, contribuindo para o amadurecimento pessoal e profissional.

O coaching é a ferramenta mais poderosa para construir e potencializar equipes e pessoas de alta performance. Dentro de uma empresa, o método pode aprimorar não só os colaboradores, mas também a instituição como um todo devido ao alto desempenho alcançado. Interessante, não é mesmo? 

Qual é o efeito do método

Agora, que você já entende mais o conceito da metodologia, vou te mostrar a relevância dele para o mundo corporativo. O processo de coaching é um momento privilegiado de interação e reflexão em que o profissional conta com sua percepção, estando aberto a se colocar em foco e repensar a trilha que escolheu para fazer na vida. 

O coachee (aprendiz) aprende com o coach (profissional de coaching) a descobrir e optar por novas e melhores formas de se desenvolver e promover o progresso à sua volta. Um profissional mais assertivo é um grande ponto positivo em qualquer empresa, pois ele é parte importante do cumprimento das metas e da saúde financeira da organização. 

Grandes e conhecidas instituições como a Petrobrás, Fiat, Leroy Merlin e Banco do Brasil adotam processos personalizados de coaching como parte de sua cultura, buscando formar líderes e desenvolver os seus executivos. A possibilidade de personalização representa a variedade de possibilidades que essa grande metodologia traz como a assessoria de um coach. As formações e treinamentos In Company contribuem com diversos fatores, tais como:

  • Desenvolvimento de visão e missão da empresa;
  • Estabelecimento de planejamento estratégico e de marketing;
  • Trabalho específico para melhoria da performance de um grupo de profissionais;
  • Evolução de capacidades de liderança dos executivos da empresa;
  • Melhoria no desempenho de profissionais com dificuldades de desempenho;
  • Estabelecimento de uma cultura de coaching no ambiente profissional;
  • Resolução de conflitos internos e externos.

Já deu para perceber que o processo de coaching dentro da empresa pode trazer inúmeros benefícios, acrescentando sucesso e assertividade ao local, não é mesmo? Então, não perca mais tempo! Não espere que a sua oportunidade de evoluir na parte educacional caia do céu. Afinal, como eu disse: o mercado está cada vez mais exigente.  

Esteja sempre atento às novidades e busque por formações de coaching que podem fortalecer o seu lado profissional e pessoal. O coaching é um caminho efetivo para isso. Sugira a implementação do método e contribua com a sua educação contínua.

Esse texto foi útil pra você? Compartilhe com seus amigos em suas redes sociais e ajude outras pessoas.

Conteúdo postado originalmente em setembro. Atualizado com novo conteúdo.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/como-funciona-o-coaching-nas-empresas/

Déficit Cognitivo: o que é?

Déficit Cognitivo: o que é?

De acordo com o dicionário, a cognição é uma função da inteligência ao adquirir conhecimento. Em termos ilustrativos, é o que nos ajuda a conectar as ideias relacionadas à memória, raciocínio, juízo, linguagem, percepção e mais. Portanto, o déficit cognitivo é um termo usado para definir quem possui dificuldade em realizar o processo cognitivo.

Isso significa que a pessoa com déficit cognitivo passa por obstáculos maiores. Ações como sustentar atenção em um único assunto ou momento, resolver problemas simples do dia a dia, desenvolver senso de localização espacial e ainda deve lidar com impedimentos para fazer o raciocínio lógico faz parte de um cenário complexo de quem sofre com essa condição. 

Uma condição de déficit cognitivo persistente e progressiva é chamada de demência, por exemplo. Entre as demências, posso citar a Doença de Alzheimer, a Demência com Corpos de Lewy, a Demência Frototemporal e a Demência Vascular.

Como as caraterísticas da doença podem ser confundidas com a simples falta de atenção ou ainda pode evoluir com uma frequência lenta, é possível que não nos atentemos a quem está à nossa volta precisando de ajuda. 

Justamente por isso, é essencial ter paciência e buscar por ajuda profissional tanto para a pessoa que tem déficit cognitivo quanto para quem convive com ela. Afinal, de que adianta saber da situação e não fazer nada para ajudar, não é mesmo?

Se você conhece alguém que tem déficit cognitivo ou gostaria de saber mais sobre o assunto, é só continuar lendo o artigo!

Como identificar e tratar o déficit cognitivo 

Para identificar o déficit cognitivo são aplicados testes neuropsicológicos com a intenção de avaliar o nível da limitação da pessoa e, em quais áreas esta é mais ou menos predominante.  Esta avaliação mede também as áreas do cérebro que estão comprometidas e que não funcionam do modo como deveriam.

Na fase infantil, por exemplo, é importante que as situações características da situação sejam observadas com atenção. Por exemplo, no lugar de chamar a criança de “preguiçosa”, prefira consultar um especialista para entender o que está realmente acontecendo. Caso não seja identificado e tratado cedo, o déficit cognitivo pode agravar quadros de déficit de atenção, hiperatividade (TDAH), dislexia, depressão, transtorno bipolar do humor e outros.

Os pais ou responsáveis devem ficar atentos ao que está acontecendo com a criança. Um estudo publicado na revista científica “The Lancet Child & Adolescent Health” aponta que o uso excessivo de dispositivos eletrônicos pode prejudicar o desenvolvimento cognitivo de crianças. Isso inclui mais de duas horas diárias em computadores, tablets e mais. Porém, não se esqueça de que cada caso é um caso. Caso esteja com dúvidas, consulte um profissional da medicina para ajudar. 

Vale ressaltar que as escolas têm um papel muito importante que é o de incluir estes alunos e de estar preparada para receber todos os tipos de pessoas. Isso é essencial para eliminar os preconceitos com as diferenças e, fazer deste espaço de transformação e aprendizado, verdadeiramente um ambiente com igualdade, onde todos podem receber uma educação adequada.

Na fase adulta, é mais difícil de diagnosticar os casos, porém não é impossível. Além do diagnóstico assertivo de um profissional de medicina e da execução do tratamento e acompanhamento dele, a pessoa com déficit cognitivo deve receber muito apoio da família e amigos. Esse sistema de suporte é essencial para que o tratamento tenha efeito positivo.

O problema não tem cura, mas sim tratamento, que é feito de forma multidisciplinar com o apoio de médicos, psicopedagogos, fisioterapeutas e psicólogos, que atuam ajudando crianças, adolescentes e adultos, dentro de suas possibilidades, a desenvolver-se e ter mais qualidade de vida mesmo com suas limitações.

Hábitos mais saudáveis podem contribuir para evitar algum tipo de problema neurológico. De acordo com uma pesquisa publicada na revista “JAMA”, que tem 4 ou 5 costumes saudáveis têm 60% menos risco de desenvolver esse tipo de obstáculo. Caso você conheça alguém que esteja em tratamento para déficit cognitivo, recomende perguntar a respeito uma mudança de rotina.

A intenção é que assim, a pessoa com déficit cognitivo possa receber os estímulos certos, da maneira certa, e tenha a chance de desenvolver determinadas habilidades, independentemente de sua condição. Ao ser estimulado constantemente, o indivíduo tem o espaço que precisa para desenvolver seus recursos e ir ganhando maior confiança em si mesmo.

Também é importante ressaltar que outros problemas podem levar uma pessoa  ater déficit cognitivo. Um exemplo disso é uma pesquisa da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, publicada na revista “Neurology”. Ela mostra que o aumento na pressão arterial pode prejudicar diversas capacidades, tais como de memória, foco e atenção.

É possível fazer mais?

 Acredito que assim como cada um de nós todos, independente de ter ou não um déficit cognitivo, têm sua própria forma de aprender. Deste modo, é a sensibilidade e os conhecimentos dos profissionais que atendem a pessoa, bem como o apoio de sua família que fará toda diferença na evolução do quadro.

 Além do diagnóstico e tratamento médico, quem tem déficit cognitivo pode contar com o coaching para estimular o seu potencial pleno. O método possui técnicas que podem ser bem úteis para o desenvolvimento do autoconhecimento e da inteligência emocional. As ferramentas podem ser testadas e aplicadas, assim como diferentes formas de estímulos podem ser feitos para que aqueles que têm esta deficiência possam ser acolhidos, cuidados, amados e motivados a melhorar constantemente. 

Porém, antes de optar pelo coaching, é importante consultar com o profissional da medicina que está fazendo o tratamento. Ele pode dizer se o método pode ser efetivo junto ao tratamento neste momento. Digo isso, pois pode ser que o coaching pode ser mais útil em algum período mais tarde, por exemplo.   

Caso o médico diga que está tudo bem, aproveite para conhecer um método que é constante desenvolvido e evoluído para atender aos mais diversos tipos de público, que necessitam de ajuda para progredirem. Prepare-se para exercícios que preparam as pessoas para se tornarem mais fortes, independentes e decididas, tanto na vida pessoal quanto profissional. 

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 Até a próxima!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/deficit-cognitivo-o-que-e/

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