Transforme Dificuldades em Oportunidades

Transforme Dificuldades em Oportunidades

Estamos em meio a uma grave crise financeira e, neste momento, nosso país passa por grandes dificuldades econômicas. Fique tranquilo, eu não vim aqui falar aqui mais do mesmo, pois da crise todo mundo já sabe. Eu quero pegar este gancho apenas para falar de como você pode se encaixar em tudo isso e, de como, podemos transformar as dificuldades em boas oportunidades de riqueza e sucesso, se formos mais espertos e mais inteligentes.

Inspiração Para o Sucesso

Neste sentido, quero te perguntar uma coisa – Você sabe o que: Walt DisneySoichiro Honda, Elvis Presley, Steve Jobs, Steven Spielberg e J.K Holling têm em comum? Todos estes profissionais de sucesso passaram por grandes momentos de dificuldade em suas vidas, mas nenhum deles desistiu de conquistar a riqueza e prosperidade que desejava. Todos foram desafiados, contestados, criticados, mas não abriram mão de conquistar seus sonhos e o reconhecimento financeiro que buscavam.

Como sabemos todos se tornaram milionários, donos de impérios, pessoas respeitadas e admiradas em todo mundo e donos de grandes fortunas. E sabe o que fez todos chegaram a este resultado? Eles souberam transformar estes inúmeros obstáculos, suas grandes adversidades em boas oportunidades para ir além, para fazer algo diferente, inovador que os levasse à vitória, ao sucesso.VOCÊ É FELIZ?

Trabalhe Para Ser Bem Bem – Sucedido!

Incrível, não é mesmo? Acredite: assim como eles, você também pode conquistar um ciclo virtuoso de prosperidade e riqueza. Entretanto, você precisa enxergar, em tudo, até mesmo nos piores acontecimentos, oportunidades de evoluir, aprender e se aperfeiçoar.

Cada não que você receber deve te dar mais motivação para continuar. Cada vez que disserem que é melhor desistir, você deve ter ainda mais forças para continuar. Cada crise que você enfrentar, deve buscar seu fortalecimento. Tudo isso, somado, se transforma em grandes oportunidades de mudar o jogo e vencer no final.

Aproveite as Oportunidades!

Por isso, ao invés de reclamar do momento e focar apenas nas dificuldades que todo mundo vê, seja diferente! Pare, observe ao seu redor, faça uma autoavaliação, reconheça seus talentos, dons e habilidades. Se não houver nenhuma oportunidade, o que eu duvido muito, tá aí a grande oportunidade para você mesmo criar as suas oportunidades de riqueza.

Deixe de lado medos, desculpas, crenças limitantes e a preguiça que te faz ficar estagnado. O sucesso não bate na porta, é preciso merecê-lo, é preciso ir buscá-lo. Seja um descobridor de Oportunidades e prospere a partir deste feeling diferenciado. Transforme tudo isso em dinheiro, reconhecimento, status e nas realizações de sonhos e de vida que sempre desejou.

Reflita sobre mais este passo para a riqueza, transforme dificuldades em oportunidades e construa o seu sucesso em todos os sentidos.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/transforme-dificuldades-em-oportunidades/

O que é Mindset?

O que é Mindset?

Muito se ouve falar sobre mindset, mas você sabe o que esse termo realmente significa? É possível descrevê-lo como a mentalidade que cada um de nós tem em relação à vida.  Em termos práticos, o conceito significa o conjunto de atitudes mentais que influencia diretamente nossos comportamentos e pensamentos.

Essa formulação pode ser a chave para alcançarmos sucesso ou não. Isso ocorre, pois o modo como você reflete sobre as situações determina como você irá agir e seus atos desenrolam em consequências positivas, neutras ou negativas. Então é só pensar em coisas boas que elas vão acontecer magicamente? Calma, que a vida não é tão simples assim. Continue lendo o texto para entender mais sobre o assunto!

O conceito de mindset segundo Carol S. Dweck

A ideia de obtermos sucesso por meio do nosso mindset vem de uma filosofia desenvolvida pela psicóloga Carol S. Dweck, que atualmente é reconhecida internacionalmente pelos seus esforços nesta área do conhecimento. 

A estudiosa e professora de psicologia da Universidade de Stanford nos Estados Unidos, explica que nosso mindset mostra o nosso modo otimista ou pessimista de enxergar diversas situações da vida e de como se portar diante delas. Após pesquisar durante muitas décadas, a especialista, que é referência no assunto, chegou à conclusão de que existem dois tipos de mentalidades distintas: a fixa e a progressiva. Entenda mais sobre cada uma delas abaixo.

Mentalidade fixa

A atividade mental fixa é aquela que faz com que os indivíduos acreditem que se não nascem com determinadas capacidades e dons, naturalmente, também não podem desenvolvê-los ao longo do tempo. Geralmente, eles entendem que a inteligência deles está sendo colocada em julgamento a todo momento e se sentem inseguros em relação a isso. Essa tendência de não engajar impede que essa pessoa adquira novos conhecimentos, que considera estarem em um nível de dificuldade maior do que ela pensa que é capaz.

Tanto no âmbito profissional como no pessoal, quem tem a mentalidade mais fixa demonstra mais pensamentos negativos e tem a inclinação de ficar estagnado e desmotivado diante de situações complicadas que fogem do comum. No trabalho é fácil identificar esse perfil! Basta analisar quem é o colaborador que nunca quer fazer atividades diferentes das que está acostumado, que não quer aprender novos conceitos, que sempre pede a opinião dos outros e que foge de grandes responsabilidades por ter medo de não conseguir lidar com elas corretamente.

Mentalidade progressiva

O segundo tipo de mentalidade é chamada de progressiva ou de crescimento. Ao contrário da mentalidade fixa, as pessoas com esse tipo de pensamento acreditam que seus talentos e habilidades podem ser desenvolvidos, desde que elas sejam pacientes, focadas, esforçadas e dedicadas. 

Um indivíduo com esse mindset tem a aptidão para transformar a dificuldade em uma oportunidade de aprender e evoluir. Se ele errar, não tem problema, pois ele acredita que é possível assimilar novos conhecimentos com o que não deu certo. O importante é enxergar os pontos positivos do processo e entender como corrigir os pontos negativos.

Os profissionais com este perfil são aqueles que estão destinados ao sucesso, pois buscam vencer suas limitações e aprimorar seus conhecimentos diariamente. Também é simples encontrar esse tipo de funcionário no seu local de trabalho. É só verificar quem não tem medo de adquirir novas responsabilidades, está sempre estudando e se atualizando e que não desanima quando erra. 

Esse colaborador simplesmente irá rever o processo e se esforçar para entender o que deve fazer para reverter a situação. Geralmente esse tipo de profissional tem um crescimento bom na empresa ou já são líderes. Afinal, uma equipe precisa de uma pessoa motivada para guiá-la para os melhores resultados!

Um indivíduo com mentalidade negativa pode ser identificado no momento do processo de seleção com a aplicação de um simples teste escrito ou em um debate. Dê uma situação mais difícil do que aquelas que ele contou na entrevista e veja como ele reage a esta. Se a solução funcionar como uma escapatória, já é possível ficar atento a um possível mindset fixo. Mas se a pessoa foi criativa e se esforçou para encontrar a melhor forma de resolver, mesmo que não tenha sido a resposta perfeita, é possível que ela tenha uma mentalidade progressiva.

Se você ficou interessado neste tema, aproveite para aprofundar seus estudos com o livro “Mindset: A nova psicologia do sucesso”. Nessa obra, a psicóloga prova que o mindset não é apenas um traço da personalidade e sim um atitude mental de como lidamos com a vida. Ela explica como o sucesso pode ser uma consequência dos nossos comportamentos em relação a diversas situações, sejam elas profissionais ou pessoais.

Classificação dos tipos existentes de mindset

Existem várias formas de manifestações do mindset e agora vou explicar um pouco mais sobre cada tipo. 

Mindset Fixo

Pessoas que possuem um mindset fixo são aquelas que acreditam que suas habilidades, sua inteligência e sua capacidade não se modificam.  Geralmente, são indivíduos que possuem naturalmente algum dom ou genialidade que permanece imutável durante sua vida. 

São características comuns de pessoas com mindset fixo serem muito vaidosas, hostis, estão constantemente se gabando dos seus talentos naturais. Geralmente, não conseguem lidar muito bem com erros, pois para pessoas com esse mindset errar é sinônimo de fracasso, sendo isso uma grande frustração, com a qual não conseguem lidar de maneira saudável.VOCÊ É FELIZ?

Nesse caso, quem tem um mindset fixo não acredita que é possível aprender e evoluir através do esforço, já que eles possuem um dom que nasceu com eles. Ou seja, para essas pessoas não é possível desenvolver alguma habilidade depois que se nasceu. Ou você já nasce com ela, ou não, e pode morrer tentando que não conseguirá adquiri-la.

Seguindo esse raciocínio, se esforçar é também considerado sinônimo de fracasso para pessoas de mindset fixo, já que as habilidades são características natas. 

Um comportamento bastante comum dessas pessoas é não se responsabilizar por seus atos, estão constantemente buscando impedimentos externos para culpar, quando algo que realizam não dá certo.

Mindset de crescimento

Em contraposição às pessoas de mindset fixo, o mindset de crescimento não acha que é impossível mudar o seu status quo. Acredita que é possível tirar aprendizado de todas as situações adversas. Nesse sentido, acredito que o esforço para superar obstáculos gera momentos de superação.

Além do esforço, quem possui um mindset de crescimento acredita também que trabalhar duro é valorizado pelo meio em que está inserido. Assim, essas pessoas possuem uma visão de que as premiações que ganham não vêm apenas de resultados, mas de se doar para um trabalho.

Dessa forma, os aprendizados que se tira da superação de desafios fazem com que as pessoas evoluam constantemente, ficando mais habilidosas e inteligentes. Assim, é preciso se treinar constantemente para que o mindset de crescimento continue a se aperfeiçoar.

Como o mindset de crescimento influencia nos resultados

Para conquistarmos nossos sonhos e objetivos, seja qual for a fase da vida, é preciso ter sempre foco no positivo, dedicação e autoestima elevada. Além disso, é essencial trabalharmos nossa resiliência, pois essa característica nos ajuda a superar as dificuldades e ainda traz o poder de ressignificar. Só assim, conseguiremos aprender com nossos erros e seguir em frente mais fortes e preparados.

Essa vontade de aprender, crescer e expandir as próprias possibilidades nada mais é do que o lema do mindset  de crescimento. Ninguém é uma ilha que não pode mudar e alterar o curso da sua própria história. Todos nós somos capazes de fazer diferente. Basta acreditar!

Quer ver um exemplo que envolve muitas pessoas do mundo? Quando nascemos não sabemos andar ou falar. Entretanto, estimulados por nossos responsáveis e comunidade que convivemos, poucos meses depois, muitos de nós estão andando e falando. Mais tarde, influenciados por novos conhecimentos e aprendizados nos tornamos grandes profissionais e, por meio de nossa expertise, somos capazes de alcançar resultados extraordinários.

Mindset e as mudanças comportamentais

O mindset não é algo imutável. Assim como ele tem o potencial de ser construído, há também a possibilidade de ser alterado. O que isso quer dizer? Significa que você pode trabalhar seu mindset para que ele mude e se transforme no que você gostaria fosse. Ou seja, se você tem algum hábito negativo que gostaria de mudar, é preciso que você altere a forma como enxerga o mundo (que é o seu mindset) para de fato conseguir mudar esse hábito que não mais deseja ter.

Permanecer imutável com a mesma mentalidade pode fazer com que você aja de maneira a se auto sabotar e desenvolva crenças limitantes. Isso pode impedir que ocorra uma mudança em seu comportamento. Somente com uma transformação efetiva da forma de pensar é possível que você consiga viver em uma nova realidade. Mudar seu mindset pode significar um crescimento efetivo. 

Essa forma de pensar é realidade no universo corporativo. As empresas desejam pessoas que consigam sair da sua zona de conforto profissional, que pensem fora da caixa e instiguem inovação dentro da organização. 

Como já vimos, é possível criar uma mentalidade diferente daquela que as pessoas foram treinadas a ter. Isso ajuda bastante a desenvolver habilidades novas e se manter sempre dinâmico.

Confira a seguir algumas dicas para que você mantenha, coloque em prática e consiga deixar seu mindset sempre elevado. Veja:

Desenvolva o seu autoconhecimento

Buscar autoconhecimento é essencial em diversos aspectos da vida, mas para manter seu mindset elevado é mais que fundamental. Isso se deve ao fato de que para estar disposto a mudar a maneira como você pensa, é preciso se conhecer muito bem para saber o que precisa e o que você deseja mudar. 

É essencial desenvolver a consciência que se tem si de mesmo, sobre quem você é em profundidade. Esse fato ajuda também a nos entendermos melhor sobre como e porque mantemos determinadas atitudes e determinados pensamentos.

Planeje

Se você trabalha dentro de uma empresa, está constantemente em contato com planejamentos estratégicos que a organização desenvolve, para continuar crescendo de maneira inteligente. Isso leva ao desenvolvimento de metas a serem atingidas pela empresa. 

Mas você faz isso em relação a sua vida? Como você vai saber onde deseja estar daqui cinco anos se não parar para pensar e desenvolver esse plano? Então, é de extrema importância que você escreva quais são seus objetivos e metas que deseja alcançar. Depois, veja como você vai conseguir atingir seus objetivos. Nessa avaliação, talvez seja preciso que você mude seu mindset para se tornar quem deseja ser. 

Esteja sempre próximo de pessoas bem-sucedidas

Estar em contato com pessoas bem-sucedidas faz com que você se mantenha motivado a perseguir seus objetivos. É importante se manter inspirado a querer mudar seu status quo, seu mindset. Procure se rodear de profissionais que possuem resultados significativos em sua trajetória. Também aprendemos muito com exemplos de outras pessoas. 

Estando inspirado, você vai ter ainda mais vontade de desenvolver seu mindset de crescimento.

O intuito é que você observe como é a mentalidade das pessoas nas quais você se espelha e, a partir daí, monte seu próprio mindset.

Foque no positivo

A positividade pode ser uma característica que vai te diferenciar das demais pessoas. Procurar um lado positivo, um ensinamento, um aprendizado de uma situação negativa é uma habilidade que não são todos que detêm. A maioria das pessoas se afunda em frustração e tristeza quando algo dá errado em suas vidas.

Manter-se positivo, instiga você a continuar persistindo por seus objetivos. Desistir é mais fácil do que persistir. Continue trabalhando, buscando realizar os seus sonhos e adaptando seu mindset para que você cresça sempre!

Exerça o seu melhor

Agora é a sua vez! Permita-se desenvolver todo o seu potencial infinito, conheça o seu melhor e ouse conquistar grandes resultados em sua vida pessoal e profissional. O poder mental para isso é seu. Escolha ter um mindset de crescimento e veja as mudanças positivas que ele pode trazer ao seu dia a dia!

Gostou do texto? Comente abaixo o que achou nos comentários e compartilhe esse artigo nas suas redes sociais, para que seus amigos também saibam o que é mindset!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-que-e-mindset/

Qual o Significado de Reciprocidade em Nossa Vida?

Qual o Significado de Reciprocidade em Nossa Vida?

O conceito de reciprocidade se refere a uma troca ou acordo firmado entre duas pessoas ou, de forma resumida, o ato de dar e receber. Quando alguém recebe um elogio, por exemplo, é comum que responda dizendo que a recíproca é verdadeira, ou seja, que aquilo que foi dito também se aplica a quem falou. O ato de retribuir faz com que se crie um laço positivo com outras pessoas e isso vale para qualquer tipo de relação, seja pessoal ou profissional.

O Que é Reciprocidade?

Você, provavelmente, já viu por aí uma frase que se tornou bastante conhecida, que diz: “Gentileza gera gentileza”. Ela resume com maestria o que é reciprocidade e como ela pode ser benéfica para a sua vida em todos os sentidos. Quando um indivíduo faz um gesto positivo para alguém e é retribuído, cria-se uma conexão, que faz com que a relação passe a ser guiada pela bondade, pelo respeito e pela gratidão.

O psicólogo norte americano Abraham Maslow, criador da Hierarquia das Necessidades Humanas, constatou em suas pesquisas que o reconhecimento é um fator de grande impacto na realização do ser humano. Por isso costumamos ficar tão felizes ao recebermos um elogio, um presente ou qualquer outro gesto e carinho vindo de alguém. A reciprocidade é transformadora e cria uma relação de empatia e confiança entre os seres humanos e um ciclo de abundância que alimenta a corrente do bem.

Um ponto bastante importante a ser considerado, é que a principal Lei da Reciprocidade diz que os gestos sejam completamente espontâneos e sem segundas intenções. Para isso, basta que retribua algo de bom que alguém lhe fizer da maneira que estiver ao seu alcance e o faça de coração, sem desejar obter qualquer tipo de vantagem. Vale lembrar que existem situações em que a retribuição não virá ou pode demorar ou nunca acontecer, então evite criar expectativas e mantenha o foco apenas nas suas boas ações.

Benefícios de Desenvolver o Hábito da Reciprocidade

Depois de entender o que é recíproco, convido-lhe a descobrir os inúmeros benefícios que esse hábito pode trazer à sua vida. Quando se empenhar em fazer o bem, mesmo que a pessoa que recebeu a sua ação não retribua, tenha a certeza de que, de alguma forma, o universo irá retribuir, pois você está alimentando uma importante corrente de energia positiva. Cerque-se do bem, tenha atitudes produtivas e verá como sua vida irá mudar para melhor.

E não é só! Conheça alguns dos principais benefícios que poderá obter ao adotar o hábito de agir com reciprocidade:

  • Fazer o bem sem olhar a quem, exercitando sua bondade, sua vontade de ajudar, sendo uma pessoa melhor e que contribui para um mundo melhor também.
  • Criar ambientes mais positivos para si e para as pessoas ao seu redor, onde a gentileza, o respeito, a boa vontade e a compaixão reinam e você pode viver em paz com os seus amigos, familiares e colegas de trabalho;
  • Aprender a retribuir o bem que as pessoas lhe fazem de maneira natural;
  • Quando também precisar de ajuda, terá grandes chances de receber auxílio de alguém para quem já tenha feito algo de bom, pois o sentimento de gratidão caminha junto com o de reciprocidade;
  • Ser reconhecida como uma pessoa do bem e que tem atitudes positivas no âmbito profissional e que sempre está disposta a ajudar;
  • Passar um exemplo positivo para a sociedade de que ser: gentil, solícito e generoso é sempre o melhor caminho.
  • Quem faz o bem, faz o bem para si mesmo pois sente uma profunda paz de espírito. Todo ser humano deveria desenvolver o sentimento de empatia para com o próximo. 

Esses são apenas alguns exemplos, pois os benefícios de se deixar guiar pela reciprocidade são inúmeros e irão te ajudar a se relacionar com as outras pessoas de uma forma muito mais satisfatória.

A Importância de Se Colocar no Lugar do Outro

Uma palavra que é coirmã da reciprocidade é a empatia, que é o ato de se colocar no lugar do outro para buscar entender como ele se sente. Essa atitude é transformadora porque permite que você obtenha uma nova visão a respeito de tudo e de todos. Ao guiar suas ações por ela, poderá experimentar mudanças extraordinárias na forma como se relaciona com o mundo e as pessoas ao seu redor.

empatia é a chave para sentir o que o outro sente, entender e compreender suas emoções e estar a um passo para ajudar, estender a mão para a felicidade de ambos. VOCÊ É FELIZ?

Diversas teorias explicam a empatia. Começaram com o conceito de simpatia. De acordo com Adam Smith, filósofo, a simpatia nos permitiu a experimentação de sentimentos nunca sentidos plenamente. Já, o sociólogo Herbert Spencer enxerga a simpatia como uma função adaptativa na ajuda da sobrevivência do ser humano.

Pesquisas recentes abordam os processos cognitivos e neurológicos que estão por trás da empatia. Foi descoberto que em distintas regiões do cérebro é desempenhado uma função muito importante da empatia.

A empatia leva a ajudar o comportamento, o que beneficia as relações sociais. Somos naturalmente criaturas sociais. Coisas que ajudam em nossos relacionamentos com outras pessoas também nos beneficiam. Quando as pessoas experimentam empatia, elas são mais propensas a se envolver em comportamentos pró-sociais que beneficiam outras pessoas. Coisas como altruísmo e heroísmo também estão ligadas a sentir empatia pelos outros.

Imagine que, por exemplo, um dos seus colegas de trabalho está estressado, então, sua primeira reação é ficar irritado com ele e isso, provavelmente, será expressado por meio de suas atitudes. Porém, ao colocar a empatia em prática, você irá parar e pensar melhor a respeito da situação. Certamente, ele não está apresentando esse comportamento à toa, e pode ser que esteja passando por um momento delicado. Dessa forma, adotará uma postura compreensiva, que poderá ser sentida por esse indivíduo e o motivará a retribuir a gentileza.

Viu como uma pequena mudança no seu mindset é capaz de transformar e promover o bem? Uma situação que poderia ser geradora de conflito e trazer diversos problemas se torna uma oportunidade para criar uma conexão positiva e estender a mão para alguém. Adquirir o hábito de se colocar no lugar do outro e agir com reciprocidade é algo que vale muito a pena e que deve ser passado adiante.

Porque às vezes não sentimos empatia ou compaixão pelo outro?

A falta de empatia acontece em muitas situações. Às vezes sentimos empatia por algumas pessoas e outras não. São vários os fatores de como percebemos determinada pessoa, nos colocamos no lugar dela ou não. Muitas das vezes, nossas próprias experiências são parte disso. 

Num nível básico, dois são os fatores que nos fazer experimentar a empatia: através da genética e da nossa socialização, reduzindo as contribuições que tem a ver com a natureza e educação. Nossos genes, transferidos através de nossos pais, contribuem muito para a formação da nossa personalidade. Isso interfere diretamente na nossa capacidade de ter ou não empatia, simpatia ou compaixão. As crenças e valores também são fatores que interferem nisso, vivemos em sociedade, nos relacionamos com diversas pessoas e nossos valores e crenças vão mudando.

Veja abaixo, porque, em muitas ocasiões, não conseguimos ter empatia:

Não enxergar uma situação do ponto de vista do outro: Por sermos vítimas do nosso viés cognitivo, isso interfere em como enxergamos o mundo, atribuindo as falhas do outro às características internas e culpando as nossas em detrimento de fatores externos. Isso dificulta a enxergar todos os fatores e ponto de vista do outro. 

Nos colocarmos como distante do outro: um exemplo disso é quando assistimos uma tragédia na televisão, principalmente quando econômica e socialmente aquela pessoa que está sendo acometida pela tragédia for diferente de nós. O sentimento é que aquilo nunca acontecerá conosco. Isso é desumanizar a vítima. Por ser diferente de nós, não quer dizer que agem e pensam diferente de nós. 

Culpar as vítimas: quando cometemos o grande erro de culpar a pessoa (vítima) pelas suas circunstâncias. Um exemplo disso é quando uma pessoa comete um ataque quando sofre algum surto. A ideia de que o mundo é um lugar justo nos faz culpar sem avaliar a situação e nos faz acreditar que isso nunca poderia acontecer com nós mesmos. 

O Poder da Reciprocidade

 Já pensou na maneira que cada relacionamento funciona para todos? Já tentou entender e perceber o que os outros veem em você? A reciprocidade transforma relacionamentos, disso não tenho dúvida! 

Um relacionamento bacana entre pessoas, nasce da empatia, da reciprocidade, da escuta cuidadosa, do interesse e do amor. O amor deve estar sempre presente. É o presente que você pode oferecer a outra pessoa e o presente que pode receber com carinho e gratidão. Lidere com amor, mas também aproveite seus talentos e habilidades únicas para determinar como você pode agregar valor à vida de outras pessoas. Em breve, você verá que quanto mais você dá, mais recebe em troca. Os relacionamentos prosperam quando cada pessoa se entrega à outra. À medida que as pessoas amadurecem, começam a entender o funcionamento das relações, das trocas e do autoconhecimento para se relacionarem com reciprocidade. 

E você, só recebe o que você dá? Que valor você dá a outra pessoa?

Será que é assim que o mundo funciona hoje? Observe-se na sua jornada para encontrar a si mesma e viver a vida que você deseja, valorizar o outro, mudar sua mentalidade de pensar em como as coisas o beneficiam e como você agregará valor e benefício à vida de outra pessoa. Como dizia John Lennon: “O amor precisa ser regado e nutrido”. 

Todos nós somos Seres de Luz, possuímos um valor único, somos parte dos mistérios e segredos da vida. Quando você ouve as pessoas falarem sobre valores, trabalho, elas compartilham essas coisas porque são verdades e atributos necessários para que elas continuem se aprimorando e cultivando seus talentos.  Quando você não as ouve, causa mais do que apenas danos, você as decepciona, quer você perceba ou não.

A reciprocidade é uma prática que demonstra doação desinteressada. Doação de amor, de tempo. É valiosa! 

A Reciprocidade nos Relacionamentos

Um relacionamento, seja ele amoroso ou de amizade, precisa da reciprocidade para se manter firme também. Em um casamento, por exemplo, é necessário que as duas partes estejam empenhadas em cultivar o amor que sentem e o mesmo vale para manter uma boa relação com amigos. Quando apenas um dos lados se esforça para fortalecer os laços de união, em algum momento ele irá se cansar e são grandes as chances de ocorrer um distanciamento, que pode levar a um rompimento.

Se você deseja manter bons relacionamentos com aqueles que são especiais para você, encontre formas de retribuir o carinho e o amor que recebe. Isso pode ser feito das mais diferentes maneiras e, claro, sempre de acordo com a sua personalidade. Gestos simples do dia a dia são capazes de transformar o dia de uma pessoa. Além disso, quanto mais retribuir, mais estará incentivando os outros a continuarem agindo de forma positiva e, assim, manterem esse círculo virtuoso.

Quando se trata de relacionamentos, é importante, também, observar se a outra parte está disposta a agir com reciprocidade. Caso perceba que está faltando dedicação, procure manter o diálogo para que possam se entender e descobrir os motivos para ela agir de tal maneira. Se, ainda assim, não houver retorno, reflita se vale a pena insistir nessa relação ou se, talvez, seja melhor encontrar alguém que esteja realmente disposto a dar e receber.

Sabe aquela expressão que diz que colhemos aquilo que plantamos? É exatamente assim que acontece com a reciprocidade. Cabe a você decidir como será a sua colheita, e, claro, eu espero que seja sempre farta, com frutos positivos e cheia de luz!

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/significado-reciprocidade-em-nossa-vida/

Conheça 4 elementos que são capazes de matar o relacionamento amoroso

Conheça 4 elementos que são capazes de matar o relacionamento amoroso

Construir um relacionamento pode ser comparado à tarefa de montar um grande quebra-cabeças em dupla. Cada pessoa leva suas peças, que são diferentes umas das outras e, juntas, tentam encaixá-las e fazer as coisas darem certo. Durante o processo, é necessário observar as próprias peças, as do outro e entender como elas podem se unir e formar a figura. Existem casais que não têm a paciência necessária para isso, então, fazem coisas que em nada contribuem para a união e que podem matar o relacionamento, levando um a se distanciar do outro cada vez mais.

Se você deseja evitar que isso aconteça no seu namoro ou casamento, continue acompanhando e saiba mais.

Conheça os 4 elementos que podem matar o relacionamento amoroso e evite-os

Se deseja manter um relacionamento saudável, em que ambos contribuam para manter o companheirismo, o respeito e, claro, o amor, evite completamente cada uma das quatro atitudes a seguir.

1 – Excesso de críticas

Se existe algo que pode minar um relacionamento é o excesso de críticas. E saiba que isso não vale apenas para discussões sobre coisas importantes, mas também para situações do dia a dia, que podem ir se acumulando e gerar grandes brigas. Falar de modo agressivo porque o seu par deixou a toalha molhada sobre a mesa ou se esqueceu de comprar os ingredientes para o jantar, não é nada positivo, além de não ajudar em nada a resolver o problema. Ele apenas ficará com raiva e possivelmente irá repetir essas ações.

Prefira sempre mudar a forma com a qual fala a respeito de situações assim. Em vez de dizer: “Você é um inútil, deixou a toalha molhada em cima da cama de novo!”, prefira algo como: “Nossa, a cama está molhada, da próxima vez lembre-se de pendurar sua toalha”. Evite, também, usar uma entonação de voz acusatória, afinal de contas, a intenção é mostrar ao outro que aquela ação não deve ser repetida e não fazê-lo sentir raiva.

2 – Se manter na defensiva

Ficar na defensiva é o mesmo que contra-atacar qualquer reclamação que o seu par faça sobre o relacionamento. Se o outro disser, por exemplo, que faz tempo que não passam momentos a sós juntos, e você responder em tom acusatório que é porque ele está trabalhando demais, possivelmente darão início a uma discussão que não trará nenhuma solução para a questão.

Quando você fica na defensiva, passa a mensagem de que não se importa com o que seu parceiro tem a dizer e nem com o que ele sente. Ao fazer isso, está tirando de si a responsabilidade sobre o relacionamento e passando-a toda para ele, e sabemos que os dois devem ser igualmente responsáveis por fazer as coisas darem certo. A defensividade aumenta o conflito em vez de ajudar a resolvê-lo e tenho a certeza de que não é isso o que deseja para a sua relação.VOCÊ É FELIZ?

3 – Evitar o diálogo

O diálogo é a chave para um relacionamento feliz e positivo, porque é através dele que as duas partes envolvidas conseguem se entender para encaixar as peças do quebra-cabeça. Assim, quando uma das partes se esquiva da conversa, acaba criando uma barreira entre ela e a outra, o que dificulta totalmente o entendimento.

Embora seja natural para alguns indivíduos, principalmente os que possuem o perfil introvertido, se fecharem quando alguém começa a falar sobre algo que lhe desagrada, isso deve ser evitado, porque impede que o conflito seja devidamente resolvido.

4 – Desprezo em relação ao outro

Os outros três elementos citados podem ocorrer mesmo em relacionamentos saudáveis e equilibrados. Já este último, é o mais grave deles e precisa ser combatido o quanto antes. Trata-se do desprezo, algo que é comum em relacionamentos abusivos, porque envolve menosprezar o outro, colocando-o sempre para baixo e fazendo-o se sentir inferior.

Alguns exemplos de desprezo no relacionamento incluem: debochar de alguma atitude do parceiro; corrigir algo que ele esteja fazendo de modo a colocá-lo para baixo, com o agravante de fazer isso em público; desvalorizar suas conquistas e assim por diante. Caso você esteja sendo vítima de desprezo por parte do seu parceiro, repense a relação, afinal, a pessoa que está ao seu lado deve querer o seu bem e não te fazer se sentir mal.

Conflitos fazem parte dos relacionamentos

É importante deixar claro que conflitos fazem parte de qualquer relacionamento, até mesmo dos mais saudáveis e equilibrados. Afinal de contas, são duas pessoas diferentes, vindas de famílias diferentes, com os seus próprios costumes, valores e crenças. Desse modo, é natural que divergências ocorram, principalmente no início do namoro e, também, do casamento, já que são fases diferentes. Apenas é necessário que ambos saibam lidar com esses conflitos de modo positivo, sem permitir que os quatro elementos que citei anteriormente minem a relação.

4 Elementos fundamentais para um relacionamento saudável

Depois de saber quais são os quatro elementos que podem matar um relacionamento amoroso, veja quais são aqueles indispensáveis para manter o equilíbrio entre você e a pessoa amada.

1 – Diálogo – Como disse ao longo do artigo, o diálogo é a chave para o entendimento. Invista nele e mantenha-se sempre conectado ao seu par.

2 – Empatia – A arte de se colocar no lugar do outro e tentar imaginar como ele se sente. Faça isso e veja o quanto é transformador e ajuda a tomar melhores decisões no relacionamento.

3 – Confiança – Confie no seu par e se mostre digno da confiança dele. Honre diariamente o compromisso de estar ao lado da pessoa amada, tratando-a sempre com muito carinho, compreensão e respeito. E evite permanecer ao lado de alguém que não confia em ti, mesmo que se esforce para fazê-lo confiar.

4 – Lealdade – Ser leal é muito mais do que não se relacionar com terceiros sem que o seu par saiba, envolve ser sincero e responsável em relação aos seus sentimentos e atitudes. A lealdade é fundamental para que o amor seja forte e duradouro.

O que achou sobre os quatro elementos que são capazes de matar o relacionamento amoroso? Identificou algum deles na sua relação? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe este artigo com o seu par, para que iniciem um diálogo saudável e possam, juntos, trabalhar para fortalecer o amor que sentem um pelo outro.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/conheca-4-elementos-que-sao-capazes-matar-relacionamento-amoroso/

Experiências dolorosas – Como podemos aprender com elas?

Experiências dolorosas – Como podemos aprender com elas?

Ninguém deseja passar por experiências dolorosas, porém, não temos como nos manter totalmente protegidos delas. A dor é uma consequência inevitável da vida e precisamos todos aprender a lidar com isso, gostemos ou não. Quando algo que nos entristece ou desaponta acontece, devemos nos esforçar para encontrar o lado positivo da situação, que pode ser tanto uma lição quanto a consciência em relação à própria força. Acredite, mudar sua maneira de enxergar os problemas faz toda a diferença.

7 Lições que as experiências dolorosas podem ensinar

Pense em uma situação dolorosa que tenha vivido no passado, agora, reflita sobre tudo o que aprendeu por conta dela. Mesmo que tenha sido a perda de uma pessoa muito querida, o fim de um relacionamento de anos, a demissão de um emprego que gostava, todas essas experiências são capazes de ensinar lições muito importantes. Confira sete aspectos que te ajudarão a identificar o quanto evoluiu com as situações dolorosas que já viveu.

1 – Força

Você nunca sabe o quão forte é, até que essa seja a sua única opção. Ao passar por uma situação dolorosa, você percebe que, por mais que sofra, consegue suportar aquilo. Então, quando algo do tipo acontecer no futuro, estará muito mais preparado, pois saberá que é capaz de superar.

2 – Humildade

As experiências dolorosas são como um lembrete de que a vida de todo ser humano passa por momentos de altos e baixos e que, portanto, ninguém é superior a ninguém. A dor não escolhe classe social, gênero, religião, todos estão suscetíveis a passarem por ela. Então, faz com que se torne mais humilde exatamente por dar essa consciência de igualdade.

3 – Empatia

Essa consciência em relação à inevitabilidade da dor também gera empatia, porque você passa a ver pessoas que estão sofrendo e se coloca no lugar delas. A consequência disso é ter mais compaixão em relação ao próximo e buscar sempre fazer o que estiver ao seu alcance para ajudar aqueles que precisam, o que pode tanto ser uma pessoa que lhe pede um alimento na rua, quanto um amigo que está enfrentando uma situação delicada.

4 – Construção de caráter

A dor traz com ela uma grande oportunidade de se conhecer melhor, identificando pontos fortes e aqueles que precisam ser desenvolvidos. Assim, ao passar por esse tipo de experiência, tem a oportunidade de evoluir e moldar o seu caráter. É como se cada uma dessas vivências fosse um teste para que se prepare para a próxima fase.

5 – Adaptabilidade

Todas as experiências dolorosas têm em comum o fato de nos tirar da nossa zona de conforto. Perder o emprego, por exemplo, envolve deixar para trás uma rotina com a qual estava acostumado para ir em busca de uma nova vida, e isso dói. Contudo, o lado bom é que quanto mais desconfortável se sente, mais você se acostuma como o novo e passa a buscar a mudança em vez de se acomodar e fugir dela.VOCÊ É FELIZ?

6 – Independência

Por mais que os seus entes queridos lhe estendam a mão quando você está passando por uma situação dolorosa, eles não têm como sofrer no seu lugar. Assim, no fim das contas, é você e você lidando com tudo aquilo, o que, em um primeiro momento, parece assustador, mas te proporciona um senso fantástico de independência e te prepara para lidar com qualquer circunstância.

7 – Identificação das verdadeiras amizades

Por último, está algo que não diz respeito exatamente a você, mas que representa um aspecto bastante importante da vida, que são as amizades. Aqueles que permanecerem ao seu lado mesmo quando você estiver sofrendo mostram que são verdadeiramente fiéis e que merecem a sua confiança e carinho.

Dicas poderosas para aprender com as situações dolorosas e evoluir

Depois de saber quais são as lições que as experiências dolorosas são capazes de ensinar, confira dicas de como aproveitá-las ao máximo para evoluir.

1 – Se dê um tempo para assimilar

Antes de qualquer coisa, é preciso que considere que você é um ser humano e que é natural ter se abalado ao passar por uma experiência dolorosa. Portanto, se dê tempo para assimilar as coisas e se recuperar, apenas tome cuidado para que não se prolongue demais e entre em um estado de inércia.

2 – Fale ou escreva sobre o que está sentindo

Colocar para fora o que está sentindo ajuda a entender melhor as coisas, o que pode ser feito de duas maneiras: desabafando com alguém da sua confiança ou escrevendo a respeito. Quando você para e formula frases para expressar seus pensamentos, seja para falar ou escrever, automaticamente começa a enxergá-los com mais clareza.

3 – Assuma suas responsabilidades

Depois de passar o baque inicial, é hora de fazer uma autoanálise sobre a experiência vivida. Considere as suas atitudes e reflita se teve algo que poderia ter feito de maneira diferente. Porém, lembre-se que o passado não pode mais ser alterado, então se culpar não irá te levar a parte alguma, faça isso com o intuito de aprender lições para agir de modo diferente no futuro.

4 – Desapegue do que não estava ao seu alcance controlar

Assim como é necessário assumir suas responsabilidades e entender o que poderia ter feito diferente, é fundamental que desapegue de tudo que não estava ao seu alcance controlar. Tenha sempre em mente que o seu controle termina quando a ação em questão não cabe a você, ou seja, não dá para gerenciar os sentimentos e atitudes de terceiros, por mais que os ame.

5 – Identifique o quanto evoluiu com a experiência

Por fim, chega o momento de refletir sobre a experiência dolorosa contemplando tudo o que aprendeu com ela. Para isso, precisará olhar para a situação de uma outra forma, sem considerar o sofrimento, apenas a sua evolução. Esse é um passo que pode ser desafiador no início, mas é ele que irá te proporcionar o maior aprendizado.

As experiências dolorosas da vida aprimoram nosso caráter, nos tornam mais fortes, humildes e compassivos. Acredite, a dor que hoje sente irá se transformar em lição e fazer de você um ser humano ainda melhor.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/experiencias-dolorosas-como-podemos-aprender-com-elas/

O Significado da Felicidade

O Significado da Felicidade

Como sabemos, os estudos sobre a Psicologia Positiva nasceram no final da década de 90, a partir de estudos de Núcleos de Pesquisa em Psicologia das universidades de Harvard, Yale, Pensilvânia e Michigan. Esses estudos se destoaram dos demais, já realizados nessa área, porque a pergunta que norteava as pesquisas era nova e bastante ousada: como compreender melhor os caminhos que levam o ser humano à felicidade? Dessa busca se delineou o campo da Psicologia Positiva como abordagem dentro da Psicologia.

Mais que tratar de problemas relacionados à cognição e per­turbação mental ou comportamental, os psicólogos desse círculo estavam comprometidos com o estudo científico das potenciali­dades humanas. Para além do papel curativo, próprio da psicolo­gia convencional, o que veio a ser chamado de Psicologia Positiva tinha um caráter preventivo, pois sua meta é a qualidade de vida e o florescimento do ser humano em sua completude.

O Conceito de Felicidade

O primeiro grande desafio é compreender a felicidade. Como conceituar algo que parece ser tão subjetivo e indefinido? Afinal, felicidade nunca é a mesma coisa para todo mundo, e o padrão de felicidade está evidentemente vinculado a fatores externos, como nosso imaginário criado pelos filmes e estórias infantis ou não, pelo dinheiro e pelo estatuto da mídia.

Se você perguntar o que é felicidade para dez pessoas, certa­mente terá dez definições diferentes. Pior, se você perguntar para essas dez pessoas o que as deixa felizes. Para um estudo que se pretende científico essa barreira é evidentemente importante e difícil de ser ultrapassada.VOCÊ É FELIZ?

A felicidade é tomada como sinônimo dos termos ‘bem-estar subjetivo’ e ‘afeto positivo’. Não há uma preocupação em definir de forma fixa e rígida o que vem a ser felicidade justamente porque se pretende trabalhá-la na sua instância subjetiva. Para além da busca pela satisfação a qualquer preço, o que está em jogo é o cul­tivo de emoções positivas para a promoção do bem-estar.

Logo, felicidade não é apenas a ausência de tristeza. A relação de oposição nesse caso não deve ser direta, embora es­tejam correlacionadas. A felicidade está vinculada ao cultivo de certo grupo de emoções e estados cognitivos positivos. Como emoções, sentimentos e a cognição são internas ao ser humano, é um grande erro entender que a felicidade pode ser encontrada em fatores externos, muito embora sejam alguns estímulos externos que desencadeiem a sensação de bem-estar.

Em todo caso o tra­balho deve ser a forma como a pessoa se relaciona com o exterior e com suas emoções a partir de estímulos externos provocam sentimentos e humores negativos. Aos poucos vamos aprendendo a cultivar umas e abandonar outras.

A psicóloga Lilian Graziano, uma das mais importantes autoridades em Psicologia Positiva, no Brasil, é muito enfática em dizer que “a felicidade é um balanço que fazemos de nossas vidas”, diz a mestre. O autoconhecimento é uma oportunidade de entendermos o procurado “caminho da felicidade” que não é igual para todos.

Pessoas mais felizes são aquelas que estão em busca cotidiana de aumentar a frequência com que as emoções e sentimentos positivos emergem durante sua jornada de trabalho e familiar. Parece ser chato essa história de olhar sempre o lado positivo, mas é justamente essa possibilidade que gera em nós o bem-estar, em vez de preocupação, angústia e ansiedade.

Sim, a felicidade exige prática. Não é algo como uma benção ou uma dádiva. Mesmo que muitos estudos mostrem o ‘gene da felicidade’, está também comprovado que é possível, pela mudança de comportamento, visão do mundo e linguagem, estar constantemente em situação de bem-estar subjetivo com a emergência de sensações de prazer.

A felicidade não é, então, algo repentino e efêmero. Ela vem, segundo a filosofia grega, de um trabalho que o indivíduo faz em si mesmo, podendo ser alcançada pelo exercício daquilo que con­sideramos virtuoso, bom e realizador.

Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-significado-da-felicidade/

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